quarta-feira - 26/06/2024 - 19:48h
Orlan Donato Rocha

Afastado por assédio sexual, juiz acha decisão “indevida e injusta”

Orlan Donato Rocha saiu de Mossoró para Ceará-mirim (Foto: Atquivo)

Orlan Donato Rocha saiu de Mossoró para Ceará-mirim (Foto: Atquivo)

Afastado das funções de juiz federal na 15ª Vara Federal em Ceará-mirim, por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – veja AQUI, sob acusação de assédio ou importunação sexual, Orlan Donato Rocha diz-se inocente. Através de três advogados, ele emite nota oficial considerando “indevida e injusta” a medida cautelar.

Veja abaixo a íntegra da nota:

A defesa de Orlan Donato Rocha esclarece que na manhã de hoje, o Conselho Nacional de Justiça/CNJ decidiu instaurar Revisão Disciplinar e entendeu pelo seu afastamento cautelar, muito embora o TRF5 já tivesse analisado o caso e decidido por ausência de qualquer tipo de assédio.

Consideramos a extensão dessa imputação ao juiz federal Orlan Donato Rocha, indevida e injusta pela absoluta improcedência dos fatos apontados e pela total ausência de provas que possam comprometer a sua conhecida e meritória postura na vida pública.

O magistrado reafirma sua inocência no caso em questão e que as ilações são infundadas.

Tudo será evidentemente esclarecido no decorrer do processo.

Por fim, reiteramos sua seriedade e correção, como integrante da magistratura federal há mais de doze anos.

Advogados

Olavo Hamilton, Paulo Leão e Paulo Leão Júnior

Nota do Blog Carlos Santos – Até o segundo semestre do ano passado, Donato era titular da 8ª Vara Federal em Mossoró e os depoimentos de seis mulheres que o incriminam tem essa cidade como ambiente, segundo o relator do  processo no CNJ, ministro Luis Felipe Salomão. Ele pediu a correta apuração dos fatos, até que se defina o melhor encaminhamento para a situação. 

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Categoria(s): Gerais
quinta-feira - 11/11/2021 - 19:12h
Justiça Federal

Júri de acusados da morte de policial penal terá transmissão ao vivo

policial penal federal Henri Charles teria sido vítima de um complô do PCC (Foto: divulgação)

policial penal federal Henri Charles teria sido vítima de um complô do PCC (Foto: divulgação)

Confirmado para o dia 30 de novembro, a partir das 8h, o início do júri popular dos acusados de assassinar o policial penal federal Henri Charle Gama e Silva, ocorrido no dia 12 de abril de 2017, na cidade de Mossoró. O juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara, será o presidente do júri

Acontecerá no plenário do Fórum Desembargador Silveira Martins, da Justiça do RN, em Mossoró.

O júri será transmitido pelo canal do Youtube da JFRN (//www.youtube.com/c/JfrnJusBrOficial)

No último dia 9 de novembro, o Juiz Federal Orlan Donato promoveu uma audiência para o sorteio de 25 jurados titulares e outros 25 substitutos.

Serão julgados Eduardo Lapa dos Santos, Maria Cristina da Silva, Jailton Bastos de Souza, Gilvaneide Dias Mota Bastos e Edmar Fudimoto.

Leia também: Conheça detalhes do crime que envolve o PCC.

O crime ocorreu por volta de 16h do dia 12 de abril de 2017, em Mossoró.

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), a morte do policial penal foi sob encomenda e execução da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Ocorreu num bar do bairro Boa Vista em Mossoró, quando a vítima estava despreocupadamente no local. Quatro homens armados pararam um carro e saíram atirando em sua direção, sem chances de defesa.

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segunda-feira - 21/12/2020 - 11:22h
Justiça Federal

Apamim será dissolvida e intervenção acabará em dois anos

O juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, da Subseção de Mossoró, sentenciou o processo envolvendo a Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró(APAMIM). Ele também definiu o prazo de dois anos para conclusão da intervenção, contado a partir de 5 de janeiro de 2021.

