Há mais de um mês que representantes da mídia convencional de Mossoró (rádio, jornal e TV), com exceção do Jornal de Fato, aguardam uma audiência com o prefeito Francisco José Júnior (PSD).
Até aqui, sem resposta.
Mas esta semana, sai.
Ô!!
Jornalismo com Opinião
Há mais de um mês que representantes da mídia convencional de Mossoró (rádio, jornal e TV), com exceção do Jornal de Fato, aguardam uma audiência com o prefeito Francisco José Júnior (PSD).
Até aqui, sem resposta.
Mas esta semana, sai.
Ô!!
O governador Robinson Faria (PSD) tem uma semana decisiva.
O servidor estadual que o diga.
A semana fecha o mês de janeiro, o primeiro sob a gestão do novo governador.
A expectativa é quanto ao pagamento da folha de pessoal, que durante boa parte da administração Rosalba Ciarlini (DEM) foi paga aos “pedaços”.
Aguardemos, pois.
Veja O Estado de São Paulo
Apesar de terem começado seus mandatos prometendo austeridade e anunciando cortes de cargos, secretarias e despesas para ajustar as contas públicas em 2015, treze dos 27 governadores brasileiros autorizaram reajustes dos próprios salários e os dos seus secretários. Os aumentos foram aprovados pelas Assembleias Legislativas às vésperas do recesso parlamentar, no fim do ano passado. Isso fez com que houvesse pouca repercussão na ocasião.
Os valores variaram bastante. Foram de 4,3%, caso do tucano Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo – o menor aumento –, até 100%, no caso do Rio Grande do Norte. No Estado nordestino, o salário do governador Robinson Faria (PSD), que venceu na disputa do ano passado o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), foi ampliado de 11.000 para 22.000 reais. No caso do vice-governador, Fábio Dantas, do PCdoB, o salário passou de 9.000 para 17.500 reais.
Leia também: Sartori recua e desiste de aumentar o próprio salário
Os secretários passaram a receber 14.000 reais por mês. Antes o salário era de 8.000 reais. No começo do ano, o chefe do Executivo potiguar tomou posse prometendo reduzir o custo da máquina pública e rever contratos.
Segundo a chefe do gabinete do governador, Tatiana Mendes Cunha, Faria concordou com o aumento para os secretários por achar não ser possível “contratar nenhum técnico competente com o salário anterior”. Ela diz que, para compensar o aumento do próprio salário, o governador abriu mão de residência oficial e do que considerava “mordomias” do cargo.
Os vencimentos de Alckmin, por sua vez, tiveram um reajuste bem mais modesto: foram de 20.600 reais mensais para 21.600 reais. A assessoria do tucano argumenta que o aumento foi menor que a inflação acumulada desde o último reajuste, em janeiro de 2013 – a inflação no período foi de 12,7%.
Alckmin
O aumento, porém, contrasta com o pacote de austeridade anunciado no começo do ano, quando ele prometeu cortar 15% dos cargos comissionados, 10% do custeio da máquina pública e contingenciar 10% das despesas previstas no Orçamento do Estado para este ano, o equivalente a 6,6 bilhões de reais.
Outros governadores, como o da Bahia, Rui Costa (PT), alegaram que o reajuste foi similar ao feito pelo Congresso Nacional e presidente da República. No caso de Costa, seu contracheque foi de 19.300 reais para 22.400 reais. O vencimento do vice e de secretários saltou de 16.200 reais para 19.300 reais. Ao assumir, o petista prometeu extinguir 1.700 cargos comissionados e extinguir três das 27 secretarias.
Entre os que autorizaram reajustes dos próprios salários, apenas o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), afirmou que não tomaria medidas para enxugar a máquina pública. Apenas suspendeu pagamento de fornecedores.
O contracheque do governador gaúcho foi de 17.300 para 25.300 reais, um aumento de cerca de 46%. Porém, diante da repercussão negativa, ele anunciou que iria abrir mão do reajuste, em uma decisão de “caráter pessoal”. O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), também havia autorizado o aumento, mas depois recuou e decidiu congelá-lo.
