Recebi diversos e-mails quanto ao artigo postado na terça, 14, às 8h48, abordando o cenário político-social de Areia Branca. Mas em especial, um comentário me tocou.
Confesso, logo, a vaidade pelo reconhecimento ao meu propósito ao escrever esse material. Leia a correspondência eletrônica que seleciono:
Caro Carlos Santos, acabei de fazer contato com seu blog, agradecendo-lhe como areia-branquense, seu texto "A cruz de Sirineu e o futuro de Areia Branca".
Reafirmando, considero seu texto irretocável e obrigatório para todos os areia-branquenses, especialmente para os que se permitem à alienação motivada pela perniciosa ignorância política.
O grande desafio que se impõe é fazer com que o maior número de areia-branquenses tenham acesso a seu texto. Dedicarei-me, no limite do meu esforço e do meu tempo disponível, com sua permissão, para divulgá-lo.
(…) Deífilo Gurgel, provavelmente a maior referência cultural areia-branquense, me disse recentemente em um justificável e compreensível desabafo que cultura não é artigo de 1ª necessidade, daí o descaso com que é tratada.
Mas seu texto é sim, artigo de primeiríssima qualidade para todos os areia-branquenses que tenham um mínimo de compromisso com nossa terra das salinas.
(…) Por outro lado, considero-o justo merecedor da cidadania areia-branquense (se é que já não o possui) pela preocupação e clareza de posicionamento pelo bem de Areia Branca.
Quero repetir: Seu texto é oportuno, pertinente e obrigatório para todos que amam Areia Branca. Por fim, quero renovar meu agradecimento a você, pela preocupação e pelo amor demonstrado por Areia Branca.
Meu filho mais velho, Bruno, faz Jornalismo na UFRN. Usarei seu exemplo, se me permite, para mostrar-lhe para que serve o bom jornalismo. Um grande abraço!
Alcindo de Souza, areia-branquense nascido em Pernambuquinho.
Nota deste Blog: Meu caro Alcindo, posto seu comentário tomado por uma inevitável emoção. Admito uma ponta de presunção.
Ser exemplo, entregue por um pai ao filho, não é uma tarefa qualquer. Mas como um Sirineu, acho que posso colocá-la sobre os ombros. Responsabilidade aumentada. Assumida.
Já disse e repito: o jornalismo não é meu ofício e, sim, apostolado.
Obrigado.























oi carlos quero te parabenizar pelo jornalismo serio que voce oferta ao povo de mossoro.padua junior operador de audio da radio difusora e contato comercial telefone 88677077 que deus te abencoe,deus e fiel
Piegas e subserviente o comentário do Alcindo de Souza. Em que pese o artigo do blogueiro ser bem escrito e relatar uma situação vivida pela gente da vizinha cidade de Areia Branca, não o credencia a ser homenageado com título de cidadania, como propõe o comentarista. Conheço aqui em Mossoró nativos de Areia Branca que muito fizeram pela terra e hoje vivem no mais completo esquecimento. Vamos deixar de hipocrisia!
Caríssimo Carlos Santos,
Fui surpreendido pela sua generosidade em repercutir eu seu importante blog, nosso modesto mas justo e agradecido comentário sobre seu texto \”A cruz de Sirineu e o futuro de Areia Branca\”. Sou mesmo um areia-branquense sonhador. Por isso, insisto em sonhar com Areia Branca transformada na utópica ilha de Thomas Morus, onde todos seremos iguais, justos, solidários e felizes. Formadores de opinião como você potencializam esse sonho e nos faz acreditar que esta realidade é possível. Mais uma vez, não apenas eu, mas Areia Branca lhe agradece.
Prezada Aldenira Santos,
Não tenho a menor predisposição para polêmicas, mas diante de seu comentário, resta-me, civilizadamente, discordar da sua avaliação de piegas e subserviente, pela humildade e coragem de manifestar nosso reconhecimento e agradecimento pelo bom serviço que o jornalista Carlos Santos (que não conheço pessoalmente) prestou a Areia Branca, através de seu competente artigo sobre o contexto político areia-branquense. Não a conhecendo, seria no mínimo leviano, chamá-la de piegas ou subserviente. Jamais o faria. Por princípio e por educação. Permita-me uma sugestão: trabalhe para que os areia-branquenses residentes em Mossoró que tenham realmente serviços prestados a Areia Branca, sejam reconhecidos. SEM PIEGUISMO OU SUBSERVIÊNCIA, de preferência.
Tenho 76 anos, sou professora aposentada, e nos limites de minha idade cuido dos meus “esquecidos”. Cuide dos seus, com a galhardia que diz ter, sem precisar ser subserviente, último dos sentimentos do ser humano. Que Deus o abençõe.
Prezada Aldenira Santos,
Por razões que não gostaria de torná-las públicas, gostaria imensamente de ter a oportunidade de corresponder-me com a senhora, garantindo-lhe total respeito e antecipando uma das razões: sou filho de uma professora e de um marítimo, ambos areia-branquenses. Meu e-mail, à sua disposição é: josealcindodesouza@yahoo.com.br
Recebi de um dos meus filhos um “chamamento de atenção” em face de ter exposto meu nome, profissão e idade (que não está correta: é 67 e não 76 anos). Confesso que fiquei preocupada e telefonei para algumas amigas da velha guarda de Areia Branca. E pasmem: para meu conforto e segurança todas as informações que recebi do Alcindo são de que se trata de uma excelente pessoa, realmente antenado e preocupado com as coisas de sua terra. Declino, por enquanto, do convite para acessar seu e-mail, por motivos particulares, mas reafirmo o meu posicionamento e propósito de cuidar dos “esquecidos” levando às futuras gerações os exemplos de suas vidas. Deus o abençõe.