Pablo Neruda, poeta chileno
Compartilhe:
Ele é dirigente do Incra/RN, sendo sua companhia na Fenafruit.
À época de estudante na Esam (Ufersa), Paulo era anti-Rosado roxo. Arroubos da juventude. Todo sectarismo juvenil tende a ser castigado. E compreendido.
O amor é lindo.
Compartilhe:
É a “bola da vez” da implicância legalista.
Área contábil e assessoria jurídica precisam ser profissionais. Ninguém deve tratar o tema como algo menor e meramente protocolar, de faz-de-conta, como historicamente é visto.
Anote, por favor.
Compartilhe:
Concluo o domingo, com fôlego renovado à semana que começa, com uma letra do argentino Leon Gieco. A interpretação de Beth Carvalho e da também argentina Mercedes Sosa é pulsante.
"Eu só peço a Deus" é uma mensagem renovadora, que no vídeo em anexo, ganha o acréscimo da oração "Se eu pudesse", do líder pacifista indiano Mahatma ("grande alma") Gandhi.
Aproveite e reflita. Ótima semana.
Eu só peço a Deus
Eu só peço a Deus
Que a dor não me seja indiferente
Que a morte não me encontre um dia
Solitário sem ter feito o que eu queria
Eu só peço a Deus
Que a injustiça não me seja indiferente
Pois não posso dar a outra face
Se já fui machucado brutalmente
Eu só peço a Deus
Que a guerra não me seja indiferente
É um monstro grande e pisa forte
Toda fome e inocência dessa gente
Eu só peço a Deus
Que a mentira não me seja indiferente
Se um só traidor tem mais poder que um povo
Que este povo não esqueça facilmente
Eu só peço a Deus
Que o futuro não me seja indiferente
Sem ter que fugir desenganado
Pra viver uma cultura diferente.
* Veja o vídeo AQUI.
Compartilhe:
Segundo ele, a trapalhada de goleiro Fabiano e zagueiros no último dos seus três gols, é resultado do temor que ele impõe. "Eles se assustaram com o rei do Serra Dourada" comentou.
Saiba mais AQUI.
Compartilhe:
A Resolução 22.610/2007, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dispõe que os mandatos dos parlamentares desfiliados pertencem aos partidos, virou alvo de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no Supremo Tribunal Federal (STF).
O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, quer um exame mais aprofundado sobre o assunto “para se evitar o crescente número de cassações”. Para ele, “indiscutível será o quadro de tumulto político-eleitoral com a existência de decisões contraditórias adotadas pelos tribunais regionais eleitorais sobre o tema”.
Segundo Antonio Fernando, a Resolução criou competência por via imprópria ao determinar que cabe ao próprio TSE o processo e julgamento dos pedidos de perda de cargo eletivo em decorrência de desfiliação partidária. Restou aos tribunais regionais eleitorais os demais casos.
Para o procurador, isso afronta o artigo 121 da Constituição Federal, que impõe a edição de lei complementar para definir as competências dos tribunais, juízes e juntas eleitorais. Outro argumento é o de que foi invadida ainda a competência do Congresso Nacional e do presidente da República, pois o artigo 1º da Resolução instituiu direito eleitoral novo sobre a perda de cargo eletivo em razão de desfiliação partidária sem justa causa e deixou sem punições as desfiliações por “justa causa”.
A Resolução considera justa causa: incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário e graves discriminação pessoal.
O procurador-geral explica que a Resolução 22.610 viola a Constituição Federal, também, ao dispor sobre normas processuais, como prazo para que os parlamentares peçam a desfiliação, apresentem provas, respondam às citações, requisitos e direitos de defesa, julgamento antecipado do processo de desfiliação, ônus da prova, além de instruções e julgamento de recursos.
* Extraída do informativo Consultor Jurídico
Compartilhe:
Assinalei o problema perante o atendimento da empresa, que me prometeu reposição de qualidade no serviço em duas horas. Passaram-se muito mais, comprometendo a sequência de postagens.
O estranho é que sempre que ocorre chuva em minha área de trabalho, o sinal da Internet perde consistência, dificultando navegação e postagem.
Mas vamos tentar retomar o ritmo normal de atividade.
Compartilhe:
Ele recorda período de ouro da radiofonia mossoroense.
Em sua correspondência, Jacó – que tem atuação até internacional no rádio, fora do país – faz menção à Ivanilda Linhares, por exemplo, falecida há semana passada.
