sexta-feira - 12/05/2023 - 08:50h
Operação Arcanjos VI

Conteúdo de exploração sexual de criança/adolescente é combatido

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Polícia Civil potiguar deflagraram nesta sexta-feira (12) uma operação conjunta com o objetivo de combater crime cibernético de armazenamento de conteúdo contendo cenas de abuso sexual de criança e adolescentes. A Operação Arcanjos VI tem como suspeito um homem de 43 anos que mora em Mossoró.

Laboratório do Gaeco vai avançar em perícia de material (Foto ilustrativa)

Laboratório do Gaeco vai avançar em perícia de material (Foto ilustrativa)

As investigações sobre os crimes cometidos por este homem começaram em dezembro do ano passado. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRN) e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de  Mossoró apontaram que, em menos de dois meses, o suspeito armazenou em seu computador material que continha cenas de abuso sexual de crianças e/ou adolescentes. Essa prática constitui crimes previstos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

No momento do cumprimento do mandado os investigadores fizeram buscas para confirmar o armazenamento de CSAM pelo suspeito. A nomenclatura é de origem estrangeira “Child sexual abuse material”, e refere-se, em livre tradução, à “material de abuso sexual infantil”, termo mais adequado para ser abordado nas investigações, por dar ênfase à situação de vulnerabilidade das vítimas.

As evidências colhidas no local da busca serão encaminhadas ao laboratório forense computacional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do MPRN, para serem analisadas.

Ao todo, participaram do cumprimento do mandado de busca e apreensão uma promotora de Justiça, quatro servidores do MPRN, uma delegada de Polícia Civil e quatro agentes da PC.

Disque Denúncia

O MPRN reforça à população que continua recebendo denúncias anônimas de crimes. As comunicações podem ser realizadas pelo Disque Denúncia 127, que é um canal direto do MPRN. O cidadão pode ligar gratuitamente para o número. A identidade da fonte será preservada.

Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por WhatsApp para o número (84) 98863-4585 ou por e-mail denuncia@mprn.mp.br.

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terça-feira - 01/02/2022 - 20:40h
Posição

Igreja afasta pastor acusado de abuso sexual e exploração escrava

O pastor Geraldo Braga da Cunha foi “afastado preventivamente de suas funções eclesiásticas”. A decisão é da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Mossoró e Região (IDEADEM), denominação a que é vinculado. Cunha é acusado de abuso sexual e exploração análoga ao escravismo, de uma mulher que vivia em sua casa há 32 anos.

O fato veio a público em reportagem especial do maior portal de notícias da América Latina, o UOL, de São Paulo-SP.

Abaixo, eis a posição da IDEADEM, que também garante abrir processo administrativo disciplinar para apurar o caso que reproduzimos nesta terça-feira (1º) em nossa página – veja AQUI.

Assembleia de Deus é instituição mais do que centenária (Foto: arquivo)

Assembleia de Deus é instituição centenária  e se diz surpresa com noticiário (Foto: arquivo)

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Mossoró-RN (IEADEM) vem tornar público sua posição a respeito de denúncias veiculadas na imprensa , a respeito de um obreiro dirigente de congregação na área rural do município de Mossoró, que estaria submetendo uma mulher a trabalhos análogos à escravidão, além de abusá-la sexualmente.

A Diretoria da IEADEM recebeu com surpresa a notícia veiculada pela imprensa neste dia 01/02/2022, e deixa bem claro que não comunga em nada com essas condutas denunciadas. A IEADEM é uma instituição fiel cumpridora das leis e zela pela dignidade da pessoa humana, não tolerando qualquer conduta que venha a representar transgressão às normas civis, trabalhistas e criminais do nosso país.

Em relação a esse caso, esta instituição, ao tomar conhecimento das acusações envolvendo um dos seus presbíteros, resolveu por afastá-lo preventivamente de suas funções eclesiásticas e determinou, através da sua Diretoria, a abertura de procedimento administrativo disciplinar, para que sejam apurados os fatos e aplicada, se for o caso, conforme as constatações do processo, as penalidades previstas no estatuto e no regimento interno da igreja.

Por fim, cumpre-nos informar que a Igreja Evangélica Assembleia de Deus é instituição centenária, que presta relevantes serviços à sociedade em que está inserida, estando à disposição para quaisquer esclarecimentos.

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