O maniqueÃsmo sempre é utilizado em toda e qualquer campanha eleitoral. Faz parte da cultura brasileira, antes mesmo do advento do marketing. Tem sido assim há décadas, do Império à República.
Nem por isso o costume deve ser enxergado como atraso ou tratado como tradição necessária. O excesso é o problema. O duelo entre o bem e o mal (sÃntese da doutrina maniqueÃsta) está incorporado à vida humana, além de universal e atemporal.
Na polÃtica de Assu, o choque entre oposição e governo reproduz essa imagem. Porém não se trata de um embate filosófico. Estamos diante de puro jogo de cena.
Quem analisa esse quadro com grande propriedade é o blogueiro Toni Martins. O governista Ivan Júnior (PP) e Fátima Moraes (PSB) então no centro dessa discussão.
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