Por Carlos Santos
As fotos que ilustram essa postagem tem um pouco de cabotinismo do editor do Blog. Ou muito.
Está implícita ou escancarada a vaidade de desfrutar da inteligência/cultura, serenidade e da amizade do “padreco” Sátiro Dantas.
À manhã de hoje, em sua sala no Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL), em Mossoró, cumpri compromisso que já tinha aprazado há algum tempo: atendi a convite seu para botarmos a conversa em dia.
Lá se foram quase duas horas ininterruptas de conversê. Entre nós, as intervenções ‘diocesanas’ de Hildegard Mota e do padre Charles Lamartine.
Sátiro Dantas – dono de uma memória privilegiadíssima – passou quase 20 dias sob cuidados hospitalares. Contudo está aí: firme e forte.
Falamos sobre os meninos arrabaldinos da Capela de São Vicente, nossa República imaginária. Entre eles, Jânio Rêgo, Marcos Porto (já falecido) e Honório de Medeiros.
Nenhum anticristo, penso. Entretanto há controvérsias sobre esse ponto.
Escola 13 de Junho, Diocesano, filosofia, interventores, governadores. Café Filho, os Rosados, conjuntura atual, Estado Novo; Garibaldi Filho, Henrique Alves, Lula, Dilma.
Clérigos e demônios: padre Mota, Lampião.
De rádio, comunicação cibernética e imprensa no geral, também.
Sátiro, quando adentrei à sua sala, manuseava um CD com entrevista que fizera no início dos anos 70, ouvindo Terto Aires, que fora intendente (cargo equivalente à de prefeito) de Mossoró no início de século.
Com o flagrante, um acerto: quero cópia dessa preciosidade. Mas já sei que o jornalista Emery Costa, bem antes, cerca-o por igual trunfo.
Paramos por aqui. Depois a gente retoma a conversa.
Bom revê-lo!
Inté!
Carlos Santos é criador e editor do Blog Carlos Santos (Canal BCS)
*Texto originalmente publicado no dia 9 de março de 2015 (veja AQUI), às 14h18, há quase 11 anos. Nosso querido padre Sátiro Cavalcanti Dantas faleceu no dia 27 de novembro de 2023 (veja AQUI). Bateu saudades, meu querido.

























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