Estou imaginando, cá com meus botões, algo que não desejaria aos paraenses:
– E se Fátima Rosado (DEM) fosse prefeita de Belém (PA)?
Na capital paraense chove praticamente todos os dias. Por lá, há uma brincadeira que até ironiza esse destino: compromissos são marcados para "antes ou depois da chuva".
Contudo Belém tem ótimas artérias pavimentadas. Por lá, o asfalto é espichado antes ou depois das chuvas. Com qualidade. Do contrário, a capital dos paraenses se desmancharia em vias carrocáveis, de terra avermelhada.
Mossoró é diferente.
Fátima e sua patota divulgam, com apoio de sicários do jornalismo, que a buraqueira não pode ser reparada agora. Culpam a chuva, o inocente Pedro. São Pedro.
Logo em seguida a prefeitura começa serviço emergencial que tenta atenuar a imagem de desmanche da cidade. Nega a própria pregação. Contradiz-se.
Com esse discurso, em Belém, a prefeita-enfermeira e seus acólitos seriam enxotados (com ou sem chuva). Em Mossoró tem até quem os leve a sério.
Pobre Mossoró!
A rua por onde ela (Fafá e sua trupe) passa e mora é umas das prioridades a ser feita, é só ver, logo na sexta-feira 15/05 era a que já estava sendo concluida. Prefeita da Gente (?????) nas proximidades da praça da Boa Vista tá uma verdadeira esculhambação. À merda todos vcs, bando de sacripantas.
CARO CARLOS SANTOS, ACHO QUE O MAIOR PROBLEMA DE MOSSORÓ É QUE SEU POVO, DEVIDO AO TAL BAIRRISMO, QUER TANTO DEFENDER A CIDADE, QUE NÃO ENXERGA SEUS PROBLEMAS. SEI QUE VIAJAR E CONHECER OUTRAS CIDADES, ESTADOS E PAÍSES É PRIVILÉGIO DE POUCOS, MAS ABRIR OS OLHOS É DEVER DE TODOS. EM DEZEMBRO, JUNTO COM MINHA FAMÍLIA, FOMOS ATÉ SÃO LUIZ DO MARANHÃO DE CARRO. QUE EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA. TIVE A OPORTUNIDADE DE MOSTRAR PRA NOSSA EMPREGADA, QUE “ADORA MOSSORÓ” E PARA NOSSOS FILHOS, AS DIFERENÇAS DE CADA ESTADO. DE COMO FALAM DO PIAUÍ, QUE É O ESTADO MAIS POBRE DO BRASIL, MAS QUE ME LEMBROU O SERIDÓ, COM CIDADES “POBRES, MAS LIMPINHAS”. E COMO O IMPÉRIO DOS SARNEY MARCA O MARANHÃO DESDE A DIVISA. CONHEÇO BELÉM E É UMA CIDADE MARAVILHOSA, COM OU SEM CHUVA. UM POVO QUE GOSTA DE ESTUDAR, EDUCADO, QUE USA O VERBO NA SEGUNDA PESSOA. É UM TAL DE TU QUERES? SE BELÉM É LONGE, ACONSELHO AOS MOSSOROENSES QUE VISITEM O SERIDÓ, QUE VISITEM JUAZEIRO NO CEARÁ, CAMPINA GRANDE NA PARAÍBA…
HÁ UNS DOIS ANOS, MEU ESPOSO E EU, REALIZAMOS UM PROJETO DE PESQUISA DA HANSEÍASE E OUTRAS DOENÇAS COMO TUBERCULOSE, CALAZAR, DENGUE EM 12 CIDADES DE 4 ESTADOS DO NORDESTE. OS INDICADORES SOCIAIS E ECONÔMICOS MOSTRAM DIFERENÇAS MARCANTES QUANDO COMPARADAS CIDADES GOVERNADAS POR OLIGARQUIAS DAQUELAS DIRIGIDAS POR PROFISSIONAIS TÉCNICOS EM QUALQUER ÁREA: MÉDICOS, ENGENHEIROS, ADVOGADOS, ETC, AO INVÉS DE POLÍTICOS DE CARTEIRINHA.
JÁ DIZIA JESUS CRISTO: QUEM TEM OLHOS PARA VER, VEJA! QUEM TEM OUVIDOS PARA ESCUTAR…
Duas mentiras Amigo Carlos Santos, mas, duas mentiras descaradas que debocham do cidadão mossoroense. Não costumo ser radical, mas, diante do que lí, não dá para ficar silente. A primeira grande mentira é dizer que não se faz uma operação tapa buracos no período chuvoso. Mente descaradamente quem afirma isso. A segunda grande mentira, por que deixaram acontecer??? imagino que seja mais um problema de responsabilidade administrativa e descaso. Mas, o São João com seus R$ 3.000.000,00 vai acontecer, e não há chuva no mundo que impeça o fato futuro.
Vou um pouco mais além criterioso jornalista, não me proponho a, juntamente com você fechar ou curar um buraco em uma rua da nossa terrinha, porque sei das consequencias que um fato como este pode nos trazer, pois que senão, eu convocaria um amigo trabalhador, compraria o material e você documentaria tudo.
Em alguns próximos dias,culparão Santo Expedito?
A prefeita dos buracos.
———Fafá Buracão.
Eu estava hoje a tarde na Casa da Revista e comigo estavam várias pessoas, esperando a chuva passar. Obeservei as lojas da frente e vi o esforço dos funcionários, com rodos e vassouras, para manter a água fora das lojas. Os pedestres que se deslocavam na chuva com água pelo joelho e os carros parados, com os passageiros dentro sem poderem descer. Fiquei pensando como nós, os contribuintes, nos deixamos ser tratados pelo poder público, dessa forma. Não é raro termos notícias de grandes obras sendo feitas ou planejadas, enquanto poblemas tão antigos não são resolvidos. Os problemas das enchentes, dos alagamentos no centro, da buraqueira, todos têm soluções duradouras, e os nossos engenheiros sabem bem disso. Falta respeito ao contribuinte, falta compromisso social, falta responsabilidade na gestão ou estamos diante de obstáculos intrasponíveis? Se o problema for de recursos financeiros, temos deputados federais e estaduais, temos uma senadora da república, temos parceria com a Petrobrás, enfim, temos caminhos, só precisamos segui-los. Com uma cidade melhor todos ganham, inclusive os gestores que estão no poder.
NAO ACREDITO QUE ALGUEM COM JUIZO NORMAL, QUE MORE NO CONJUNTO ABADONADO TRINTA DE SETEMBRO, AINDA PENSE EM APOIAR ESSA ADMINISTRAÇÃO INSECRUPULOSA, Q SE ACHA DONA DA CIDADE!
Sr. Carlos Santos, Mais respeito com o Pará!.