Eis o e-mail:
Carlos, a história da Rádio Tapuyo (hoje RPC) teve alguns personagens que a gente nunca esquece. Eu citaria Jaime Hipólito Dantas, Jorge Ivan Cascudo Rodrigues, Francisco Lobato, Souza Luz, Canindé Alves e Ivanilda Linhares. Eterna saudade da esposa do Canindé, o homem que me botou no rádio, dona Ivanilda.
Nos seis meses em que trabalhei na Tapuyo, lendo texto como colutor reserva, aprendi muito com Ivanilda, que fazia a mesma coisa que eu, um principiante medroso, que tremia toda vez que o Canindé aparecia do outro lado do vidro.
Ela com sua voz grave e que sempre me encorajava a treinar com a voz alta, assim como o mestre Canindé e o grande Jorge Ivan, que disse em uma reunião informal, que "o locutor era mola-mestra do rádio". Então, eu que comecei na Tapuyo, estou de luto aqui em Brasília, com a perda da grande Ivanilda Linhares.
Essa época que atuei ao lado dos precursores do rádio mossoroense já se passaram 41 anos.
Abraço de seu conterrâneo,
Jacó Morais – jaco-morais@bol.com.br
Compartilhe:
A garantia de apoio diferenciado é para a vereadora Arlene Souza (DEM). Outros parlamentares terão ajuda mais burocrática e protocolar em Mossoró.
Arlene – pelos critérios adotados pelo líder do governismo, o agitador cultural Gustavo Rosado, chefe de Gabinete da prefeita Fafá Rosado (DEM), tem sido fiel. Além disso, pede pouco e votou à eleição do seu cunhado, o médico e deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM).
Difícil vai ser administrar a ciumeira em plena campanha. A pressão sobre o palácio será considerável, sempre em tom de chantagem. O governismo tem uma bancada de 11 vereadores na Câmara Municipal.
Compartilhe:
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o "preto sobre o branco"
e os "pontos nos is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda, poeta chileno
Compartilhe:
Os principais blocos que devem disputar a prefeitura não têm o que mostrar. O governismo – com a prefeita Fafá Rosado (DEM), mantém vantagem "sem maiores sobras. O principal bloco da bizarra oposição, com a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), não apresenta números de maior proximidade.
Os dois lados escondem também um dado preocupante: as duas carregam um profundo desgaste.
Os veículos de comunicação, sobretudo impressos, não dispõem de recursos ou estratégias à compra e publicação de sondagens. Preferem ser usados como "mulas" por algum grupo ou partido, simulando perante a Justiça Eleitoral que pagam e contratam o trabalho. Até agora nenhum esquema político os utilizou para esse fim.
Por isso é que números só circulam para o "consumo interno". Servem para análise de estratégias dos pré-candidatos. Outra finalidade é ajudar na alimentação de uma usina de boatos.
No governismo, essa indústria de factóides fala de uma dianteira tranquila para Fafá. O que não é verdade. Quanto à Larissa, a mentira é referente a uma distância milimétrica da prefeita.
Assim caminha a fantasiosa política mossoroense, baseada num princípio concêntrico, ou seja, tudo parte de um mesmo núcleo familiar.
Novidade? Nenhuma.
Compartilhe:
O quadro não deve trazer surpresas.
A empresa Start é a responsável pela sondagem.
Este Blog vai comentar os números, a partir da frieza dos números.
Compartilhe:
Tem outros, que o tempo se encarrega, lentamente, de jogar no esquecimento. Não, entretanto, com a dimensão do ex-Chefe Político do Cariri, Delegado e Prefeito de Missão Velha, e o ex-cangaceiro cuja família deitou raízes sólidas no chão sertanejo da aba da Serra de Luís Gomes, no Sítio Japão.
Isaías é uma figura maior, historicamente falando. Pertence ao ciclo áureo dos barões feudais nordestinos que usavam o título de Coronel. Sua vida, os episódios por ele vividos no Cariri, tudo quanto acontecido nas primeiras décadas do século XX nesse Sertão dos coronéis, do cangaço, do misticismo, está sendo contado muito devagar, no mesmo ritmo dos seus mistérios e segredos, aguardando o somatório dos talentos passados, presentes e futuros de homens contadores de estórias e histórias, repentistas, cordelistas, declamadores, ratos-de-biblioteca, fuçadores de papel, escrevinhadores agalardoados ou não, enfim, dessa imensa fauna que constrói, aos poucos, e sempre, o espírito de uma época.
