sábado - 19/04/2008 - 07:50h

Caro Agripino (Por Erasmo Carlos)

Dos comentários que li ou ouvi sobre reportagem biográfica do senador José Agripino (DEM), na revista "Caros Amigos", o articulista Erasmo Carlos (Blog do Tio Coloral) foi o que melhor retratou o trabalho.

Escrevi algo esta semana sobre a matéria, que ficou aquém do que textualiza Erasmo. Ele disse muito mais em menor espaço. Leia-o abaixo:

Caros Amigos

Apenas ontem consegui ler a edição n.º 133 da revista Caros Amigos, sobretudo a matéria de cinco páginas que asfixia o senador José Agripino.

Trata-se de uma mini-biografia que considerou apenas as passagens negativas da vida do Senador, como o escândalo rabo-de-palha. É como se a Globo fizesse uma matéria sobre Edir Macedo.

Foi coisa de inimigo.

O senador José Agripino não é saído de nenhum monastério, concordo, mas ele tem todo o direito de criticar o governo Lula da Silva. Para criticar o que está errado não é necessário mostrar antecedente de boa conduta.

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Comentários

  1. Westerley Ramalho diz:

    “Caros Amigos”, afinal, de contas. A revista em tela . Tem uma posição ideológica definida. No entanto determinados meios de comunicação(Rádios, TV’s,Jornais e Deus sabe mais o que!).
    Haja rabo de palha!!!!!!!!!!!!!!

  2. Alcimar Antonio de Souza diz:

    José Agripino Maia, filho da ditadura militar, posa de paladino da ética e se acha no direito de se julgar melhor que todos que não sejam da oposição. O filho de Tarcísio Maia não tem moral nem suporte histórico para criticar ninguém. Um homem não é apenas o hoje. Não há como o dissociar do seu passado. E o passado de José não é nada bom. Basta ver os seus caminhos políticos. É, nada mais, nada menos, que filhote da ditadura. Alguém aí sabe dizer de alguma grande obra ou algum grande feito de José em prol do interior do RN nos seus oito anos de governo do Estado?

  3. Augusto diz:

    “Para criticar o que está errado não é necessário mostrar antecedente de boa conduta.”
    O problema é que JA não se limita à crítica, mas reivindica para si o título de paladino da moralidade. Nesse sentido, a matéria é bastante oportuna.
    Imagine se o autor do blog, que tanto critica a imprensa chapa branca, também recebesse um ajuda de custo mensal oriunda dos cofres públicos? Pela premissa defendida, estaria tudo bem, né… afinal, para criticar, “não precisa ter antecedentes de boa conduta.” Ou seja, pode falar mal à vontade dos outros, ainda que incorrendo no mesmo pecado.
    Acho que a defesa dessa ética é bastante perigosa.
    Será que a legitimidade de quem fala não tem mesmo qualquer importância?
    Será que a legitimidade não tem mesmo nenhuma relação com os antecedentes de quem lança a crítica? Sei não…
    Confesso que leio esse blog acreditando que o autor não incorre nos mesmos pecados que tanto critica…

  4. Iris Maia diz:

    Meu Caro Carlos Santos

    Penso que você equivocou-se ao concordar com uma colocação desta: “para criticar o que está errado não é necessário mostrar antecedente de boa conduta”.

    Uma figura como Zé Agripino quem ainda perde tempo em houvi-lo?

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