Conversei ao telefone com amigos que atuam no marketing polÃtico no Sudeste do paÃs. O chororô é grande.
Muitos contratos estão sendo discutido sob cifras bem aquém do esperado. Faltam garantias, cheque virou sinônimo de enganação. A "mufunfa" viva é raridade.
O diagnóstico para a crise está, em parte, no arrocho contra fontes escusas de financiamento, desencadeado por instituições como PolÃcia Federal e Ministério Público Federal. Do narcotráfico à roubalheira do erário. Não tenho dúvidas.
É mais um sinal positivo que corrobora com a minha visão da atual conjuntura brasileira: este paÃs está mudando.
Há dinheiro sobrando para campanha, mas existe o temor de movimentação. O trânsito de "malas" e a justificativa contábil estão dificultados.
O pânico lembra aquela estória da assembléia dos ratos. Um dos roedores sugeriu que o jeito para voltarem a conseguir comida, era colocar um guizo no pescoço do gato. "Aprovado"! muito bem", gritaram os participantes.
Só faltou um detalhe: "Quem irá botar o guizo?" Eis a questão delicada.























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