Massilon, por sua vez, historicamente é uma figura menor. Até por que sua vida no cangaço foi muito curta. Um nonada. Algo da qual ele se afastou logo, queixando-se da sorte, indo em busca dos “eldorados” do Norte.
Foi, pois tinha encontro marcado com a morte. Tivesse ficado, sendo filho de sua época e avesso, por fim, ao cangaço que abraçara cavalgando as circunstâncias, teria, talvez, morrido cedo e da mesma forma, violentamente: era de praxe acontecer com tantos e tantos por aqueles dias.
Mesmo assim deixou sua marca. Gravou seu nome na nossa história de forma definitiva. Não há como se falar em Lampião, Mossoró, 1927, sem que seu nome seja trazido à baila. Sempre é, aliás, embora não com a devida importância.
Importância esta que aparece tão logo alguém se faz a seguinte pergunta: teria havido Mossoró sem Massilon? Pois que Massilon foi muito mais do que lhe pintam a figura e os atos, eu dou fé. E afirmo que ele é maior que os registros existentes, hoje, de suas andanças e feitos. Isso por que ele é um símbolo de como as coisas aconteciam no feudalismo sertanejo.
Ele é o símbolo do feudalismo sertanejo. Naquilo que de melhor e pior tal feudalismo pudesse ter. E tinha muita coisa ruim. Entender Massilon, saber quem ele foi, por que foi, como foi, quando e onde foi, é dar um passo grande na caminhada que é fazer história.
Caminhada que por maior que seja, tem sempre que começar com o primeiro passo. E é necessário dar esse passo, e outros tantos, para conhecer a folhada do nosso presente através das raízes do passado.
Basta, pra entender esse raciocínio, analisar todo esse rico material a partir de uma perspectiva somente: o fio-condutor que é a existência do Poder e seus desdobramentos ontem e hoje: como era? Quem o exercia? Hoje, como é? O que mudou?
Massilon é uma figura emblemática, simbólica.
Peça no jogo de xadrez do Poder da década de 20. Não houve nem há Sertão sem pessoas como ele. Não há Nordeste sem Sertão. Não há Brasil sem Nordeste. Ele, enquanto cangaceiro ou jagunço, Padre Cícero, o Coronel Isaías Arruda, todos são uma das faces de nós, os sertanejos do Nordeste do Brasil.
Honório de Medeiros é advogado, professor e ex-secretário de Recursos Humanos do Natal e do estado
Compartilhe:
O time natalense até que começou bem a partida hoje à noite no Serra Dourada, em Goiânia. Fábio Neves abriu o placar aos 7 minutos, num chute de fora da área.
Mas depois o atacante Túlio Maravilha foi enfileirando gols. O time goiano virou para 2 x 1, ainda no primeiro tempo. Os gols saíram aos 16 e 31 minutos.
Na etapa final, Jeferson empatou a partida aos 17 minutos. Entretanto, outra vez o artilheiro Túlio chegou às redes do goleiro Fabiano. Foi aos 32 minutos.
Quando o placar estava em 2 x 2, o atacante Paulo Matos perdeu um pênalti sofrido por Maizena. O goleiro Max (ex-Botafogo do Rio) defendeu parcialmente o chute, com a zaga "espanando" o rebote.
O América está na zona de rebaixamento, em 18o lugar. Seu próximo compromisso é outra pedreira. Enfrentará o Ceará em Fortaleza (CE), na sexta (13).
Compartilhe:
Esse rapaz é filho do casal Diran Amaral (falecido)-Maria Lúcia Rosado. Sua história de persistência à abordagem do publicitário, levou Duda a publicá-la.
Leia-a AQUI. É interessante, sim.
Compartilhe:
A "Carta de Natal", aprovada por presidentes de TRE’s ao final de maio, em nossa capital, vai virar um tratado inócuo. Letra morta. A recomendação no máximo deve pregar susto em algumas arráias-miúdas de algum rincão verde-amarelo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem se esforçado para moralizar o processo eletivo e a vida partidária. Mas não pode se arvorar a legislador. Cabe ao Congresso Nacional fazer leis e ele não quer melhorar o que está aí.
Os fora-da-lei podem dormir tranquilo. Seus iguais, em Brasília, não os deixarão ao relento. Eles também precisam que a legislação seja frouxa, tíbia e conivente, à manutenção desse status quo.