Estrutura e gestão da Apamim passaram por uma verdadeira revolução nos últimos anos (Foto: arquivo)

O magistrado determinou a dissolução em definitivo da Apamim, que até setembro de 2014 (quando eclodiu a intervenção) era controlada pelo grupo político da então deputada federal Sandra Rosado (PSDB), atualmente em fim de mandato como vereadora em Mossoró.

Bloqueio de contas

Donato ainda sentenciou para o imediato bloqueio de R$ 3.492.455,83, das contas da Prefeitura de Mossoró, valor que deverá ser destinado à unidade hospitalar. O Juiz Federal observou que o custeio das cooperativas Neoclínica, CAM, SAM, NGO e Coperfisio, além do fornecimento de oxigênio para o hospital, devem continuar sendo custeados pelo Governo do Estado.

O processo que agora culminou com a sentença judicial foi iniciado com o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CRM) contra o Município de Mossoró e encontrou na intervenção, decretada em 2014, um importante capítulo. Foi a partir dessa medida que a unidade hospitalar começou a viver uma nova realidade.

Foi realizada uma ampla reforma física e a melhoria dos serviços de assistência materno-infantil é enaltecida pelos cidadãos. Inclusive a intervenção na unidade já produziu outro projeto: convênio entre a entidade e a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), contempla estágio obrigatório e ainda doação de equipamentos.

 

Donato: avanços na intervenção (Foto: JFRN)

Passado e presente

Na sentença do Juiz Federal Orlan Donato lembrou que “o cenário fruto da ação foi arquitetado por uma administração desastrosa ao longo de anos, sendo que a situação caótica chegou ao ápice em abril de 2014, quando foi fechada uma das duas salas cirúrgicas pela clínica de anestesiologistas, por absoluta falta de condições de funcionamento, ante a ausência dos instrumentos necessários e imprescindíveis para a prática segura de tal especialidade, juntamente com isto a falta de medicamentos e materiais se tornou rotina, o que culminava suspendendo os procedimentos médicos à época. O atendimento ao público, quando chegava a ser realizado, era de forma extremamente precária e com a constante falta de medicamentos”.

Ele observou que a entidade apresentava dívidas de R$ 1,5 milhão em trabalhistas, R$ 2,2 milhões para fornecedores e outros R$ 9,2 milhões de tributárias e encargos.

Nota do Blog – A intervenção da Apamim é uma mudança de “chave” em termos de gestão nesse complexo hospitalar. Impressionam os avanços obtidos, mesmo com continuada dificuldade de fluxo de recursos.

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segunda-feira - 04/05/2020 - 10:04h
Grupo Líder

Juiz decide garantir pagamento de dívidas trabalhistas

O Juiz Federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, determinou a transferência de R$ 12.758.067,53 do Grupo Líder (originário de Mossoró) para o pagamento de dívidas trabalhistas.

A decisão ocorreu no âmbito do processo de execução fiscal e em cooperação com a Justiça do Trabalho, que requereu apoio do Judiciário Federal para disponibilizar créditos da empresa suficientes para pagar os débitos trabalhistas do grupo empresarial.

“Em respeito ao principio da Cooperação Judiciária, bem como às disposições legais antes mencionadas, verifica-se a possibilidade de transferência de parte dos valores vinculados ao presente executivo fiscal para a Justiça Laboral, ficando uma parte ainda para convolação em favor da União/Fazenda Pública, escopo primaz de qualquer feito executivo fiscal”, escreveu, na decisão, o Juiz Federal Orlan Donato.

Situação de pandemia

O magistrado recusou o argumento da Fazenda Nacional que alegava impossibilidade de reserva de valores em favor de créditos trabalhistas, por estes vincularem determinadas pessoas, mas os valores arrecadados se referiam ao grupo empresarial. “As execuções referentes às ações trabalhistas abrangem sim o grupo econômico, seja em parte ou no todo, como se observa nos ofícios enviados pela Justiça do Trabalho”, destacou o Juiz Federal Orlan Donato.

O magistrado lembrou ainda que a urgência da decisão ocorria pelo momento da pandemia.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
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quinta-feira - 22/02/2018 - 08:50h
Em Recife

TRF5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim

Alex Moacir e Francisco Andrade Filho são os principais implicados, já condenados em primeiro grau

A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) tem em pauta para as 9 horas de hoje (quinta-feira, 22), em sua sede em Recife-PE), processo sob o número RN – 2008.84.01.000944-0. Nele, há sentença – com recurso – prolatada pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal (Mossoró), Orlan Donato Rocha.

