Espiando os acontecimentos em torno do “Caso Banco Master”, em especial no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), o professor, jurista e escritor Ivan Maciel de Andrade faz essas observações:
“A máquina que fez o ‘sorteio’ do novo relator do caso
Master (que tramita, em fase de investigação, anomalamente no STF) é muito inteligente e algo maquiavélica: escolheu um ministro nomeado pelo ex-presidente Bolsonaro – André Mendonça, o
“terrivelmente evangélico”. Com isso, vai silenciar as críticas do bolsonarismo – nas redes sociais – aos novos passos que vêm por aí relativos à apuração desse turbulento e temido escândalo. Foi criado um clima de insuspeição que contribui significativamente para estancar a crise que se abateu sobre o STF e restaurar a médio prazo a credibilidade e a boa imagem do órgão de cúpula do Judiciario. Pelo menos, foi tomada uma decisão que deve conter a enxurrada de medidas antijurídicas que vinham sendo determinadas por Toffoli – com evidente prejuízo para a apuração dos fatos e responsabilização dos culpados.”
Leia também: Ministro milionário do STF é afastado do “Caso Master”
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