terça-feira - 21/08/2018 - 13:00h
Operação Via Ápia

Ex-diretor do Dnit é condenado a mais de 13 anos de prisão

Gledson Maia: condenação (FOto: Web)

Em mais um desdobramento da Operação Via Apia (que eclodiu em 2010), como ficou conhecida a denúncia de um suposto esquema de corrupção em obras do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) no RN, o Juiz Federal Eduardo Dantas, da 14ª Vara Federal do RN, condenou duas pessoas, absolveu uma e aplicou o perdão judicial a outra.

Foram condenados Gledson Golbery de Araújo Maia, ex-diretor de Engenharia do Dnit, e o empresário Arlindo Cavalca Filho. No caso de Gledson Golbery, a condenação é de 13 anos, 6 meses e 3 dias de reclusão e ao pagamento de 422 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1/30 do salário mínimo vigente.

Como ele firmou o acordo de colaboração premiada,  a pena dele foi convertida a 4 anos, 6 meses e 1 dia de reclusão, inicialmente, em regime aberto.  Mas a pena de multa se mantém no mesmo valor.

Sobre Arlindo Cavalca a pena foi de 6 anos, 5 meses e 10 dias de reclusão e o pagamento de 194 dias-multa, com cada dia-multa no valor de 1/30 do salário mínimo vigente.

Favorecimento

Luciana Sbaraini foi absolvida no processo. Já Adla Érica de Queiroz Silva Maia recebeu o perdão judicial nos termos da colaboração premiada que firmou com o Ministério Público Federal.

A denúncia do Ministério Público Federal recaiu sobre favorecimento indevido de contratação para empresa Cavalca Construções e Mineração Ltda, da qual Arlindo Cavalca é sócio.

Gledson Maia é sobrinho da deputada federal e candidata ao Senado Zenaide Maia (PHS) e do ex-deputado federal e novamente candidato à Câmara dos Deputados, João Maia (PR).

Leia também: PF e MPF cumpre busca e apreensão sobre corrupção na BR-1101;

Leia também: João Maia estranha busca e apreensão em período eleitoral.

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sábado - 01/07/2017 - 12:18h
Operação Manus

Juiz acata denúncia contra Henrique, Cunha e mais quatro

Henrique e Eduardo: denúncias graves (Foto: Folha de São Paulo 25-10-16)

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, titular da 14ª Vara Federal no Rio Grande do Norte, nessa sexta-feira (30/06/2017), recebeu integralmente a denúncia protocolada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra Eduardo Cosentino da Cunha (PMDB-RJ), Henrique Eduardo Lyra Alves (PMDB), José Adelmário Pinheiro Filho, Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, Carlos Frederico Queiroz Batista da Silva e Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara.

Eles são supostamente envolvidos na investigação conhecida como “Operação Manus” (veja AQUI) – desencadeada dia 6 do mês passado.

A denúncia do MPF aponta para desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva a partir de contratos operacionalizados com as construtoras OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia (veja AQUI).

“Tem-se que há farta justa causa para a continuidade do processo e recebimento da denúncia por todos os crimes imputados aos réus, inclusive o de possível organização criminosa, ante a plausível união dos acusados para cometimento dos delitos expostos na peça inaugural”, escreveu o Juiz Federal Francisco Eduardo.

Conheça – leia – a íntegra da denúncia clicando AQUI, protocolada no último dia 20 de junho pelo MPF.

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