Qual a real leitura que pode ser feita da entrevista da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), ontem ao meio-dia, ao programa "O observador polÃtico" da FM 93 (Mossoró), com retransmissão da TV Mossoró?
De saÃda, admitirmos que podem ser feitas infindáveis ilações. Algumas com base no possÃvel, outras no provável e aquelas que não chegam ao piso do irrealizável, em se tratando de polÃtica contemporânea potiguar.
De antemão, é bom assinalarmos que o programa existe há 30 anos, sob o comando do ex-deputado federal LaÃre Rosado (PSB), adversário polÃtico de Rosalba. Ressalte-se, também, que rádio e TV compõem grupo de comunicação sob liderança da deputada federal Sandra Rosado (PSB), prima e adversária de Rosalba.
Não deve ser ignorado, que desde que surgiu para a polÃtica em 1988, como candidata vitoriosa à Prefeitura de Mossoró – ao superar o próprio LaÃre, Rosalba era convidada ao programa. Não por acaso, aceitou agora.
Dificuldade de "agenda", justificou ela, a deixara por 22 anos sem atender à convocação. "Engana-me que eu gosto", diria a verve popular.
Em essência, a entrevista serviu as duas partes: Rosalba e o rosadismo de Sandra.
Para a senadora, canal para vender sua própria imagem e revelar-se aberta à afinação até com o mais recalcitrante dos contendores, até bem poucos anos, ou seja, o grupo da deputada.
Em relação ao rosadismo, plasmou conceito de flexibilidade e pluralidade de seus veÃculos de comunicação, além de sinalizar que não está acuado e sem saÃda na campanha-2010. Uma composição "branca" com a "Rosa", em plena disputa que se avizinha, é mais do que possÃvel. Depende da necessidade de sobrevivência.
"FafaÃsmo" e o "monstro"
Houve um tempo em que o clã Rosado era monolÃtico, indivisÃvel e inquebrantável. Depois passou a dividir-se para somar. Hoje está fracionado.
Desde o advento do chamado "fafaÃsmo", representado pela prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), mas simbolizado pelo despreparo polÃtico-gerencial do seu irmão, o chefe de Gabinete Gustavo Rosado (PV), que os Rosado estão em xeque. A perigo.
Para o filósofo Thomas Hobbes, "o homem é o lobo do homem"; Gustavo é o monstro da própria famÃlia, coadjuvado por uma irmã incapaz de organizar um bilhete inteligÃvel. Daà a reprovação do governo – 67,5% – em pesquisa recente.
As bandas que realmente fazem polÃtica, na famÃlia Rosado, têm um problema comum: sobreviver para crescer. O chamado fafaÃsmo, é o estorvo. Uma ameaça criada pelo esquema de Sandra Rosado em 2000 (em campanha eleitoral perdida para a própria Rosalba) e reinventada pelo casal Carlos Augusto (DEM)-Rosalba em 2004.
Portanto, a entrevista foi ótima ou mesmo excelente às partes. E a negativa de Rosalba em avaliar o governo da sucessora, outra vez, mexeu com os nervos da enfermeira "Fafá" e seu lÃder – agitador cultural Gustavo Rosado.
As primas Sandra e Rosalba Ciarlini Rosado começaram a campanha. O tom será de não-agressão e hipotética soma, se assim for necessário. Em separado, mas não necessariamente em extremos passionais e de atitudes.
* Veja mais adiante a segunda parte dessa matéria analÃtica, com abordagem sobre as mensagens subliminares da entrevistas, que devem dar o tom da campanha de Rosalba ao governo.
Foto – Tirada em 2007, em que aparecem as primas e "adversárias" Sandra (PSB) e Rosalba Ciarlini Rosado (DEM) ao lado dos deputados federais Rogério Marinho (PSDB-RN) e Rodrigo Maia (DEM-RJ).























Ora Ora! Mas não é assim que o agitador irmão da Senhora Fafá nem muito menos o capitão da trupe Sr prof Francisco Carlos e alguns fieis seguidores recharçam a entrevista no xeque mate que foi visivelmente mantido pela Senadora Sra Carlos Augusto. Todo mundo sabe que o capitão Sr prof Fco Carlos e seus seguidores avaliam como BEM, SUPER BEM E MUITO MAIS QUE BEM a gestão de brincadeirinha da Sra Fafá. Tem muitas brincadeirinhas diria até impróprias para complementar meu comentário que eles da gestão Ãmpar da Sra Prefeita fafá e inclusive o senhor primeiro damo aprendiz de polÃtico o guitarrista tremendão dispõe como contribuição e razão de fazer polÃtica local. Está na hora dessa turma relaxar e seguir o conselho da paulistana Marta Suplicy … o tempo deles está com dias contados como está alguns da gestão da “vagalume” Micarla.