E será Carlos, que o homem algum dia saberá o que fazer com o poder? Não será o poder uma droga que aos poucos invade o cerébro e o espaço do senso crítico e do equilíbrio, deturpando a razão de ser e de fazer? Na verdade o poder tem seu efeito embriagador e transmite ao ser que o possui, uma idéia de superioridade completa, e a sensação de quase imortalidade. Ledo engano! O maior poder é o que advem do tempo, porque todo o poder de um homem falece e senesce diante de sua intolerância e mediocridade. E nenhum poder impedirá o destino de todos: a morte.
O que é “saber” nesse sentido? Há dois tipos de consciência: a de si e a do outro. Considerar as duas seria o ideal. Pode-se, muito bem, considerar só a si no uso de seus poderes ou ao próximo. É uma questão de escolha e não de saber. O saber está fora dessa questão.
E será Carlos, que o homem algum dia saberá o que fazer com o poder? Não será o poder uma droga que aos poucos invade o cerébro e o espaço do senso crítico e do equilíbrio, deturpando a razão de ser e de fazer? Na verdade o poder tem seu efeito embriagador e transmite ao ser que o possui, uma idéia de superioridade completa, e a sensação de quase imortalidade. Ledo engano! O maior poder é o que advem do tempo, porque todo o poder de um homem falece e senesce diante de sua intolerância e mediocridade. E nenhum poder impedirá o destino de todos: a morte.
Dito! Muito boa, essa observação do Edvan.
O que é “saber” nesse sentido? Há dois tipos de consciência: a de si e a do outro. Considerar as duas seria o ideal. Pode-se, muito bem, considerar só a si no uso de seus poderes ou ao próximo. É uma questão de escolha e não de saber. O saber está fora dessa questão.