“A autoridade que não é equilibrada, é tirania”.
Cesare Cantù
Jornalismo com Opinião
“A autoridade que não é equilibrada, é tirania”.
Cesare Cantù
Às 10 horas dessa sexta-feira (12), atendo a convite de João Graciliano, o “Joãozinho GPS”, para conversarmos sobre política no programa “Super Manhã Difusora”.
É a Rádio Difusora de Mossoró, prefixo 1.170Khz.
Confirmado.
Até lá.
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O governador Robinson Faria empossou o novo Defensor Público-Geral do Rio Grande do Norte para o biênio 2018/2019, Marcus Vinicius Soares Alves, na tarde desta quinta-feira (11), em Natal.
O defensor foi escolhido para o cargo a partir de uma lista tríplice formada pela categoria, na qual obteve mais de 90% dos votos válidos.
O novo Defensor Público-Geral do Estado é natural de Natal, graduado em direito e pós-graduado em gestão pública e atuou como defensor público desde 2011, tendo passagem nas áreas criminal, defesa da mulher vítima de violência e cível.
Ele substitui Renata Alves Maia, que ocupava o cargo desde janeiro de 2016.
Com informações do Governo do RN.
Em suas redes sociais na Internet, o ministro da Defesa do Governo Michel Temer (MDB), Raul Jungmann, anuncia que as Forças Armadas vão continuar no Rio Grande do Norte, mesmo com o retorno de policiais militares e civis às suas atividades normais.
Jungmann assinala que dos 2.800 homens convocados ao estado, a pedido do governador Robinson Faria (PSD), pelo menos mil deverão ainda permanecer por mais um tempo.
E avisou: “Em condições de pronto emprego, caso se faça necessário e o Presidente determine. Missão cumprida.”
No caso de Mossoró, a remoção da tropa de 300 homens que chegou à cidade no dia 30 do mês passado, já começou a acontecer gradualmente.
Esclarecimento do ministro
Ele lembra, que “sobre pedidos ajuda das Forças Armadas, apenas governadores, em caso de segurança pública (Garantia da Lei e da Ordem-GLO), podem fazê-los”. Porém destacou: “mas não pode ser preventivamente”.
No caso das tropas que foram destinadas a Mossoró, a Prefeitura Municipal chegou a divulgar informação inverídica de que “uma carta” da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) ao presidente Temer teria sido determinante à decisão (veja: Prefeita atrai para si mérito da chegada de tropas federais).
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A Rede Sustentabilidade no Rio Grande do Norte trabalha para apresentar candidatos para a disputa eleitoral de 2018.
Um dos nomes avaliados pela agremiação é o do guarda civil João Napoleão.
Ele é um nome que começa a ser trabalhado ao Senado Federal.
O convite para que Napoleão seja candidato foi feito pessoalmente pelo porta voz estadual da Rede no RN Freitas Júnior.
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Como o Blog Carlos Santos antecipou (veja AQUI) em primeira mão, o PCdoB do Rio Grande do Norte resolveu tomar posição quanto ao pacote de “ajuste fiscal” do Governo Robinson Faria (PSD), do qual faz parte.
Os projetos que implicam em aumento de alíquota previdenciária, venda de ações da empresa Potigás e outas medidas, são reprovados pelo partido.
Sua posição oficial foi apresentada em nota à população hoje ao final da tarde.
Também houve encaminhamento pessoal de exoneração do filiado Francisco Canindé de França, secretário de Estado do Esporte e Lazer, ao governador Robinson Faria. Ele estava na pasta desde fevereiro de 2016.
Mas não há manifestação de rompimento com o governo, que tem como vice-governador o ex-deputado Fábio Dantas, da sigla. Sua mulher, Cristiane Dantas, é também do partido, e deputada estadual.
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Uma parte dos deputados estaduais do RN não conseguiu chegar à Assembleia Legislativa à manhã/tarde de hoje, onde ocorreu uma sessão extraordinária (veja AQUI). Nas cercanias, manifestantes sindicais do serviço público partiram pro confronto com a polícia e hostilizaram alguns parlamentares.
O caso mais delicado envolveu o deputado e ex-presidente da AL Ricardo Motta (PSB).
Por pouco não é agredido fisicamente. Precisou da proteção da polícia para conseguir passar, mas não escapou de impropérios diversos.
