segunda-feira - 24/12/2007 - 11:46h

Sucessão municipal em Areia Branca

Com 19.420 eleitores, segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de novembro deste ano, Areia Branca é um dos cenários políticos mais conturbados entre os 167 municípios do RN.

Há um permanente clima de campanha eleitoral, provocando séria instabilidade administrativa.

Para as eleições do próximo ano, o quadro é novamente instável e confuso, apesar de ser aparentemente fácil separar os contendores por apelidos e cores. Há uma linha divisória de paixão e ódio colocando frente a frente "bacuraus" e "bicudos", o "verde" e o "encarnado".

De 2004 a este mês, portanto três anos corridos, o município teve cinco prefeitos, sendo que dois (e seus respectivos vice-prefeitos) foram cassados por compra de votos e abuso do poder econômico.

O médico Bruno Filho (PMDB), reeleito em 2000, foi cassado em 2004. Assumiu o presidente da Câmara de Vereadores, Djalma da Silva (então no PPS). Em seguida, ainda em 2004, o ex-prefeito derrotado por Bruno em 2000, Expedito Leonez (DEM), é empossado por força de decisão judicial e faz um mandato-tampão até dezembro do mesmo ano.

Eleito em 2004, o agrônomo Manoel Cunha Neto, o "Souza" (PP), que fora duas vezes vice de Bruno Filho, foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em 26 de junho deste ano.

Até hoje, ele batalha no TSE por sua recondução ao cargo, onde foi entronizado o médico Ruidemberg Souto, o "Beguinho" (PTB), no último dia 13 de agosto.

* Veja duas postagens abaixo, que complementam esta matéria analítica.

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