Se não houver mais qualquer modificação até o registro das coligações, prazo-limite no sábado (5), a tendência é de que o governismo ocupe a grande maioria das cadeiras. Repetiria o desempenho de 2004.
O DEM, partido da prefeita Fafá Rosado, até aqui sem nenhum partido coligado, tem cinco vereadores. Porém, é pouco provável que reitere o feito ou o amplie. A menos que ocorra um fenömeno com explosão de votos de alguns nomes disponíveis.
É iminente que o DEM perca cadeiras, no máximo elegendo três vereadores.
Já o PMDB, aliado ao PV, com atuais dois vereadores, trabalha para no mínimo ratificar o espaço na bancada ligada à prefeita. Uma terceira vaga é um pouco difícil mais distante. Entretanto é factível.
O PDT, que está noutra faixa de aliança proporcional governista, também possui dois vereadores. Não deve ser descartado que atinja mais uma.
O PSL encabeça outra coligação governista. Detém uma vaga na atual legislatura e tem meios para confirmar sua posição ao lado dos outros partidos coligados. Uma segunda vaga é mais distante.
A coligação puxada por PSB-PT deve conquistar duas cadeiras na Câmara de Vereadores. Uma terceira não deve ser descartada a partir do desempenho da majoritária, com a candidata a prefeito Larissa Rosado (PSB).
O bloco PR/PCdoB/PTC – que sustenta a postulação a prefeito do vereador Renato Fernandes (PR), tem no mínimo uma vaga à mão. A segunda dependerá do desempenho da chapa majoritária. Viria por gravidade.
Pelo menos duas vagas estariam soltas, a partir dessa avaliação genérica. Uma série de fatores pesa e pesará na escalação final dos 13 vereadores à próxima legislatura.
Dos 12 vereadores que tentam a reeleição, mesmo com o desgaste da legislatura, a maioria é favorita à reeleição. Possuem estrutura e o sabem melhor o "caminho das pedras".
Não ocorrendo qualquer “solavanco”, a renovação será reduzida. Talvez uns cinco rostos diferentes. Se chegar a mais de 50% (a câmara tem 13 vagas) será algo raro na história do legislativo mossoroense.
É bom não ser ignorado, que o quociente eleitoral tende a ser da ordem de 10.100 votos.























Carlos Santos, seria triste constatar que a renovação da Câmara Municipal de Mossoró não passaria de 50%. Dos treze vereadores, pelo menos dez não são dignos de continuar no legislativo mossoroense.