No plenário, na sessão extraordinária, os deputados presentes à sessão extraordinária não votaram qualquer um dos 18 projetos do ajuste fiscal pretendido pelo Governo Robinson Faria (PSD).
Tudo ficou adiado para a próxima semana.
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O Governo Robinson Faria (PSD) enfrentou sua primeira derrota no interesse de aprovar o pacote de 18 projetos de ajuste fiscal, que denomina de “RN Urgente”. A Assembleia Legislativa não aceitou dispensar a tramitação normal das matérias.
Após intensas negociações e reuniões, além de muita pressão de manifestantes fora da sede da AL, o que até impediu vários deputados de chegarem à Casa, ficou definido que nada tramitará em regime de urgência.
Os projetos tramitarão normalmente pelas comissões técnicas até serem apresentados em plenário.
É tensa a situação no interior da Assembleia Legislativa e em seu entorno, à manhã de hoje (quinta-feira, 11), quando começa processo de apreciação do pacote de ajuste fiscal do Governo Robinson Faria (PSD).
Desde à noite passada que houve mobilização da segurança, no sentido de tomar medidas preventivas na área, para evitar maiores incidentes.

Policiamento contém manifestantes e impede que tenham acesso à Assembleia Legislativa (Foto: cedida)
O uso de grades metálicas impede o acesso de populares e servidores públicos ao interior da Casa.
O policiamento usa bombas de efeito moral e escudos para conter manifestantes.
Até para que deputados tenham acesso ao prédio, na Cidade Alta em Natal, está complicado.
A sessão extraordinária marcada para hoje, às 10h, não tem hora para começar. Se começar.
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Neste momento, na Assembleia Legislativa, representantes da cúpula do PCdoB no Rio Grande do Norte apresentam à deputada estadual Cristiane Dantas a decisão tomada pela legenda à noite passada.
Quer que ela vote contra o pacote de “ajuste fiscal” do Governo Robinson Faria (PSD), formado por 18 mensagens.
Também ficou definido que o PCdoB vai anunciar ainda hoje oficialmente a saída da base governista, posição já adiantada ao vice-governador Fábio Dantas.
À reunião da Comissão Política do PCdoB à noite passada em Natal (veja AQUI), Fábio Dantas não compareceu, apesar de ser membro do colegiado.
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Várias portarias começaram a ser publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE), com exoneração de pessoas ligadas à ex-secretária de Estado da Habitação, Trabalho e Ação Social (SETHAS) Julianne Faria (sem partido).
Ela desligou-se do cargo e do partido (PSD) no mês passado, em meio à séria crise político-administrativa no governo.
Entre os desdobramentos, também houve a própria separação conjugal do marido-governador Robinson Faria (PSD), com processo já tramitando em Vara de Família na capital.
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Avançou pela madrugada de hoje (quinta-feira, 11), a operação de guerra montada pela Governadoria, para convencimento à aprovação dos 18 projetos que tratam do “ajuste fiscal” do Governo do Estado.
O próprio governador Robinson Faria (PSD) não largou o celular, disparando ligações e apresentando (reiterando) argumentos para que as matérias sejam aprovadas, “para o bem do Rio Grande do Norte”.
Noutra frente, sindicatos e servidores isoladamente agiram da mesma forma, cobrando reprovação dos projetos, denominado de “pacote de maldades”.
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Por François Silvestre
Até a bagunça tem serventia. Nesse caso, é a bagunça institucional que põe uma fresta de luz na escuridão do seu tumulto.
Do que falo? (do verbo falar) Da desnomeação de uma “ministra do trabalho”.
A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), a filha de Roberto Jefferson, co-operador do mensalão, sob a chefia de Zé Dirceu, foi nomeada por Michel Temer, que tem prerrogativas para tal, no meio do escambo para mexer na Previdência. Mexer não é reformar.
Aí, um Juiz, devidamente provocado, decidiu suspender a posse da distinta. É uma bagunça institucional? É.
Porém, entretanto mas porém, essa decisão traz a marca da serventia.
Foi um serviço prestado à moralidade.
O tucanato e o peteberato não podem reclamar, posto que aplaudiram essa mesma ação quando o despossado foi Lula, o indicado para a “casa civil”.
Mesmo com a serventia configurada, não se nega o reinado da bagunça.
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“É sempre melhor que quem nos incute medo tenha sempre mais medo do que nós”.