Veja matéria AQUI.
“Aquele que nos combate, fortalece nossos nervos e aguça nossas habilidades. Nosso oponente é nosso colaborador.”
Edmund Burke
Coluna Painel da Folha de São Paulo
Agentes e delegados da Polícia Federal que atuam na Operação Lava Jato em Curitiba (PR) relatam que a verba destinada para reforçar as equipes acabou.
Investigadores estariam sem receber diárias e sem dinheiro para passagens aéreas. A superintendência do Paraná espera reforço de caixa nesta semana.
A cúpula da PF nega a escassez de dinheiro e diz que, a partir desta segunda-feira, haverá 26 policiais dedicados exclusivamente à operação –o maior contingente até agora.
O Partido Social Democrata Cristão (PSDC) tem novo dirigente. Assume a presidência da sigla o professor. Josué de Oliveira Moreira. Passa a substituir José Reginaldo Sales de Oliveira.
Moreira vai conduzir o partido com foco nas eleições vindouras. O PSDC objetiva sair com 30 candidatos na disputa de vagas para a Câmara Municipal de Mossoró nas eleições de 2016.
A sigla já dispõe de 20 nomes, restam apenas 10 vagas para completar o quadro máximo de candidatos que sairão pelo partido.
A candidatura própria para o poder executivo continua como base para oferecer a sociedade mossoroense “uma opção ética e comprometida com o desenvolvimento econômico, com o social, com a proteção do meio ambiente, com a defesa da sua história de bravura e do seu patrimônio cultural”, argumenta Moreira.
O novo presidente foi candidato a prefeito de Mossoró em 2012 e 2014.
Por Honório de Medeiros
Abro a rede social e sou inundado por uma maré de anúncios de “coaching”. E de comentários de “Coachs” e “Coachees”, ou seja, os treinadores e os treinandos. Fico perplexo com o que leio.
A propaganda do treinamento é sumamente pretensiosa; o preço, salgadíssimo, e o resultado, bom o resultado é fabuloso para quem ganha dinheiro com isso.
Diz lá a propaganda que o “Coaching” é um“processo que utiliza técnicas, ferramentas e recursos de diversas ciências. Algumas pessoas dizem que Coaching é ciência, mas na realidade é um cocktail, um mix de recursos e técnicas que funcionam em ciências do comportamento (psicologia, sociologia, neurociências) e de ferramentas da administração de empresas, esportes, gestão de recursos humanos, planejamento estratégico e outros.”
Não pude deixar de me divertir com a pretensão desse pastiche de auto-ajuda típico da virada do século. Quer dizer que o treinador entende de psicologia, sociologia, neurociência e administração? É um portento, a criatura.
Quer dizer que o “coaching” se não for ciência, é um mix de recursos e técnicas que funcionam em várias áreas do conhecimento.
Ah, meu Deus… Diverti-me ainda mais quando li a propaganda de um dos cursos afirmando que todo homem poderia encontrar, em si, o macho-alfa que ele é. Bastaria querer e fazer aquele “coaching”. Outro pretendia apresentar o treinando a sua verdadeira essência. Verdadeira essência.
O que danado é verdadeira essência? Tem essência que não seja verdadeira?
A capacidade de ser iludido é infinita, no ser humano. E o dom de iludir, também, é o que parece. Penso que é inerente à espécie. Só pode ser.
Vai ano, vem ano e tudo se repete como farsa. Muda a roupa, mas o corpo é o mesmo.
Na literatura – entendida esta em seu sentido mais lato – o registro da atividade dos “coachs” é muito antigo: tanto aqueles de antigamente quanto os de hoje trabalham a partir de um insumo básico: aparentam saber em profundidade algo que não sabem, e mistificam astuciosamente alguns “standards” do senso comum, tal qual faziam e fazem cartomantes, numerólogos, terapeutas holísticos, pregadores, magos da “auto-ajuda”, mentalistas, em proveito próprio.
Os “coachs” exalam auto-confiança. Andam sempre muito bem “empacotados”, lustrosos, sorriso fácil, simpatia à flor da pele.
