Em Brasília, os discursos são em favor da reforma política, contra os partidos naninos e as siglas de aluguel. Esquecem de apontar quem são os principais mercadores, negociantes e traficantes nesse comércio fétido: as grandes siglas. Querem nos fazer acreditar que a corrupção é unilateral. Existiria o corrompido, sem o corruptor.
Esbravejam contra o toma-lá-dá-cá, vociferam contra o mercado persa do voto e não avançam em nada. Tudo retórica. Da boca para fora.
Essa geração, sobra do período de trevas do regime militar, não tem mais o que oferecer ao país e ao seu povo.
Como pode existir fidelidade partidária, zelo a compromissos com o povo, se nas eleições deste ano, cada um dos 167 municípios no RN têm um conchavo, um arrumado, um acerto e um escambo próprios?
O senador Garibaldi Filho (DEM) é adversário do também senador José Agripino (DEM) em Natal, mas em concubinato político em Mossoró; está junto com a governadora Wilma de Faria (PSB) em Natal, mas separados em Apodi.
Melhor o retorno da candidatura avulsa e o fim dos partidos. Seríamos menos idiotizados e a política definitivamente estaria com status de uma "Feira do Alecrim" (Natal), "Vuco-vuco" (Mossoró) ou a de São Cristovão (Rio). São ambientes mais confiáveis e honestos.
olha só Carlos Santos o que encontro como significado brilhantemente inserido no seu post mais recenet.:
s. f.,
ato ou dito próprio de palhaço;
agrupamento de palhaços;
cena burlesca;
truanice.
Ao final desta leitura veio a lembrança de dois extintos cabarés famosos aqui na nossa cidade: Creuza e Dolores. Eram duas irmãs que administravam bem os seus negócios.
Ainda sobre os cabarés das irmãs Creuza e Dolores, (hoje com nomes diferentes: casa de drinks, casa de massagens, anjo gabriel, tia…), estas empreendedoras do ramo sempre aqueciam os seus negócios (no bom sentido) fazendo permutas com as meninas que lá “trabalhavam”.