sexta-feira - 21/08/2015 - 09:32h
Mossoró

Setor empresarial tenta abrir diálogo com prefeito

Representantes da classe empresarial de Mossoró têm audiência às 10h de hoje com o prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Tentam dialogar sobre a crise entre o prefeito e taxistas intermunicipais, que afugenta milhares de consumidores da cidade.

– A gente vai tentar, mas sabe que ele está irredutível – diz Getúlio Vale, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

– Os comerciantes estão preocupados. Precisamos de uma saída pelo diálogo – acrescenta Michelson Frota, presidente do Sindicato Varejista (SINDIVAREJO).

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Categoria(s): Economia

Comentários

  1. José Eustáquio diz:

    Cidadão comum sai de sua pequena cidade, de comércio incipiente, para fazer compras em Mossoró. Calcula o preço da compra, o preço da passagem multiplicada por 2 (ida e volta), uma pequena provisão para fazer um lanche e segue viagem.

    Agora, com as mudanças impostas, o mesmo cidadão que sustenta a maior parte da economia comercial e de serviços local terá que multiplicar por 4 o valor das passagens e, olhe, olhe, se o custo da passagem de táxi dentro de Mossoró não for superior ao custo de transporte da sua cidade para cá.

    O que acontecerá? Redução nas vendas locais, porque já não será a pequena compra cotidiana que trará os consumidores até Mossoró. Se vinham até aqui duas ou três vezes no mês, provavelmente só virão uma vez no mês e quando não confiarem a alguém a missão. Famílias inteiras, já não virão acompanhadas, mas um só indivíduo viajará. Muitas compras serão feitas nas próprias cidades, pagando-se mais caro ou obtendo um serviço de qualidade inferior, pois não será economicamente viável para chegar a Mossoró. Por outro lado, outras cidades crescerão em detrimento do decréscimo de atividade econômica local.

    Anotem: pequenos restaurantes e lanchonetes espalhadas pelo Centro, fecharão, pois o movimento cairá drasticamente. Multiplique-se a quantidade de lanchonetes e restaurantes por 3 ou 4 funcionários e saiba o desemprego provocado.

    Agora, vejam bem, que quem mantém o taxista local não é o consumidor que vêm de fora, mas o cidadão mossoroense que circula na cidade. O consumidor de municípios vizinhos não transita entre os bairros. Ele vem, compra e volta, não precisando de transporte coletivo dentro de Mossoró.

    Como privilegiar o táxi, mesmo se tendo ônibus e mototáxis mais baratos? Frota nova, atendimento de qualidade, carro confortável, higiênico e seguro… Não será o pobre indivíduo que vem em busca de serviços bancários ou de mercadorias que sustentará a dinâmica econômica dessa categoria, não.

    Até porque, sabem esses passageiros, que essa categoria profissional é a grande responsável pelo arrocho que está sendo promovido, baseando-se em uma fragilidade econômica e social deles e de seus municípios de origem.

    Governante inteligente criaria formas alternativas de receber bem, a baixo custo esses consumidores. Todavia, não, faz diametralmente o contrário.

  2. José Eustáquio diz:

    Errar é humano, mas errar e negar o erro é errar de forma multiplicada.

    Como pode uma viatura da Guarda Civil de Mossoró ser arrastada, sequestrada, obrigada a seguir das proximidades do município até o município de Governador? Não cabe na cabeça de ninguém que seja honesto essa tese descabida e vergonhosa!

    E ainda mais, homens armados, dentro de um carro, profissionais de segurança pública, se deixam sequestrar? Não saem do veículo, conduzem o mesmo por cerca de 40 km, não retornam, não reagem, vão parar no centro de um município vizinho onde são hostilizados por uma população que protesta com uma certa razão!

    Que é que é isso, gente? Pelo amor de Deus! Expliquem melhor essa história, porque assim está vergonhoso!

    O melhor é reconhecer o erro! O melhor é dizer que agiram por impulso ou seguiram uma ordem falha e imprudente. É muito melhor reconhecer vergonhosamente o erro do que ficar tentando defender o indefensável enquanto a população ri, desfaz, pisoteia a imagem da Prefeitura Municipal de Mossoró, da Secretaria de Segurança e dos honrados servidores públicos envolvidos nesse fatídico evento.