Os principais implicados (condenados em primeiro grau) são o vereador Alex Moacir (MDB) e o comerciante e ex-genro da vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) Francisco de Andrade Silva Filho. O primeiro pode até perder o mandato, como uma das sanções; o segundo, se não reverter condenação vai ressarcir União em quase R$ 800 mil reais.

Andrade (comerciante) e o vereador Alex Moacir são nomes implicados no julgamento que deve ocorrer hoje (Foto: arquivo)

O ex-deputado federal Laíre Rosado Filho (PSB) teve extinção de processo quanto ao seu envolvimento, “em face do reconhecimento da prescrição” (a Justiça perdeu tempo para eventual punição do réu). Em vários outros processos ocorreram a mesma situação favorável ao ex-parlamentar mossoroense, marido da vereadora Sandra Rosado.

Apamim

Eles estão envolvidos – segundo os autos processuais – em desvio de recursos públicos federais, atrelados à Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM). A instituição filantrópica está em intervenção federal desde setembro de 2014.

O relator do processo no TRF5 é o desembargador Roberto Machado.

Alex Moacir foi condenado à “perda do valor acrescido ilicitamente ao patrimônio, no montante de R$ 202,21 (duzentos e dois reais e vinte e um centavos), que deverá ser integralmente ressarcido; suspensão dos direitos políticos por 8 (oito) anos; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, também pelo prazo de 5 (cinco) anos”.

Francisco Andrade teve condenação “à perda do valor acrescido ilicitamente ao patrimônio, no montante de R$ R$ 50.499,83 (cinquenta mil, quatrocentos e noventa e nove reais e oitenta e três centavos), que deverá ser integralmente ressarcido; ressarcimento integral do valor de R$ 734.625,60 (setecentos e trinta e quatro mil, seiscentos e vinte e cinco reais e sessenta centavos), relativos à perda patrimonial decorrente da conduta ímproba do réu; suspensão dos direitos políticos por 10 (dez) anos; pagamento de multa civil de duas vezes o valor encontrado após a soma do enriquecimento ilícito com a perda patrimonial; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, também pelo prazo de 10 (dez) anos.

O juiz Orlan Dantas Donato prolatou a sentença no dia 15 de outubro de 2014. Cinco réus foram absolvidos e outros seis foram condenados.

Leia também: Processo sobre condenação de Sandra Rosado não é julgado.

Defesa de Alex Moacir se pronuncia

P.S – 13h50 – Em relação a matéria intitulada ‘TRF-5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim‘, o advogado Marcos Lanuce (que defende os interesses do vereador Alex Moacir), tem os seguintes esclarecimentos:

O vereador foi condenado em primeiro grau de jurisdição, por improbidade administrativa, no processo 1937, tendo o TRF, no final do ano de 2016, reformada a referida decisão, no sentido de absolver Alex Moacir.

Da mesma forma, houve condenação no processo 944, porém, de idêntica forma, o Vereador foi absolvido pelo TRF, desta feita o acórdão foi publicado em outubro de 2017.

O julgamento ocorrido no dia de hj, é referente aos embargos de declaração, propostos em face do acórdão aqui referido, sem nenhuma menção ao vereador Alex Moacir.

Repisando, em ambos os processos o vereador foi absolvido das condenações que lhes foram imputadas, pelo magistrado de primeiro grau.

A defesa do vereador, tinha plena consciência que não se poderia perdurar as decisões condenatórias, considerando que não houve nenhum ato ilícito praticado por Alex Moacir, quando de sua estada na prestação de serviços, junto a Fundação Vingt Rosado.

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quarta-feira - 08/02/2017 - 23:52h
Mossoró

Prefeitura não deseja dar maior apoio ao Almeida Castro

HMAC tem intervenção com excelentes resultados (Foto: cedida)

O juiz federal Orlan Donato Rocha da 8ª Vara Federal, com sede em Mossoró, promoveu reunião à manhã de hoje com representantes da Prefeitura Municipal de Mossoró. A conversa girou em torno do funcionamento do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), que está sob intervenção desde setembro de 2014.