Querem passar a imagem de vencedores a todo custo. Dominam alguns truques óbvios do mentalismo de salão, tais quais técnicas de memorização, para pegar os incautos.
São versados na arte de dizer o óbvio de forma sofisticada. Falam em “atitude quântica”, “mentalidade holística”, “seleção do mais apto”. Ou seja: aparentam saber, para saber aparentar.
Não por acaso os melhores, dentre eles, são verdadeiros artistas da mistificação. Alguns até mesmo fundam seitas… E então, das pessoas que lhes impressionaram, caro leitor, durante os anos de sua vida, seja em que área seja, qual delas mesmo fez o curso de “coaching”?
João Paulo II, talvez? Barak Obama? Stephen Hawking? Pelé? Henry Ford?
O último prêmio nobel de literatura? Lula?
Acho que Lula fez!
Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN
Por François Silvestre
Quando é que vamos admitir uma verdade escancarada sobre o tamanho da Terra?
O Universo onde está implicado, posto e encolhido o nosso planeta é infinito. Muito mais distante do que grandioso. Tão exuberantemente sem medida e sem adjetivação, que todas as palavras disponíveis em todos os idiomas são insuficientes para qualificá-lo.
Nem os gênios da física ou astronomia conseguiram desvendar todas as suas dimensões. Leis físicas que vez ou outra são superadas ou complementadas por teorias novas e novas descobertas.
A Terra, não. Pequenina e desvendada, seus mistérios há muito tempo habitam os anais do passado. Mesmo que muitos desses gênios referidos tenham sido perseguidos ou mortos por desmistificarem dogmas e enunciados.
Enunciados e dogmas que se prestavam ao poder temporal, profano ou religioso, cujo serviço da ignorância sempre foi de vassalagem fiel. Nada assusta mais o poder tirano do que o esclarecimento. A luz afugenta fantasmas e tiranias.
A Terra já foi plana e fixa. Dizer diferente era uma heresia, punível com a morte. Só era plana e fixa na limitação mental da ignorância. Sempre girou sobre si mesma, solta no espaço, pela mágica natural da gravitação. E Newton descobriu que essa magia se dava na razão direta do produto das massas e na relação inversa do quadrado das distâncias.
A Terra é pequenina, belíssima, hospitaleira e limitada. E nós, os pré-humanos, não temos outro lugar para morar. Não temos para onde ir.
Ainda não há migração cósmica. Nem sei se um dia haverá. Certamente que neste milênio não será. Portanto, ou compreendemos a obrigação de zelar por nossa moradia, ou seremos despejados pela ordem judicial da nossa própria estupidez. Não há uma terceira via.
A natureza tem dado sinais claríssimos de que somos os inquilinos mais estúpidos de quantos já alugaram essa pequena mansão. Nem as baratas se equivalem.
Degelo, secas onde nunca houve nem estiagem, furacões em áreas novas, terremotos, maremotos, queda de raios, enchentes, desertificações, tudo isso sempre existiu; porém, entretanto mas porém, nunca com a intensidade de agora e em tantos lugares diferentes. E tão monotonamente repetido.
Será que não dá pra perceber que estamos antecipando em alguns milhões de anos a vida da Terra? Ou melhor, a vida na Terra?
As agressões ao meio ambiente, no mundo todo, sob a desculpa de um desenvolvimento discutível, tem sido de uma intensidade alarmante.
Sem falar nas agressões menores, da burrice nativa de nossa pobre gente ignorante, que se junta ao conjunto da estultice mor. Com a extinção de espécies animais e vegetais.
A terra devastada da ficção começa a ser uma imagem pífia da devastação que promovemos na realidade.
Té mais.
François Silvestre é escritor
Por Marcos Pinto
“Entre fortes e fracos, os fortes fazem o que podem e os fracos sofrem o que devem”.
A história, em suas infinitas controvérsias, tem estimulado os perscrutadores dos fatos pretéritos, comumente denominados de pesquisadores/ historiadores a buscarem em documentos oficiais irrefutáveis as facetas escondidas sob particularidades várias. A pesquisa feita com olhar cirúrgico tem proporcionado elucidar fatos e tirá-los do obscurantismo proposital.
