A simbologia de escolha desta data, dia 13, exalta o número do partido.
Mas à eleição, Fátima precisará de muito mais. Como é comum acontecer na capital, a campanha será travada sobremodo nos meios eletrônicos, sobretudo a TV.
Pesará ainda, o nÃvel de engajamento de lideranças como a governadora Wilma de Faria (PSB), senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) e o prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB).
A dianteira que a adversária Micarla de Souza (PV) tem mantido há mais de um mês, da ordem de 28%, é um percentual confortável. Contudo não dá para cantar vitória antecipadamente. Não existe "gordura" sobrando para assegurar hibernação tranquila na frente de Fátima.
Uma blitzgrieg (guerra-relâmpago, termo alemão) com as forças disponÃveis, no corpo a corpo, pode reduzir a tendência pró-Micarla. Para Fátima é indispensável diluir e expurgar a "rejeição complementar" que herdou, a partir do acordão que a fez candidata. Qualquer dispersão dos lÃderes tende a agravar o problema.
Quanto a oponente, o fundamental é não cometer erros grosseiros. Sua campanha é de manutenção e complementação.
Uma disputa com fortes emoções.























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