    Errar é humano, volto a repetir. Mas permanecer no erro é de uma estupidez horrenda! Chamar de terroristas trabalhadores que lutam em busca de melhores condições! É desumano valer-se da pobreza e do despreparo intelectual de alguns em nome de uma tese injustificável.

  3. Inácio Augusto de Almeida diz:

    E a solução é tão fácil. Está na cara de todos e ninguém consegue enxergar. O problema é que por ser uma solução simples ninguém consegue ver. Todos parecem gostar das coisas complicadas.
    Qual é esta solução que contentará taxistas de Mossoró e de fora? Sei mas não digo.
    Cansei de não ser ouvido.
    Que os gênios de Mossoró descubram como desatar este nó dado pela mais desastrada administração pública de todo o mundo.
    /////
    BREVE, MUITO EM BREVE, OS RECURSOS SAL GROSSO SERÃO JULGADOS.
    PROCESSO DA OPERAÇÃO VULCANO, JÁ CONCLUÍDO, AGUARDA JULGAMENTO.
    UNIFORME E MATERIAL ESCOLAR NÃO FORAM DISTRIBUÍDOS EM MOSSORÓ.
    FALTA MERENDA EM ESCOLAS MUNICIPAIS PORQUE FALTAM MERENDEIRAS.

  4. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Vou dar uma prova de que uma solução simples resolve um problema aparentemente insolúvel.
    Observei que nas cidades pequenas do interior do Nordeste o voto tinha deixado de ser secreto. Não, ninguém ficava olhando o eleitor votar. Apenas ficavam escutando o barulho do teclar na urna eletrônica.
    Quando se vota para Deputado Estadual são cinco números, portanto, cinco toques e cinco barulhos. Para os outros cargos, alguns toques e alguns barulhos.
    Onde está o voto não ser secreto?
    Está em que caso o eleitor vote em branco uma única tecla será apertada e apenas um toque será ouvido. E eleitores que, pressionados por prefeitos e chefes políticos, tinham se comprometido votar em candidato que nunca tinha pisado na cidade e desejavam votar em branco, revoltado com a pressão, não podiam. Tinham medo. Se votassem em branco sofreriam retaliações.
    Como eu acabei com esta bandalheira?
    Fui ao promotor no MPRN em Mossoró e expliquei-lhe detalhadamento o que acontecia e como o problema poderia ser solucionado. O mesmo fiz indo ao promotor de Granja.
    Deixei claro que o som das urnas eletrônicas era colocado no volume máximo para que todos na sala de votação e até fora dela pudessem ouvir quantas teclas estavam sendo tocadas. E disse que a solução era colocar o som no volume mínimo ou só permitir a emissão do som de votação finalizada. Assim, sem que o som fosse audível em todo o recinto ficaria impossível aos babões dos prefeitos e chefes políticos saberem se o eleitor tinha votado em branco. E sem os babões saberem os prefeitos não saberiam.
    De imediato o promotor acatou a sugestão. Ele que também era na época, não sei se ainda o é, promotor de Serra do Mel. O mesmo aconteceu com o promotor de Granja.
    Viram como a solução para manter o voto secreto foi fácil?
    SOLUÇÕES SIMPLES. ESTE É O SEGREDO.
    Infelizmente não acreditam quando digo que tenho soluções simples para diversos problemas. Mesmo apresentando o testemunho de pessoas como Padre Talvacy Chaves, Dra. Naide Marisa Rosado de Souza, Luiz Carlos Martins e outros de que as minhas sugestões são viáveis.
    Deixar de criticar a mais desastrada administração pública de todo o mundo eu não deixo.
    Se não escutam as minhas sugestões, tenho certeza, Mossoró perde muito mais do que eu.
    Um dia um prefeito compromissado com Mossoró irá me ouvir. Até lá é ficar olhando de cima da ponte.
    /////
    BREVE, MUITO EM BREVE, OS RECURSOS SAL GROSSO SERÃO JULGADOS.

  5. Naide Maria Rosado de.Souza diz:

    Sem consumidores, já abalados com o caos do país, melhor que se dê ouvidos à classe empresarial que, ao encontrar a boa solução ou sugeri-la, com certeza terá olhos para gregos e troianos.

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