terça-feira - 26/03/2019 - 23:20h
A arte da guerra

Falo e quem me escuta?

O rosalbismo talvez produza alguns feitos até aqui improváveis, graças à sua teimosia e autossuficiência:

Um: fabricar ‘vítimas’ no campo político adversário.

Dois: criar os meios à união de forças excludentes, na oposição, pressuposto ao enfrentamento viável nas urnas em 2020.

Os tempos são outros, os tempos são outros, tenho alertado há tempos.

Mas quem me escuta no Palácio da Resistência?

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Categoria(s): Política
terça-feira - 23/08/2016 - 09:46h
Judicialização e discurso

Ataque e defesa na ‘arte da guerra’ eleitoral em Mossoró

As ações que pedem cassação de registro das candidaturas a prefeito e vereador, respectivamente de Rosalba Ciarlini (PP) e Betinho Rosado (PP) em Mossoró (veja AQUI), “estavam escritas”. Absolutamente normais e previsíveis.

As ações protocolizadas no dia passado talvez não produzam efeito prático pretendido em seu bojo, ou seja, alijar Rosalba Ciarlini da disputa. É provável que tenham papel mais tático-eleitoral do que judicial-eletivo.

A judicialização das campanhas eleitorais não é um fenômeno da política mossoroense. Ela advém do fomento da própria legislação eleitoral, a maior profissionalização de campanhas do ponto de vista técnico-jurídico, além da vigilância dos órgãos de fiscalização.

De acordo com dados levantados em julho passado pelo portal G1/SP, no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Rio Grande do Norte é o Estado brasileiro que teve proporcionalmente o maior número de prefeitos eleitos em 2012 cassados nos últimos quatro anos.

Ao todo, foram 16 cassações, com oito afastamentos definitivos e oito permanências no cargo por meio de recursos judiciais e liminares.

O Brasil teve, segundo o levantamento, 136 prefeitos cassados e retirados do cargo pela Justiça Eleitoral – uma média de um a cada oito dias.

Além disso, outros 93 também foram cassados, mas se mantêm no cargo com liminares e recursos, a poucos meses de um novo pleito, que ocorre em outubro deste ano.

O dado de cassados no cargo e fora dele representa 4% do total de prefeitos eleitos em 2012 (5.568).

O que acontece em Mossoró logo nos primeiros dias de campanha está pulverizado no país. Isso é inquestionável. Segue-se à risca uma máxima militar milenar, posta em “A arte da guerra”, do general chinês Sun Tzu:

– “Mantenha o teu inimigo ocupado”.

É o que procuram fazer nesses primeiros dias as campanhas dos candidatos Francisco José Júnior (PSD) e Tião Couto (PSDB), em relação à concorrente Rosalba Ciarlini. Acuam-na judicialmente.

Favorita, Rosalba é uma adversária a ser caçada (ou cassada, diga-se). Em sua retórica, numa tática do marketing, pode e provavelmente posará de vítima.

Sua reação também faz parte da arte da contenda eleitoral. “A estratégia é uma economia de forças”, afirmou o general prussiano (alemão) Carl von Clausewitz no clássico “Da Guerra”. Ou seja, pensar antes de agir.

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Categoria(s): Eleições 2016 / Política
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quinta-feira - 13/02/2014 - 11:31h
RN 2014

A arte da guerra política de Henrique Alves

O presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), certamente leu um dos clássicos da estrategia militar, aplicado à política e ao mundo dos negócios.

Falo sobre “A arte da Guerra”, de Sun Tzu.

O general e filósofo chinês disse, com muita propriedade:

A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.

E mais:

Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperar.

Tem tudo a ver com a política contemporânea que ele empina, com destreza e incrível serenidade.

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Categoria(s): Política
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