Nos meandros do poder há uma proverbial discrição e reserva, com objetivo único de ocultar o libelo, a prova recriminatória de fatos escusos e ilícitos, praticados nos subterrâneos do poder. O celebrado historiador carioca Otávio Tarquínio de Souza fez interessante resgate histórico sobre o Imperador Pedro I, em memorável trabalho intitulado “A vida de D. Pedro I “.
Dentre as descobertas, revela-se um fato emblemático que ele disseca de forma admirável, nos seguintes termos: “Quando Rio Pardo, o antigo Ministro da Guerra, que se mantivera fiel até o último momento, e teve de fugir porque a sua vida corria perigo, chegou a bordo, D. Pedro soltou grandes gargalhadas e caçoou do fugitivo. Paranaguá, antigo ministro da Marinha, tendo que se esconder pelo mesmo motivo, apresentou-se a bordo”.
D. Pedro disse-lhe que dele não se podia encarregar. Respondeu-lhe o outro que, neste caso, só lhe restava tornar a Portugal, onde tinha direito a uma pequena aposentadoria.
Disse-lhe o ex-Imperador: “Espero que não irás a Portugal antes da minha filha estar estabelecida no trono.
“Mas, Senhor, que quer que eu faça? Não tenho fortuna, só tinha meu subsídio”.
– Faça o que quiser, não é da minha conta; porque não roubou como Barbacena? Estaria bem, agora”.
(Episódio ocorrido à bordo do Warspite, navio em que D. Pedro I zarparia para a Europa depois da abdicação, em 1931).
Em nossa amada Província encontramos diversos registros esparsos na tradição oral. Reúnem alguns elementos inéditos que podem ser avocados para ajudar a reconstruir a nossa densa história.
Nesse contexto, sobressaem-se fatos protagonizados pelos ex-governadores Ferreira Chaves (01.01.1914/ 01.01.1920 – segunda gestão), Dinarte Mariz e Aluísio Alves. O primeiro era autoritário, detestava as críticas ao seu governo e perseguia os adversários.
Na segunda gestão, sob pretexto de reformar a magistratura do estado aposentou cinco Juízes de Direito e cinco Desembargadores para nomear seus parentes e amigos, dentre os quais Horácio Barreto e Felipe Guerra, como Desembargadores.
Conta-se que Dinarte Mariz, ao assumir o governo do estado em 1956, fora procurado no Palácio por tradicional e prestigioso líder político da região do Seridó que, sem subterfúgios, solicitou-lhe uma ”acomodação” / emprego de professora para sua filha. Passados seis meses sem que sua reivindicação tivesse sido atendida, eis que o velho líder sertanejo retornou ao palácio do governo, para cobrar o atendimento ao seu pleito.
Estupefato diante esse imbróglio, Dinarte convocou o Secretário de Educação a se fazer presente ao seu gabinete, ocasião em que indagou-lhe sobre o porquê de sua indicada ainda não ter sido convocada para lecionar, tendo recebido a resposta de que a mesma era analfabeta.
Dinarte prontamente determinou:
– Então nomeie ela e em seguida aposente-a!
Três dias após o Diário Oficial do estado trazia a nomeação e a aposentadoria da mesma.
Ainda buscando estabelecer os nexos e as inter-relações dentro do poder, exercido de forma coronelista pela velha raposa política Dinarte Mariz, destaca-se a indicação de um seu apadrinhado político, que submetera-se a concurso para provimento do cargo de Juiz de Direito e não lograra êxito. Ao saber do inusitado, Dinarte convocou o seu Chefe de Gabinete, determinando-lhe que empreendesse diligências em seu nome, para que o seu ”protegido” tivesse o nome publicado no Diário Oficial do Estado como aprovado em primeiro lugar. Dito e feito.
Configurara-se, assim, o poder do mando e mando do poder.
A ostentação e a hipocrisia sempre predominaram nas hostes do poder.
