Onídia Gonzáles Brana, nome com o qual se identificou, seria cubana.
O Ministério Público, através do promotor Alysson de Azevedo, provocou o delegado regional, bacharel Célio Fonseca Oliveira, a apurar o caso. Onídia atuava no Programa Saúde da Família (PSF), com remuneração mensal de R$ 8.210,00.
Ela usava indevidamente o registro no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, do médico e clínico geral Severino Francisco dos Santos Filho. Ele foi cientificado da fraude.
O prefeito Silvestre Monteiro (PSB) a demitiu recentemente, mas desde março Onídia estava trabalhando no município. A Secretaria de Saúde da prefeitura começou a receber queixas quanto ao atendimento da falsa médica. Averiguando seu registro é que descobriu a fraude.
A questão provoca discussão na Câmara de Vereadores, que poderá instalar uma Comissão Especial de Inquérito para apurar responsabilidades.
Sou medico e espero que voce leia ,que meu maior temor e que tem muito fundamento ,que varios prefeitos da regiao,incluindo o tal prefeito, prefira pagar esses ”medicos ” salarios vis,humilhantes a um dos mais nobres atos e de mais extrema responsabilidade que e’ o ato de atender um ser humano.Converse com seus amigos medicos e veja quao complexo e o ato medico.Oprefeito e frequentador assiduo de mossoro e conhece excelentes cmedicos desta urbe .Na minha opniao o prefeito e seu secretario de saude sao os maiores responsaveis.
Sao pelo menos 6 anos de dedicaçao total a fauldade ,em 3 turnos.Porque nao a investigou melhor a tal medica .Estamos no auge da informatica.
E’ a inversao total de valores.policia deveria procurar prefeito que nao cuida de seu povo.MAIS UMA LASTIMA
QUE DEUS PROTEJA ESTA POPULAÇAO DESTE PREFEITO