terça-feira - 21/10/2025 - 18:38h
Amol

Bruno Ernesto vai ocupar vaga na Academia Mossoroense de Letras

Bruno Ernesto assume cadeira que foi do padre Guimarães Neto Foto: Arquivo)

Bruno Ernesto assume cadeira que foi do padre Guimarães Neto Foto: Arquivo)

O professor, advogado e escritor Bruno Ernesto Clemente foi oficialmente comunicado no fim de semana de sua eleição para compor a Academia Mossoroense de Letras (AMOL). O presidente da entidade, Antônio Filemon Rodrigues Pimenta, cientificou-o no sábado (18).

Ernesto ocupará a Cadeira nº 29, cujo Patrono é Dom João Batista Portocarrero Costa. Substituirá padre Guimarães Neto.

Ele também é integrante do Blog Carlos Santos (Canal BCS), com colaboração dominical em artigos e crônicas.

“Neste momento, reitero meus sinceros agradecimentos ao corpo acadêmico pelo seu inestimável e decisivo apoio neste pleito, desde o primeiro momento de minha candidatura”, assinalou.

“Tenho muito orgulho de agora, oficialmente, integrar esta importante e respeitável academia, cuja história é forjada por nomes de grande prestígio acadêmico e cultural, como Vingt-Un Rosado, Raimundo Nonato de Brito, Paulo de Medeiros Gastão, João Batista Cascudo Rodrigues, Elder Heronildes e tantos outros, pelo que fico penhoradamente agradecido, e honrarei a escolha.”

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
domingo - 24/11/2024 - 05:32h

Obrigado, caros acadêmicos

Por Aldaci de França

Aldaci de França agradece escolha ao alado de membros da Amil (Foto: cedida)

Aldaci de França agradece escolha ao alado de membros da Amol (Foto: cedida)

Nesse 20 de novembro de 2024 ocorreu mais uma eleição na Academia Mossoroense de Letras (AMOL). Pleito escolheu através do voto direto um acadêmico para ocupar a cadeira 36, antes preenchida pelo intelectual, jornalista e imortal Canindé Queiroz.

Me inscrevi para concorrer no certame em que outras pessoas identificadas com a literatura manifestaram o mesmo desejo, mas desistiram de providenciar as suas inscrições, ou seja, tornei-me candidato único. E como tal, fiquei entusiasmado e apostando numa possível eleição.

Porém, nunca e jamais pensei que o meu nome como homem de cultura (atuante na poesia escrita e na poesia oral, através do difícil ofício de fazer repente) fosse tão expressamente reconhecido pelos que fazem a Amol.

É fato que, concluída a apuração dos votos, constatou-se que de 20 votantes, 19 sufragaram o meu nome, havendo somente uma abstenção, ou seja, faltou pouco para a unanimidade.

Confesso, que com tal resultado fiquei surpreso, e, ao mesmo tempo, consciente do peso da responsabilidade que passo a ter em corresponder às expectavas dos (as) que me elegeram acadêmico.

Indubitavelmente, a referida Academia é o ponto mais alto da nossa literatura, tendo em vista a qualificação cultural dos seus membros atuais e dos que já por essa instituição passaram e deixaram seu legado literário e cultural.

Daqui para a frente, cabe a mim entrar no ritmo desses intelectuais, aprender com eles e também colaborar para o crescimento cultural da Amol. Ao mesmo tempo, defender os valores culturais de nossa civilização, haja vista a importância dessa identidade.

Diante do exposto, manifesto minha GRATIDÃO aos integrantes da Amol, palavra que sintetiza e diz melhor o que sinto.

Aldaci de França é poeta repentista, escritor, cordelista e coordenador do Festival de Repentistas do Nordeste no Mossoró Cidade Junina (MCJ)

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 29/08/2024 - 22:30h
Homenagem

Canindé Queiroz é lembrado em Quinta Cultural da Uern e Amol

Evento ocorreu no pátio da Reitoria da Uern (Fotos: BCS e Uern)

Evento ocorreu no pátio da Reitoria da Uern (Fotos: BCS e Uern)

Na tarde dessa quinta-feira (29), a Academia Mossoroense de Letras (AMOL) realizou solenidade em homenagem ao ex-presidente da Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FUERN) e membro da entidade, jornalista Canindé Queiroz, falecido em 7 de abril de 2022 (relembre AQUI).  O evento aconteceu no pátio da Reitoria.