Aluísio Alves, oriundo das alas conservadoras de José Augusto e Juvenal Lamartine, sempre evidenciou em si rasgos de arraigado coronelismo em suas atitudes. Ufanista pela força eleitoral que emprestava-lhe prestígio e poder de mando, sempre predominou com ou sem caráter oficial. A vasta ascendência social massageava-lhe o ego.
Em seu governo (1961-1965), usando de prerrogativas estabelecidas na Constituição estadual, pôs Juízes de Direito em disponibilidade por pura perseguição política. O asqueroso e truculento Golpe Militar de 31 de Março de 1964 encontrou-no no comando do governo do estado. Em poucos dias aderiu ao odiento regime militar.
Mandou buscar em Recife dois renomados torturadores, com cursos em espionagem e contra-espionagem feitos no FBI e CIA, f eitos nos Estados Unidos, o que rendeu-lhes fama e prestígio junto aos militares.
As minudências dessa ignominiosa compostura Aluísio Alves encontram-se muito bem descritas e elencadas no livro intitulado ”1964 – Aconteceu em Abril”, de autoria da professora Mailde Pinto Galvão.
Existe uma farsa sempre hipócrita que nenhuma autocracia resiste: A do ensaio de mascarar a repressão inclemente do inimigo político vencido, sob a aparência da neutralidade do aparelho e das formas jurídicas, previamente submetidos aos desvarios da intolerância”.
Marcos Pinto é advogado e escritor
As redes sociais na Web continuam efervescentes. E de lá, o mundo virtual, para o cotidiano da vida real, é um passo.
Bom exemplo é a febre dos grupos de “WhatsApp”.
Esse aplicativo usado em smartphones e que agora também pode ser instalado em computadores fixos, tem sido febre mundial com utilização de plataforma multimídia (texto, áudio, vídeo/fotos/ilustrações etc.)
Os grupos são formados conforme os interesses comuns. Funcionam como guetos de convivência virtual, que juntam pessoas dos mais variados matizes e lugares.
Podem ser compostos por familiares, companheiros de trabalho, torcedores de um clube de futebol etc.
Mas também é importante saber administrar o próprio uso dessa modalidade de rede social. O perigo, é não perceber o tempo ser consumido fora do seu foco diário de atividade profissional, familiar e até a direção de um carro no caótico trânsito das médias e grandes cidades.
Se trabalho e lazer se confundem, certamente o que nasceu para ser útil vai se tornar um peso perigoso.
“Os Coxinhas” garantem que dividem bem essa dualidade entre compromisso e o entretenimento lúdico.
Formado por uma ‘ruma’ de amigos de Mossoró, o grupo Os Coxinhas é um caso típico de grupo no WhatsApp.
Foi criado como uma espécie de “terapia desocupacional”. O nome vem de um personagem de humor apresentado pela TV Diário de Fortaleza (CE).
No mundo online, os participantes do grupo convivem com a transferência do que são no plano real, em carne e osso. Todos são pedra e vidraça na “guerra” de gozações.
A ordem é zoar de qualquer um ou de todos os componentes da confraria cibernética.
Engenheiros, estudantes, empresários, advogados, políticos, farmacêuticos, médicos, servidores públicos e gente de outros setores profissionais e sociais mantêm o grupo em permanente atividade.
São 100 membros, limite do WhatsApp. Por lá, todos os assuntos podem entrar em pauta, com bom humor – principalmente.
O sério não é descartado, mas não chega a ser prioridade. A versão vale mais do que o fato.
Mas hoje (sábado, 24) em Tibau, eles vão sair da “clausura” em que vivem na infinita infovia das redes sociais. Sem largarem o teclado dos smartphone, que fique bem claro.
Está confirmada a resenha “Coxa Beach” no Condomínio Alto da Praia, que começará ao meio-dia.
Por lá, a musicalidade de David Almeida, comes e bebes, além de muita zoeira.
Saiba mais sobre o WhatsApp AQUI.
