Não é só a governadora Fátima Bezerra (PT) que quebra cabeça para ter um governador-tampão de sua confiança a substitui-la, nas próximas semanas, para poder se candidatar ao Senado.
No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro (PL) anunciou semana passada que concorrerá ao Senado, mas não tem garantia de ter um partidário em seu lugar, assim como Fátima.
Seu vice eleito em 2022, com sua reeleição, foi Thiago Pampolho (UB), que depois se filiou ao MDB. Ano passado, Pampolho renunciou para desembarcar no Tribunal de Contas do Estado (TCE/RJ).
O presidente da Assembleia Legislativa do RJ (ALERJ), Rodrigo Barcellar (UB), está afastado das funções devido suspeita de ter vazado informações de uma operação da PolÃcia Federal.
Castro quer que seu secretário da Casa Civil, Nicolla Miccione, para a eleição indireta e governo-tampão até o fim do mandato em 31 de dezembro deste ano. Mas não há consenso e apoio suficiente para viabilizá-lo.
Por lá sobram dúvidas. Como no RN.
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