Do The News e BCS
As caixas amarelas passaram a dominar as portarias do Brasil. Mas para manter a hegemonia, o Mercado Livre resolveu abrir o cofre e anunciar um investimento recorde de R$ 57 bi para 2026.O montante representa um salto de 50% em relação ao ano passado. No fundo, o que o Meli quer é não enxergar a Shopee e a Amazon na frente.
Amazon: A Big Tech já ultrapassou a marca de 250 centros logísticos por aqui. Para completar, acaba de fechar um acordo estratégico com a Casas Bahia, que passa a entregar produtos com selo Prime.
Shopee: A plataforma já é a 2ª maior do Brasil em tráfego e volume de vendas, com faturamento na casa dos R$ 70 bi/ano. Eles abriram seu 16º CD e prometem reduzir prazos de entrega pela metade em várias regiões.
Para onde vai todo esse dinheiro? Com foco na entrega rápida, o Meli vai abrir 14 novos galpões logísticos, chegando a 42 unidades totais. Essa expansão deve gerar 10 mil novos postos de trabalho na empresa, que alcançará 70 mil colaboradores no país até o fim do ano.
Além dos galpões, o dinheiro também vai fortalecer o marketplace e do Mercado Pago, que continua sendo o braço financeiro essencial para segurar o usuário dentro do ecossistema.
Mas tudo tem um preço… No 4T de 2025, o lucro líquido da companhia caiu 14% YoY, e a margem operacional recuou de 13,5% para 10,1%. Basicamente, o Mercado Livre está queimando gordura hoje para garantir escala e dominância amanhã.
O Brasil é o coração do grupo, respondendo +52% da sua receita total. O Mercado Livre é uma das maiores plataformas de comércio eletrônico e serviços financeiros da América Latina — uma espécie de “shopping virtual” onde pessoas e empresas compram e vendem produtos, além de oferecer soluções de pagamento, logística e crédito. Na verdade, é hoje um ecossistema virtual amplo.
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