Na primeira semana de fevereiro, em local e horário ainda a serem definidos, o PRTB em Mossoró vai ter reunião já com foco em 2016. Isso mesmo, as próximas eleições municipais.
O partido participou das últimas eleições municipais no ano passado, na coligação Frente Popular Mossoró Mais Feliz, encabeçada pela deputada estadual Larissa Rosado (PSB).
Com vistas ao pleito futuro, o projeto é adiantar montagem de nominata à Câmara Municipal, além de organizar o comando municipal.
Deverá montar chapa com nomes que já concorreram ao Legislativo e outros com bom potencial de votos.
O presidente local da sigla é o ex-candidato a vereador Gérson Nóbrega.
“Diante de uma larga frente de batalha, procure o ponto mais fraco e, alí, ataque com a sua maior força.”
Sun Tzu
Depois de um longo “mergulho”, a prefeita cassada e afastada de Mossoró, Cláudia Regina (DEM), voltou à cena na cidade.
Circulou pelas novas instalações inauguradas à noite de hoje, no Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL).
Com um sorriso sempre a ilustrar o rosto, posou para fotografias e conversou aqui e acolá com circunstantes.
Prosa política?
Também.
A rede de microblogs Twitter foi o “octógono” escolhido pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD) e o vereador Genivan Vale (PROS) para um longo duelo. O bate-boca foi agora à noite.
Os dois políticos mossoroenses trocaram críticas e acusações mútuas. Confrontaram opiniões, dispararam indiretas.
E, em comum, o cuidado de não citar o nome do antagonista.
“Estamos prontos para ajudar com sugestões e criticas. Súdito, meu Rei, não sirvo para ser. Vereador lagartixa, muito menos”, proclamou Genivan.
Quanto pior, melhor
O prefeito, antes, foi pro ataque:
– Fui vereador por 14 anos com muito orgulho. Fico muito triste, quando um parlamentar torce para o quanto pior, melhor.
Em seus respectivos endereços, os dois seguiram com suas estocadas.
O vereador desfiou lista de problemas que estariam gerando uma metástase na administração.
O prefeito respondeu enumerando o que seriam realizações e feitos do seu Governo.
A arenga ganhou corpo em face da denúncia – provada com uso até de vídeo – de que a recém-inaugurada Base Integrada Cidadã (BIC), do bairro Barrocas, estava fechada. A população fez a denúncia ao vereador Genivan e ao também vereador Tomaz Neto (PDT).
Com o caso ganhando enorme repercussão, principalmente nas redes sociais, com milhares de compartilhamentos e comentários, o Governo reagiu mobilizando sua força de comunicação.
Paralelamente, a Polícia Militar passou a realizar ostensivo trabalho no bairro e adjacência, após a denúncia dos vereadores (veja AQUI).
A situação ficou tão extremada, que o próprio prefeito resolveu reagir, num contra-ataque dirigido a Genivan no ambiente virtual.
O confronto segue.
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Perfuração de poços, manutenção preventiva e corretiva dos dessalinizadores, oferta de carros-pipas, concessão de insumos aos agricultores, orientação técnica para o plantio, colheita da cultura cultivada e campanha para o uso consciente dos recursos hídricos são algumas das ações efetivadas pela Secretaria Municipal de Agricultura e dos Recursos Hídricos (SEMARH) para a convivência com a seca.
O período de estiagem se prolonga há quase quatro anos e é o pior das últimas cinco décadas no Município. Diante desse quadro, a Semarh se mostra empenhada para elaborar e colocar em prática medidas que assegurem a qualidade de vida das famílias do campo e com condições de trabalharem na sua terra.
“Percorremos diariamente as comunidades rurais de Mossoró, conversando com os moradores e os agricultores para juntos buscarmos as melhores saídas para esse período de estiagem. O Poder Municipal levantou como bandeira de trabalho no setor da Agricultura e dos Recursos Hídricos, a garantia da oferta de água satisfatória e de qualidade para consumo do ser humano, animal e na atividade agrícola”, disse o secretário da Semarh, Rondinelli Carlos.
