Natal está assolada pela dengue. O avanço é em sentido geométrico, sem escolher alvo por classe social.
O esquelético e vigoroso Aedes está mandando ver.
Nesses dias na capital, é comum conversar com ex-vítimas ou alguém que tenha familiar ou amigo infectado.
Imagino o estrago da doença em municípios com menor estrutura sanitária e de escassa influência política. Vira pandemia.
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