Esperar que o deputado federal Rogério Marinho (PSB) desembargue no palanque de Fátima Bezerra (PT) é querer demais. Mas ninguém o verá aboletado no espaço oposto, de Micarla de Souza (PV).
A postura de Rogério dificilmente será de aparente neutralidade na sucessão natalense. Contudo não por uma questão de zelo e princípio partidário. Há o temor da cassação de mandato por infidelidade, se resolver formalizar endosso à postulação de Micarla.
Rogério tem elementos de sobra à mão para em seguida requerer saída do PSB, em face de perseguição interna. A demissão de aliados na Prefeitura do Natal e governo estadual caracteriza claramente a opressão partidária sobre ele.
Daí a cautela do deputado. Após as eleições ele terá tempo de sobra para se manifestar.























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