Óleo diesel
Atualmente, a Prefeitura Municipal administra mais de cinquenta poços com dessalinizadores e oferta gratuitamente a energia elétrica para o funcionamento dos poços, com investimento mensal de quase R$ 70 mil alocados para o pagamento da energia elétrica e a manutenção dos dessalinizadores. Os moradores rurais recebem orientação da Semarh para utilizarem as cisternas quando tiver água na rede, evitando o uso do motor elétrico.
O incentivo aos agricultores vem também através da distribuição do óleo diesel, pelo Projeto Semear, que oferta gratuitamente o combustível utilizado no corte de terra, contemplando mais de cinco mil famílias. O projeto Garantia Safra é uma segurança financeira para o agricultor, em casos de excesso ou falta do recurso hídrico. O incentivo injeta na economia local mais de 1,6 milhão.
Nas suas parcerias, o Poder Municipal, aliado a empresas como o Sebrae e a Petrobras, colocaram em prática projetos como os quintais produtivos, que são alternativas de renda para o agricultor, ao plantar culturas diversificadas e propícias ao solo do semiárido. O funcionamento de tanques que reaproveitam a água dos dessalinizadores evitou o desperdício e deixou propício à criação de tilápias.
Com informações da Prefeitura de Mossoró.
Com objetivo de cobrar do Governo Dilma Rousseff (PT) a revogação das medidas anunciadas pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, em 29 de dezembro, as centrais sindicais brasileiras resolveram ir à luta. Construíram um calendário unitário de lutas.
Elas vão realizar um Dia Nacional de Mobilizações em Defesa de Empregos e Direitos, marcado para o dia 28 de janeiro; e a grande Marcha da Classe Trabalhadora, prevista para o dia 26 de fevereiro.
Em Nota conjunta, asseveram que “as centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB – vêm a público manifestar sua posição contrária às duas Medidas Provisórias do Governo Federal (MP 664 e MP 665) editadas na virada do ano, sem qualquer consulta ou discussão prévia com a representação sindical dos trabalhadores e trabalhadoras que, em nome de “corrigir distorções e fraudes”, atacam e reduzem direitos referentes ao seguro-desemprego, abono salarial (PIS-Pasep), seguro-defeso, auxílio-reclusão, pensões, auxílio-doença e, ainda, estabelece a terceirização da perícia médica para o âmbito das empresas privadas.
Destacam que as medidas acabam criando “novas barreiras para o acesso aos benefícios da Previdência e do Fundo do Amparo ao Trabalhador, como pensão por morte e seguro-desemprego”.
No total, as novas regras atingem cinco benefícios: o auxílio-doença, a pensão por morte, o seguro-defeso, o abono salarial e o seguro-desemprego.
Na ótica do juiz de direito, ex-juiz eleitoral em Mossoró, professor e escritor forense José Herval Sampaio Júnior, “o Presidente da Câmara Municipal, na função de interinidade como Prefeito, não precisa se desincompatibilizar, justamente porque só pode se candidatar uma vez, ou seja, a sua candidatura é compreendida como reeleição para um único período subsequente.”

Francisco José (camisa amarela) e Herval (de paletó) reeleição consumada (Foto: Wilson Moreno, Gazeta do Oeste)
Essa sua interpretação se encaixaria, por inteiro, no que pode viver adiante o atual prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD). Herval levanta essa tese com base no artigo 224 da Legislação Eleitoral. Bate de frente com o que pensa o especialista em Direito Eleitoral e professor de Direito Eleitoral, Márcio Oliveira (veja AQUI).
Os dois promovem um debate relevante sobre o tema, no site Novo Eleitoral.
Herval, que prolatou sentenças em série na campanha municipal de 2012 em Mossoró, sacramentando cassação e afastamento da prefeita eleita Cláudia Regina (DEM), volta a alimentar polêmica. Sustenta raciocínio que nas eleições de 2016, Francisco José Júnior estaria impedido de aproveitar o instituto da reeleição.
“Aberração”
Sua avaliação, é de que na prática a prerrogativa da reeleição o atual prefeito já aproveitou, quando foi eleito no ano passado. Ele era interino ao disputar o pleito suplementar, oriundo da Câmara Municipal, que presidia.
