Entrou num “oito” a sucessão da governadora Fátima Bezerra (PT). Até o momento, ela não conseguiu costurar um substituto de confiança para ser governador-tampão, lhe assegurando tranquilidade à renúncia.
Tem pelo menos até o dia 3 de abril para decidir se fica ou se sai.
A hipótese de seguir no mandato até o fim voltou dramaticamente à mesa da governadora, que deseja se candidatar ao Senado, projeto também do seu partido.
Na Assembleia Legislativa ela não soma pelo menos 13 votos (maioria absoluta) para fazer o sucessor que complete a gestão até dezembro, além de assegurar as rédeas do governo em pleno ano eleitoral.
Ô luta medonha!
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