segunda-feira - 27/04/2020 - 16:24h
Mossoró

Polícia recupera veículo de vereador roubado em arrastão

Foi localizada às primeiras horas da manhã desta segunda-feira (27), a picape S-10, de cor branca, pertencente ao vereador Manoel Bezerra de Maria (PP). Estava encoberta parcialmente pelo mato no Sítio Santana, zona rural de Mossoró, próximo de onde foi roubado.

Veículo foi localizado por guarnição do 12º BPM no Sítio Santana, próximo ao local do arrastão (Foto: 12º BPM)

Policiais do 12° Batalhão de Polícia de Mossoró (BPM) foram alertados quanto à presença de um veículo abandonado e o localizaram.

O veículo foi roubado de sua casa no Sítio Chafariz (zona rural de Mossoró, margem esquerda da BR-110, sentido Upanema), na sexta-feira (24) – veja AQUI.

O vereador mossoroense estava na companhia de familiares, quando todos foram surpreendidos por um grupo de marginais. Eles recolheram celulares, televisor e outros utensílios pessoais e domésticos, saindo em seguida no veículo.

Na mesma sexta-feira a polícia já tinha prendido um casal envolvido com o crime, além de localizar na cada de um deles parte do que tinha sido subtraído.

Na ação dos bandidos, ninguém se feriu.

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sexta-feira - 09/01/2015 - 22:24h
Mossoró

O faz-de-conta de dois batalhões militares

Faz sentido Mossoró e região com dois batalhões de Polícia Militar, com os dois, juntos, não representando um?

O malabarismo do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), para dar demonstração de investimento na Segurança Pública, em Mossoró, resultou no período de maior violência urbana em todos os tempos.

Sem homens, equipamentos, veículos etc., tudo isso é balela.

O 12º Batalhão de PM foi criado da “costela” do 2º Batalhão, quando esse sequer podia funcionar a contento, com déficit de cerca de 60% de homens.

Chega de faz-de-conta, governador.

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quarta-feira - 03/04/2013 - 03:51h
Sofismas políticos

Jogo de palavras procura atenuar o desastre da “Rosa”

Betinho aponta "Comunicação" como a culpada por período nefasto de governo estadual de Rosalba

Tem gerado muita controvérsia o conteúdo de entrevista do deputado federal Betinho Rosado (DEM), a “O Jornal de Hoje”, avaliando imagem do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) e o comparando com outros, em contextos distintos. Betinho comete alguns deslizes, intencionais ou não.

Betinho usa emaranhado de números e argumentos para apontar caminho pró-Rosalba

“O desgaste mostra que o governo se comunica mal”, disse ele, apesar do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) ter despejado uma média de R$ 64,5 milhões/ano em propaganda.

O aumento orçamentário com propaganda para o atual exercício foi da ordem de 120 por cento, num comparativo com 2011.

Para Betinho, o ministro e senador licenciado Garibaldi Filho (PMDB) e Wilma de Faria (PSB) – vice-prefeita de Natal – enfrentaram desgastes muito maiores que o administrado por Rosalba.

“Com essa distância que nós estamos da reeleição ou da eleição de governador, Garibaldi e dona Wilma, que foram os dois últimos governadores, tinham mais desgaste do que tem Rosalba hoje. E, no entanto, na reeleição de Garibaldi ele era o terceiro colocado. O primeiro era Zé Agripino (DEM), o segundo era Geraldo Melo (então no PSDB), mas, ao final, Garibaldi ganhou a eleição”, citou.

Adiante, ainda acrescentou: “Na reeleição de dona Wilma, Garibaldi tinha 70% das intenções de voto, e, quando terminou a eleição foi dona Wilma quem ganhou. Portanto, essa situação, aparentemente difícil de Rosalba, pode ser e vai ser revertida”, relatou.

Equívocos

Betinho, cunhado de Rosalba, passeia em sofismas, ou seja, argumentos falsos. É provável que seja mais por estratégia do que desconhecimento de causa, haja vista sua boa memória e sua reconhecida capacidade cognitiva.

Nunca o Estado gastou tanto com propaganda e utilizando agências consagradas no mercado e experientes nesse tipo de trabalho, caso da Art&C. Além disso, o entra-e-sai de secretário da Comunicação não pode ser atribuído a despreparo de nenhum deles.

Pela pasta passaram os jornalistas Alexandre Mulatinho e Paulo Araújo. Agora está – há poucas semanas – Edilson Braga. Todos são nomes de bom conceito profissional.

Quanto ao desempenho dos então governadores Garibaldi Filho e Wilma de Faria em suas respectivas reeleições, os números de Betinho não batem com a realidade dos fatos.

Wilma e Garibaldi viveram situações distintas em reeleições

Garibaldi tinha dificuldade de reeleição e certo desgaste no final dos anos 90. Fora eleito em 1994 e assumira em 95.