A turma que responde a processo (e não está transitado em julgado) e os detentores de prontuário criminal, poderão ser candidatos – "representando o povo" no executivo ou legislativo.
Tenho dito.
Compartilhe:
Mas estou me coçando para comentar mais essa crise na anti-sala do presidente Lula, a Casa Civil. De novo a ministra Dilma Roussef no olho do tufão.
Outra vez não é da oposição que parte denúncia. A bomba explode em meio a colaboradores, ex-auxiliares, gente do próprio governo. Parece que existe um germe de corrupção, malandragem e torpeza inoculado naquela sala.
O escândalo quanto à venda da "VarigLog" é um enredo porco, revelando compadrio escroque, tráfico de influência e uso indevido do poder. As cifras são milionárias.
Pelo visto, o senador José Agripino errou no jeito, mas não na essência, ao tentar emparedar a ministra Dilma no Senado.
* Veja AQUI defesa recente da ministra, para esse problema.
Compartilhe:
É muito provável que todas aquelas cenas de selvageria ocorridas recentementes, na sede do partido, sejam inferiorizadas diante do que vem por aí. A estimativa é pelo pior.
Nos meios de imprensa, não encontro um colega de cobertura do setor para não reservar um lugar na história, pronto para cobrir a barafunda anunciada.
Aguardemos, pois.
Compartilhe:
A promoção será desenvolvida na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, a partir das 19h30 com sua abertura. Às 20h, Iaperi Araújo abordará o tema "No tempo do cangaço."
A sequência do evento é no dia seguinte, com a seguinte ordem de conferências:
– Às 8h30, "O cangaço no agreste pernambucano", com o professor Antônio Vilela de Souza;
– Às 10h, "Quem foi Massilon?", com o professor, advogado e pesquisador Honório de Medeiros;
– Às 14h, "A violência nos tempos do cangaço", com o documentarista Aderbal Nogueira de Fortaleza (CE);
– Às 15h30, "O combate ao cangacerismo", com Geraldo Feraz, escritor e pesquisador de Recife (PE)
Às 21h, no Adro da Capela de São Vicente, o espetáculo "Chuva de bala no país de Mossoró".
Compartilhe:
Olha, o Direito Eleitoral não é meu ramo. Sou leigo. Mas a normatização do TSE está claríssima. Foi estabelecida na quinta (5), em sessão ordinária dessa corte.
Por maioria, os ministros do TSE definiram que só poderão fechar coligações proporcionais (para vereadores) as legendas que firmam aliança à chapa majoritária (prefeito). Simples e indigesto.
O TSE tenta, desesperadamente, pôr ordem na baderna organizada pela elite política nacional, que só legisla para produzir brechas ao concubinato, ao troca-troca partidário, às alianças espúrias e ao mercado de submundo.
Nesse caso, a chapa proporcional tem que ser amarrada à de prefeito, ou seja, à majoritária.
Compartilhe:
Está praticamente mantido o quadro de posições numéricas da sondagem "O Poti/Consult", divulgada no domingo (1o). Micarla de Souza (PV) sobra. Paz de criança dormindo.
Fátima Bezerra (PT) não arranca. E Rogério Marinho (PSB) é um estorvo surpreendente. Espécie de anticandidato, ele pode dizer quem não será eleito (a).
A pesquisa, conforme apurei com duas fontes credenciadas, é para "consumo interno".
Os números não teriam sofrido maiores oscilações em relação ao material "estimulado" O POti/Consult(veja abaixo):
Micarla de Souza – 46,83%
Fátima Bezerra – 14,92%
Rogério Marinho – 9,33%
Geraldo Melo – 4,92%
Joanilson de Paula Rego – 0,75%
Sandro Pimentel – 0,58%
Indecisos – 12,5%
Branco/Nulo – 10,17%
* Depois volto ao tema. Aguarde.
Compartilhe:
Ela tem admitido entre interlocutores próximos, que poderá não apenas abandonar a vida pública, como a cidade – passando a residir em Natal, onde tem outro endereço. O partido está fracionado.
O peemedebismo em Pau dos Ferros não se entende, rachado entre as alas de Maria, do ex-deputado estadual Elias Fernandes, além de um pedaço com a presidente da Câmara de Vereadores, Tércia Batalha.
Elias conta como certa a coalizão com o DEM de Leonardo, além da indicação do seu filho – Gustavo, para vice.
Pobre PMDB… De grife está se transformando em "ponta de estoque".

























