A saída dos secretários João Faustino (Articulação Política) e Levi Jales (Saúde) da administração Micarla de Sousa (PV) aprofunda a crise de gestão em Natal.
Em menos de 90 dias, Micarla tem obtido escassas conquistas. Anda em círculos.
As duas mudanças ajudam a pintar esse quadro. Ela vive gerenciando pepinos e satanizando o antecessor, Carlos Eduardo Alves (PSB). Está em busca da batida perfeita à gestão.
Por enquanto, está envolvida pelo “samba-do-governo-tonto”.
Para piorar o ambiente, outros dois auxiliares estão ensaiando pegar o boné.
Leio Diógenes Dantas adiantando que Fernando Rezende, chefe do Gabinete Civil, retornará ao Tribunal Regional Federal (TRF) em Recife.
Carlos Guedes, secretário de Tributação, cuida da saúde da esposa. É pouco provável que retorne ao cargo.
São muitas baixas para tão pouco tempo de governo. Muito barulho e pouca afinação.
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