Umberto Eco
A intenção do Governo Robinson Faria (PSD) de colocar a Potigás à venda, no processo de “ajuste fiscal”, para tentar reordenar as contas do estado, tem reação do pessoal da empresa.
Eles divulgam uma “Carta Aberta à Sociedade”, em que argumentam ser um erra essa eventual negociação. Leia abaixo:
A Companhia Potiguar de Gás é uma sociedade de economia mista, que tem como sócios o Estado do Rio Grande do Norte e a Petrobras Gás S/A, e é responsável pela distribuição exclusiva do gás natural canalizado no território estadual. Tem como função social ser a principal indutora do desenvolvimento econômico do Estado, através da atração e manutenção das empresas que geram emprego, renda e arrecadação de impostos.
A empresa se mantém da venda de gás natural e não depende nem consome recursos estaduais para o pagamento de sua folha e ou ainda de seus investimentos. Investimentos esses que, nos últimos cinco anos, ultrapassaram os R$ 37 milhões para trazer infraestrutura para o estado. Isso significa que a eventual venda da companhia não traria nenhum resultado positivo para a redução das despesas do estado.
Pelo contrário, como a Potigás é uma empresa superavitária, ou seja, repassa dividendos anualmente para o Estado do Rio Grande do Norte, sua venda implica na redução da arrecadação estadual. Da mesma forma, como seus empregados são todos celetistas e ligados ao Regime Geral da Previdência, os funcionários da Potigás também não impactam nas despesas do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Norte (IPERN).
Considerando que o capital social da Potigás é dividido entre os seus sócios na proporção de 17% do Estado do Rio Grande do Norte e 83% da Gaspetro, uma possível venda renderia cerca de R$ 9 milhões, segundo o último balanço patrimonial da companhia, publicado em abril de 2017.
O valor é irrisório para as necessidades do governo, visto que a folha de pagamento mensal do Estado fica em torno de R$ 430 milhões e o déficit previdenciário mensal é de cerca de R$ 130 milhões. Além disso, o valor referente à distribuição de dividendos ao Estado, por parte da Potigás, em até cinco anos, deve superar o montante que seria arrecadado com uma venda.
Por todos esses motivos, a venda da Potigás só tende a prejudicar o Rio Grande do Norte gerando, inclusive, incerteza no setor industrial, com real possibilidade de descontinuidade de operações de indústrias no estado, ocasionando desemprego e diminuição da arrecadação estadual, agravando a crise fiscal em que o Estado se encontra.
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O governador Robinson Faria (PSD) vetou o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa, que instituía a Região Metropolitana de Mossoró (RMM). A matéria foi apresentada pelo deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”.

Criação de Região Metropolitana fortalece perfil de cidade polo de Mossoró (Foto: autor não localizado)
Segundo arguiu o governador, para o veto, “apesar de reconhecer que a intenção do legislador estadual apresenta elevada importância (…), projeto aprovado pelo Parlamento Estadual afronta normas constitucionais, pois busca criar e definir atribuições para o Poder Executivo, matéria reservada à iniciativa do Chefe do Poder Executivo.”
Mossoró além de seus limites
O deputado Souza destacou em sua justificativa, do projeto aprovado no dia 12 de dezembro passado (veja AQUI), que a RMM seria ponto de partida para o tratamento de questões nos campos da Saúde, Educação, Transporte, Segurança, Infraestrutura, Economia etc. de forma conjunta na região da qual Mossoró é polo. “Mossoró pensada além de seus limites, numa área de mais de 420 mil habitantes”, assinalou.
“Espero que a proposição, considerada de elevada importância pelo governador, possa ser apresentada por ele mesmo e institucionalizada, pois será um fator legal e técnico de suma importância para o desenvolvimento da região ao longo dos próximos anos e décadas, como ocorre em outros estados com municípios com as mesmas características”, disse o deputado.
Com informações do Governo do Estado e Assessoria do Deputado Souza.
O deputado Kelps Lima (SDD) vai dar entrada na segunda-feira (15) na Assembleia Legislativa com uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que proíbe governador, deputados estaduais e chefe do Poder Judiciário, Procurador Geral de Justiça (MP) e Presidente do Tribunal de Contas de receber salário em dia quando os vencimentos dos servidores públicos estiverem atrasados.
