segunda-feira - 04/03/2013 - 10:04h
Pós-condenação

José Dirceu faz palestra hoje em Natal

O ex-ministro chefe da Casa Civil no Governo Lula (PT), José Dirceu (PT), é presença especial hoje em Natal.

Ele participará de evento comemorativo do Partido dos Trabalhadores (PT), às 19h, na Assembleia Legislativa.

Sua palestra é ponto alto por mais um ano de aniversário do partido.

Desembarca em Natal carregando, nas costas, condenação por participação ativa no caso que ficou conhecido como o escândalo do “mensalão”.

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Categoria(s): Política

Comentários

  1. João diz:

    Sugiro a leitura do livro “A outra história do mensalão” (da Geração Editorial), do jornalista Paulo Moreira Leite:

    Paulo Moreira Leite: A outra história do mensalão
    Do Vi o Mundo

    Uma verdade incômoda

    por Willian Novaes, da Geração Editorial

    Neste livro corajoso, A Outra História do Mensalão – As contradições de um julgamento político (R$ 34,90, pag. 352), independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator-chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer a regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.

    Os acusados estavam condenados – por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos — antes do julgamento começar.

    Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes eles se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.

    Este livro contém os 37 capítulos publicados pelo autor em blog que mantinha em site da revista Época, durante os quatro meses e 53 sessões no STF. A estes artigos Moreira Leite acrescentou uma apresentação e um epílogo, procurando dar uma visão de conjunto dos debates do passado e traçar alguma perspectiva para o futuro.

    O prefácio é do reconhecido e premiado jornalista Janio de Freitas, atualmente colunista da Folha de S. Paulo. Esse é o 7° titulo da coleção Historia Agora, lançada pela Geração Editorial, entre os livros desta coleção está o best seller, A Privataria Tucana.

    Ler esses textos agora, terminado o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal Justiça, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, aterrador.

    Como no inquietante Processo, romance de Franz Kafka, no limite podemos acreditar na possibilidade de sermos acusados e condenados por algo que não fizemos, ou pelo menos não fizemos na forma pela qual somos acusados.

    Num gesto impensável num país que em 1988 aprovou uma Constituição chamada cidadã, o STF chegou a ignorar definições explícitas da Lei Maior, como o artigo que assegura ao Congresso a prerrogativa de definir o mandato de parlamentares eleitos.

    As acusações, sustenta o autor, foram mais numerosas e mais audaciosas que as provas, que muitas vezes se limitaram a suspeitas e indícios sem apoio em fatos.

    A denúncia do “maior escândalo de corrupção da história” relatou desvios de dinheiro público mas não conseguiu encontrar dados oficiais para demonstrar a origem dos recursos. Transformou em crime eleitoral empréstimos bancários que o PT ao fim e ao cabo pagou.

    Culpou um acusado porque ele teria obrigação de saber o que seus ex-comandados faziam (fosse o que fosse) e embora tipificasse tais atos como de “corrupção”, ignorou os possíveis corruptores, empresários que, afinal, sempre financiaram campanhas eleitorais de todos, acusados e acusadores.

    Afinal, de que os condenados haviam sido acusados? De comprar votos no Congresso com dinheiro público, pagando quantias mensais aos que deveriam votar, políticos do próprio PT – o partido do governo! – e de outros partidos.

    Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito. Mas – ao contrário do que aconteceu agora – o fato foi considerado pouco relevante e não mereceu nenhuma investigação oficial.

    Dois pesos, duas medidas. Independentemente do que possamos aceitar, nos limites da lei e de nossa moral, o fato é que, se crimes foram cometidos, os criminosos deveriam ter sido, sim, investigados, identificados, julgados e, se culpados, condenados na forma da lei. Que se repita: na forma da lei.

    É ler, refletir e julgar. Há dúvidas – infelizmente muitas – sobre se foi isso o que de fato aconteceu.
    Fonte: //www.viomundo.com.br/politica/paulo-moreira-leite-a-outra-historia-do-mensalao.html

  2. Inácio Augusto de Almeida diz:

    “Sua palestra é ponto alto por mais um ano de aniversário do partido.”
    E não podia ser diferente.

  3. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Petrobras desmonta o canteiro de obras da refinaria Premium4 de março de 2013 às 10:43

    Jornalista constata paralisação do projeto em Bacabeira
    Em contato com a Redação do Jornal Pequeno, o jornalista Isaias Rocha, autor do ‘Blog de Bacabeira’, veiculado no portal ‘Folha Maranhão’, confirmou ontem que o canteiro de obras da refinaria Premium I, da Petrobras, começou mesmo a ser desmontado no município de Bacabeira.
    O jornalista esteve no local, neste final de semana, e encaminhou à Redação do JP fotografias que mostram a retirada de equipamentos que seriam usados na construção do empreendimento, que corre sério risco de não mais ser construído por falta de investimentos da Petrobras.
    Fonte: Jornal Pequeno de São Luís do Maranhão.
    ///
    Será que o Zé Dirceu vai conseguir explicar como eles estão conseguindo quebrar a Petrobrás?
    Aqui em Mossoró o desmonte já começou.
    Ou não?
    Por falar em Mossoró, os professores da rede pública estão recebendo o piso salarial da categoria que é de 1.562 reais?
    O repasse do Fundeb para os municípios, este ano, será aumentado em 13.92%, seguindo o Ministro da Educação Aloísio Mercadante.
    De quanto foi o aumento concedido aos professores em Mossoró?
    /////////
    Professores,petroleiros, estudantes, venham para a MARCHA POR MOSSORÓ.
    MARCHA POR MOSSORÓ, DIA 9 DE MARÇO, 9 HORAS, PRAÇA DO PAX.
    Que Deus nos ajude.

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