Entretanto, o Programa de Adutoras que ele implementou, gerou uma revolução em seu governo e em sua imagem. Mesmo assim, nunca sua gestão chegou a mais de 70% de reprovação, como o de Rosalba.

A atual governadora atingiu 75% de repulsa popular só em Natal.

Em relação à Wilma, o quadro em 2006 em momento algum colocou Garibaldi Filho com 70% de intenções de voto. Ela foi eleita em 2002 e reelegeu-se em 2006.

Durante toda a campanha, por exemplo, Wilma esteve atrás nas pesquisas em relação a Garibaldi e foi crescendo paulatinamente dentro da disputa direta contra ele.

O então senador teve performance sempre oscilando entre os 45 e 48 pontos percentuais em 2006. Nos últimos dias, Wilma empatou numericamente e venceu no primeiro turno, repetindo a dose no segundo turno com maior folga.

Desatinos

Essa é a verdade dos fatos.

Cada disputa eleitoral precisa ser enxergada sob vários aspectos. Entender cada conjuntura é fundamental para não cometermos disparates analíticos ou engolirmos versões estapafúrdias.

Rosalba vive um momento ímpar. Nunca, absolutamente nunca um governador chegou a tamanho nível de desgaste pessoal e institucional na história republicana do Rio Grande do Norte, desde que foram aferidos com instrumento científico de análise, ou seja, a pesquisa de opinião pública.

Quem teve recorde mais negativo no pós-regime militar foi, sem dúvidas, Geraldo Melo (1987-1990). Mesmo assim, essa corrosão surgiu na segunda fase de sua administração. Por pelo menos quase dois anos ele conseguiu sustentar capital obtido em campanha memorável no ano de 1986.

Com Rosalba, a crônica de desmanche e desatinos é diária, mensal e anual com o mesmo conteúdo.

Quase nada funciona. O que ainda sinaliza como realização é objeto de parceria com Governo Federal e obras e serviços contratados nas gestões Wilma de Faria-Iberê Ferreira (PSB), que a propaganda teima em encobrir e desvirtuar.

Geraldo: nome de massa e, depois, reprovação

O próprio governo Rosalba – no início do seu exercício, em janeiro de 2011 – freou tudo que herdara da gestão anterior, mais de 140 obras e serviços. Sem plano algum de governo ou qualquer projeto, por mais incipiente que fosse, começou a sistematizar a reativação da “herança bendita” há poucos meses, adesivando tudo com sua logomarca.

Má-fé

Uma prova cabal da falta do que apresentar ao Rio Grande do Norte está em Mossoró, em dois monumentos à incompetência, despreparo e até mesmo má-fé.

O Hospital Materno-Infantil Parteira Maria Correia (Hospital da Mulher) nasceu do desespero em mostrar algo à população de Mossoró e aspiração politiqueira do governismo. Foi inaugurado “nas coxas”, por cima da lei e eivado de corrupção, em março de 2011, para poder servir de referência ao governo e peça de campanha eleitoral municipal.

Em pouco menos de seis meses de funcionamento, esse equipamento terceirizado foi capaz de desviar mais de R$ 8,4 milhões de recursos do Estado, conforme auditoria realizada pelo próprio Governo do Estado. Em mais de um ano de funcionamento, o Hospital da Mulher é símbolo de roubalheira e estelionato eleitoral.

O Estado teria investido quase R$ 17 milhões no Hospital da Mulher, nesse curto espaço de tempo. Uma montanha de dinheiro que bem-empregado teria sido capaz de minimizar sobremodo o sofrimento da população carente do município e região.

A instalação do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) é outro engodo. Diante da violência sem limites na cidade, a governadora apressou-se em “bolar” essa ideia, sem qualquer estrutura física e de pessoal.

Na verdade, desmembrou o 12º BPM do 2º Batalhão de Polícia Militar, já existente em Mossoró e que à época tinha deficiência de mais de 40% em sua tropa necessária. O mesmo governo chegou a anunciar que essa unidade militar teria mais de 600 homens.

Desmentido com provas cabais e irrefutáveis por esse Blog e manifestação do deputado estadual Fernando Mineiro (PT), na Assembleia Legislativa, o Governo refez conteúdo de propaganda que estampava números superdimensionados para o 12º BPM.

Para agravar a marmelada, até hoje o imóvel alugado para o 12º BPM tem atrasos no pagamento de locação, podendo ser despejado judicialmente a qualquer momento.

Há tempo para Rosalba promover uma reviravolta de imagem, administrativa e eleitoral?

Há, sim. Porém é pouco provável.

O tempo e a conjuntura são bem diferentes das épocas de Garibaldi e Wilma de Faria.

Faltam mudanças radicais na mentalidade e nos métodos de gestão, além de uma gotinha de sorte. E 2014 está bem aí.

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Categoria(s): Reportagem Especial
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