“Para nós, se a referida autoridade tem intenção em concorrer mais uma vez, acaso venha a ser eleito no processo que concorreu a primeira vez, aí sim precisaria ter de se desincompatibilizar, justamente para não incidir na vedação constitucional que se chama atenção neste texto”, diz Herval Júnior em seu artigo (veja na íntegra AQUI).
“Portanto, devemos entender que o fato de um Prefeito interino ter concorrido sem ter se desincompatibilizado significa que sua pessoa concorreu à reeleição, já que era o prefeito à época do pleito suplementar e realmente não pode enfrentar duas eleições estando à frente do cargo, ou melhor, como dissemos no inicio, não deveria nunca puder concorrer no cargo (…)”, sustenta Herval no mesmo texto.
O juiz, com experiência de mais de 16 anos como magistrado eleitoral, enxerga que o direito à reeleição em si já é “uma aberração”. É praticamente impossível, a quem exerce o cargo executivo e busca outro mandato consecutivo, não violar a legislação.
Comandante da Guarda Civil Municipal (GCM) de Mossoró, o ex-vereador Júlio César Fernandes (PSD) convive com o “fogo amigo”. Por enquanto, é um “sobrevivente”.
Entretanto não se pode afirmar, com segurança, que resista à pressão para ser substituído por um militar de carreira.
A articulação política está em curso.
Até aqui, repito, Júlio sobrevive.
O Ministério Público do RN não ignora recente decisão relacionada à Previ Mossoró, a previdência própria do Município mossoroense.
Negociação para cobertura de pagamento de débitos previdenciários da Prefeitura de Mossoró, ocorrida no final do ano passado, é o “xis” da questão.
Aguardemos.
Por Allan Darlyson (Do Portalnoar)
Passado o processo eleitoral do ano passado, três deputados estaduais do Rio Grande do Norte eleitos e diplomados correm o risco de perder seus respectivos mandatos. Os processos estão correndo na Justiça.
O deputado estadual reeleito Nélter Queiroz (PMDB) responde, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por compra de votos nas eleições. O peemedebista foi denunciado pela Polícia Federal (PF). A denúncia foi acatada pela Corte eleitoral do RN. O relator do processo é o juiz eleitoral Verlano Medeiros.
Nélter será interrogado sobre o caso na próxima terça-feira (27), pelo relator do processo, às 16 horas, no Tribunal. Em seguida, Verlano juntará o depoimento às provas apresentadas e apresentará o relatório para julgamento do pleno, para o qual ainda não há data definida.
Irregularidades
Também reeleito, o deputado estadual Luiz Antônio Faria (PSB), conhecido como Tomba, foi condenado por irregularidades correspondentes à época em que foi prefeito de Santa Cruz. Com isso, teve seu nome incluso na lista dos “fichas sujas”. O processo contra o registro da sua candidatura corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Estreante na Assembleia Legislativa, o deputado estadual diplomado Rudson Lisboa (PSD), conhecido como Disson, também está na lista dos “fichas sujas”, por ter sido condenado em um processo de irregularidades em licitação, referente ao período em que foi prefeito de Goianinha. O processo de cassação do registro de candidatura dele também tramita no TSE.
Nélter e Tomba fazem parte da mesma coligação. A primeira suplência é do deputado estadual Vivaldo Costa (PROS). A segunda ficou com a deputada estadual Larissa Rosado (PSB). No caso de Disson, o primeiro suplente é Major Fernandes (PSD).
“Talento é mais barato que sal. O que separa a pessoa talentosa da bem-sucedida é muito trabalho duro.”
Stephen King
Começou uma nítida operação para “queimar” o comando da Polícia Militar em Mossoró.
A manobra passa pelo complexo de transferência de culpa, num jogo de empurra-empurra, que envolve o funcionamento das BIC’s.
Há, nesse contexto, outro componente: interesses políticos para troca de nomes.
O governador Robinson Faria (PSD) já percebeu que Mossoró não é fácil.


