A possibilidade iminente de eleição indireta para governo do RN, com provável renúncia da governadora Fátima Bezerra (PR), além da recusa do vice Walter Alves (MDB), em assumir (veja AQUI), não é fato isolado. No Rio de Janeiro, há uma novela parecida.
Com a provável renúncia do governador Cláudio Castro (PL) para disputar o Senado, a Assembleia Legislativa do Estado do RJ (ALERJ) escolherá alguém para o “governo-tampão”.
Desde maio do ano passado, o vice-governador Thiago Pampolha resolveu renunciar ao cargo para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado (TCE). O RJ ficou órfão de vice.
Prisão
Cenário piorou, com o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, preso pela Polícia Federal (PF). Ele é suspeito de vazar dados sobre uma operação contra o deputado estadual Tiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias.
Bacellar segue afastado do cargo, apesar de ter sido solto. O novo presidente da Alerj, Guilherme Delaroli (PL), entendem alguns consultores jurídicos, não poderia assumir o governo por ser interino.
Então, na linha sucessória, pode sobrar para o presidente do Tribunal de Justiça do TJ, desembargador Ricardo Couto de Castro, o abacaxi da governança. Em 30 dias de vacância, deve assegurar eleição na Alerj para escolha do governador-tampão até o fim do ano.
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