Como este Blog chegou a comentar algumas vezes, a campanha atual marcha em duas frentes. Uma é eleitoral, óbvio. A outra é de caráter judicial.
Não antecipei fatos com base num poder subrenatural. Não sou oráculo de Delfos. É resultado de observação, análises, sondagens e cruzamento de informações.
Os números pós-eleitorais de 2004 revelam uma enxurrada de mudanças em prefeituras e câmaras municipais no RN e paÃs afora, com base em demandas judiciais. LegÃtimo, que se diga. Quem entendeu que sofrera prejuÃzo, acabou usando a faculdade permitida pela lei.
Em várias situações houve amparo legal. Não faltaram procedimentos de ofÃcio, partindo do próprio MPE.
Neste ano, a ostensiva vigilância é ainda maior. Ministério Público Eleitoral e Justiça Eleitoral ganharam uma multidão de "arapongas". São candidatos, assessores e militantes adversários vigiando e denunciando uns aos outros.
Claro que o pente-fino da Justiça é quem arbitra todo esse eramanhado de denúncias, uma onda de denuncismo e possÃveis excessos na caça ao voto.
O lado positivo é que o bazar eleitoral, com compra e venda de votos, continua funcionando. Entretanto é delicado o risco do negócio. Todos são suspeitos. Não faltam filmadoras, gravadores e depoimentos formais pondo em risco projetos eleitorais.
Quem quiser que se arrisque.























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