O secretário da Saúde do município, Benjamim Bento, teve a companhia do consultor Geral do Município, José Anselmo de Carvalho Júnior.

Os representantes da gestão Rosalba Ciarlini (PP) defenderam a tese de que a prefeitura prioriza a atenção básica, não tendo interesse em injetar maiores recursos no HMAC, que destoem disso.

Audiência

O magistrado espera que no prazo de cinco dias o governo Rosalba apresente seus questionamentos e ponderações oficialmente, além de aguardar – em seguida – pronunciamento do próprio Ministério Público Federal (MPF).

Daí, o magistrado deverá marcar audiência para tratar dos próximos passos da interventoria e o papel da prefeitura na garantia de funcionamento do hospital. Ele foi quem determinou a intervenção saneadora no HMAC, além de acompanhar regularmente o trabalho dos interventores, através de relatórios, visitas pessoais e reuniões sistemáticas.

Veja reportagem especial sobre história, passado, presente e perspectivas do HMAC clicando nestes links: – AQUIAQUIAQUI).

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
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segunda-feira - 06/02/2017 - 21:09h
Almeida Castro

Juiz quer evitar que avanços em hospital sejam interrompidos

Orlan: intervenção tem sido importante (Foto: arquivo)

O juiz federal Orlan Donato Rocha da 8ª Vara Federal convocou representantes do poder Executivo de Mossoró para uma reunião de trabalho no dia 8 de fevereiro (quarta-feira), na sede da Justiça Federal. Será às 10h.

Na ocasião, ele vai tratar sobre os repasses dos governos do Estado e Federal para a Prefeitura de Mossoró, com destino final do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Avanços

O magistrado empenha-se para que a parceria entre a Prefeitura e o HMAC não tenha solução de continuidade, de modo que o processo de restauração dessa instituição não comprometa o atendimento obstétrico em toda a região Oeste do RN.

Há poucos dias, o Blog Carlos Santos mostrou os avanços do HMAC desde sua intervenção em setembro de 2014. É uma nova realidade que conflita com sua fase anterior.

Veja nesses três links – AQUIAQUIAQUI) – a série de reportagem sobre o HMAC.

Veja também a crônica “Por Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Livia…” (AQUI).

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Categoria(s): Administração Pública
quinta-feira - 06/10/2016 - 17:22h
Em andamento

OAB participa do processo de mudança do Hospital da Mulher

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, acompanhará a partir de agora todos os atos relativos ao Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, de Mossoró (HMM), no âmbito da Justiça Federal. A decisão foi tomada após uma reunião envolvendo representantes da Ordem e o juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal.

O magistrado explicou todos os procedimentos que foram e que serão adotados relativos à transferência dos serviços do Hospital da Mulher para o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), também conhecido por Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) e concordou com a participação da OAB de agora em diante em todos os atos relativos ao HMM, como audiências públicas e reuniões de entidades, por exemplo.

Plano de Trabalho e Aplicação

Os advogados Canindé Maia e Kallio Gameleira, presidente e vice-presidente da OAB/Mossoró, foram recebidos ontem (5) pelo juiz. Um dia antes (4), a OAB havia sido procurada por funcionárias do Hospital da Mulher, que vieram pedir apoio na luta contra o seu fechamento.

Canindé e Kallio repassaram a preocupação dos servidores e dos demais segmentos da sociedade com o fechamento. “Nós falamos sobre a necessidade da participação da OAB no processo, que é provisório. São 30 dias para solucionar e apresentar um plano de trabalho de aplicação por parte do Estado. Doutor Orlan explicou todo o processo e se comprometeu com a participação da OAB”, resume Canindé Maia.

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Nota do Blog – Fato consumado, gente. Isso desde 2015 que está decidido e vem sendo adiado. Informamos àquela época que era posição irreversível do Governo do Estado, ainda na gestão do secretário Ricardo Lagreca, da Saúde.

O custo do Hospital da Mulher, altíssimo, será atenuado de forma vertiginosa com transferência dos serviços à nova casa.

Aguardemos, pois.

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Categoria(s): Saúde
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