Avaliei o que poderia estar por trás da veemência de suas palavras (veja AQUI). Procurei ser sintético. O tÃtulo de minha postagem: "Garibaldi não age e pensa sozinho no Congresso Nacional."
Nos próximos meses vai-se saber se falou como Garibaldi, o combatente da Revolução Farroupilha, ou como Alves, o guardião dos interesses de um clã que há meio século disputa e partilha o poder no Rio Grande do Norte.
Se falou como Alves, o Planalto terá muito trabalho para satisfazer a voracidade do PMDB.
Olhe, em resumo, o que escrevi um dia antes, sábado, 9:
"(…) Creio que (o discurso) foi um misto de habilidosa manobra para supervalorizar o PMDB, perante o Planalto, com aposta para fortalecer o Congresso. Venhamos e convenhamos que há tempos aquilo parece mais um serralho de ponta de cais, do que uma casa legislativa bicameral e republicana.
Sem dúvidas que Garibaldi Filho surpreendeu e tem superado expectativas. Todavia não pensa e age sozinho. Há o PMDB, com sua vocação fisiológica, cheio de subdivisões, à cata de nacos de poder. Tem sido assim desde sempre. É isso."























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