quinta-feira - 10/07/2008 - 09:39h

Quem bota o guizo no pescoço do gato?

Não é apenas no Rio Grande do Norte que a grana está escassa para campanha eleitoral. Está rala até mesmo no motor da economia nacional, São Paulo.

Conversei ao telefone com amigos que atuam no marketing político no Sudeste do país. O chororô é grande.

Muitos contratos estão sendo discutido sob cifras bem aquém do esperado. Faltam garantias, cheque virou sinônimo de enganação. A "mufunfa" viva é raridade.

O diagnóstico para a crise está, em parte, no arrocho contra fontes escusas de financiamento, desencadeado por instituições como Polícia Federal e Ministério Público Federal. Do narcotráfico à roubalheira do erário. Não tenho dúvidas.

É mais um sinal positivo que corrobora com a minha visão da atual conjuntura brasileira: este país está mudando.

Há dinheiro sobrando para campanha, mas existe o temor de movimentação. O trânsito de "malas" e a justificativa contábil estão dificultados.

O pânico lembra aquela estória da assembléia dos ratos. Um dos roedores sugeriu que o jeito para voltarem a conseguir comida, era colocar um guizo no pescoço do gato. "Aprovado"! muito bem", gritaram os participantes.

Só faltou um detalhe: "Quem irá botar o guizo?" Eis a questão delicada.

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