“O que ficou muito claro nesta crise atual que estamos vivendo: os órgãos de fiscalização não cumpriram seu papel. Robinson atrasou os salários dos servidores por 1 ano e meio e nada foi feito. Somente quando os duodécimos, que são os repasses para os Poderes, começaram a atrasar, e o câncer administrativo começou a se espalhar de forma mais contundente, esses órgãos começaram a pressionar o Executivo”, ilustra Kelps.
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Policiais militares e bombeiros militares estão de volta às suas atividades normais no RN, da capital ao interior, após promoverem a denominada “Operação Segurança com Segurança”, desde o dia 19 de dezembro.
Assembleia geral hoje no Clube Tiradentes, em Natal, aprovou o Termo de Compromisso do Governo do Estado, com 25 pontos. Entre eles, garantia de pagamentos em atraso.

Militares formalizaram termo de compromisso com 25 pontos, aprovado hoje em assembleia (Foto: cedida)
No dia passado, essa posição já tinha sido antecipada em outra assembleia, ficando em aberto apenas essa posição oficial do governo.
O governador Robinson Faria (PSD) aceitou os pleitos e houve entendimento para que gradualmente sejam atendidos alguns pontos mais delicados da pauta.
Compromissos
Os 25 compromissos assumidos pelo Governo são subscritos por várias autoridades, entre elas o governador Robinson Faria, advogados e representantes das associações representativas da classe.
Dentre os termos acordados entre a categoria e os representantes do Estado estão o pagamento do salário referente a dezembro aos servidores ativos, pensionistas e reservistas até o dia 12 do corrente, bem como o pagamento do 13º por meio de operação de crédito aprovada por projeto de lei até o dia 30 de janeiro.
Amanhã às 10h, na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (SESED), a secretária Sheila Freitas, o comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Osmar Oliveira, o comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, coronel Sócrates Vieira, e a delegada-geral da Polícia Civil do RN, Adriana Shirley, esclarecerão aos jornalistas os pontos da negociação com as entidades representativas das forças de segurança do Estado.
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Os técnicos administrativos da Universidade do Estado do RN (UERN) também decidiram entrar em greve. Resolução saiu em assembleia à manhã de hoje (quarta-feira, 10).
Em novembro do ano passado, eles rejeitaram a proposta de paralisação. Já os integrantes da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) estão parados desde o dia 10 daquele mês.
Nesta quarta-feira, o movimento do professorado chega ao seu 61º dia. São dois meses de greve, sem qualquer avanço em negociações com governo.
Leia também: Alguém sabe que hoje faz dois meses de greve na Uern?
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O Governo Robinson Faria (PSD) precisa de 13 votos para aprovação “de cabo a rabo”, na Assembleia Legislativa, do pacote de 18 projetos do denominado “ajuste fiscal”.

Deputados José Dias, Ezequiel Ferreira, Robinson e deputado Dison Lisboa empunham projetos (Foto: Ivanízio Ramos)
Nos bastidores, a contabilidade governista aponta que o número está praticamente fechado. A articulação na Casa é principalmente do seu presidente, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).
O que ainda gera maior dificuldade é o endosso à mensagem que trata do aumento da alíquota de contribuição previdenciária do servidor estadual, de 11 para 14%.
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A Comissão Política do PCdoB no Rio Grande do Norte vai se reunir às 18 horas de hoje (quarta-feira, 10), na sede partidária em Natal.
Na pauta, avaliação da crise financeiro-administrativa e política no governo estadual e posição a ser adotada pela legenda.
Integrado por 14 membros, entre eles o vice-governador Fábio Dantas, o colegiado deve colocar em apreciação à própria conduta dele no governismo.
Há uma corrente numerosa e influente que defende rompimento com governo e inclinação para aliança com o PT da senadora Fátima Bezerra.
Fábio e sua mulher e deputada estadual Cristiane Dantas, também do PCdoB, dificilmente deverão estar no partido na campanha estadual deste ano.
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A Assembleia Legislativa definiu calendário para apreciação e votação do pacote fiscal do Governo do Estado. São 18 projetos que deverão ser analisados pela Casa.
Quinta-feira-feira (11):
– Sessão para aprovação da convocação extraordinária, às 10h;
– Reunião de líderes.
Sexta-feira (12):
– Sessão e votação das mensagens, às 10h;
Caso não seja possível votar tudo, à próxima semana, em data a ser definida, haverá sequência da votação.
Leia também: Deputados vão votar 18 projetos para “ajuste fiscal” do RN.
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