A iniciativa fez parte do projeto “Quinta Cultural,” desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

O escritor e acadêmico da Amol, Geraldo Maia, discursou em exaltação ao homenageado, traçando sua biografia e papel como componente da entidade, além de desfiar sua longa atividade como jornalista e fundador do jornal Gazeta do Oeste.

O presidente em exercício da Amol, Filemon Pimenta, conduziu a sessão solene e abriu processo para inscrição de concorrentes à vaga deixada por Canindé Queiroz.

O vice-reitor da Uern, Chico Dantas, classificou a Quinta Cultural como um espaço de encontro e uma alegria prestar homenagem a Canindé Queiroz. “Estamos num espaço voltado para a cultura e a arte, além da comunicação, que era uma área muito importante para esse grande comunicador,” definiu.

O Quinta Cultural contou com presença de diversos acadêmicos da Amol e de outras entidades culturais, amigos de Canindé Queiroz, escritores, bem como representantes da Uern. Também ensejou a apresentação de poetas e outras atividades.

Nota do Blog Carlos Santos – Compareci à Quinta Cultural, uma iniciativa de extensão que interliga e conecta a Uern com o mundo – além de suas paredes. É extensão na prática, naquilo que talvez melhor represente nossa identidade, através das mais diversas manifestações de cultura, arte, inteligência e memória. Rebobinar o tempo, voltar anos e décadas, no fio da história de Canindé Queiroz, fez-nos bem.

Acompanhe o novo Instagram do Blog Carlos Santos clicando @blogcarlossantos1

Compartilhe:
Categoria(s): Comunicação / Cultura
quarta-feira - 28/08/2024 - 14:38h
Projeto Quinta Cultural

Uern e Amol fazem homenagem póstuma a Canindé Queiroz

Canindé Queiroz morre no Dia do Jornalista, deixando uma marca como iconoclasta, polemista e às vezes inconsequente Foto: arquivo BCS)

Canindé Queiroz criou e dirigiu o extinto jornal Gazeta do Oeste (Foto: arquivo BCS)

O projeto Quinta Cultural, desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), recebe, na próxima quinta-feira, 29, às 16h, no pátio da Reitoria, os acadêmicos da Academia Mossoroense de Letras (AMOL). Será realizada sessão solene de homenagem póstuma ao jornalista, ex-reitor da Uern e acadêmico Francisco Canindé Queiroz e Silva, falecido em abril de 2022.

A sessão solene contará com a presença de acadêmicos, amigos e familiares do homenageado, e também com discurso especial do acadêmico Geraldo Maia do Nascimento. Na oportunidade, será oficialmente declarada vaga a cadeira 36 da Amol, ocupada anteriormente por Canindé Queiroz e que tem como patrono o imortal Manoel de Almeida Barreto. Com o rito, a Academia anunciará a abertura de inscrições para interessados(as) em ocupar a cadeira.

De acordo com o presidente em exercício da Amol, Filemon Rodrigues, realizar a sessão no pátio da Reitoria da Uern tem simbologia importante devido à relação histórica entre o homenageado e a instituição.

Canindé Queiroz

Fundador do jornal Gazeta do Oeste, Canindé Queiroz foi professor da Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FURRN), e a presidiu no período em que os cargos de reitor e presidente eram ocupados por pessoas diferentes, sendo o primeiro responsável pela parte administrativa e o segundo pela pedagógica.

Canindé presidiu a Fuern entre fevereiro de 1973 e junho de 1975 durante o reitorado da professora Maria Gomes de Oliveira. Ele foi professor e diretor da Faculdade de Ciências Econômicas (Facem).

Fez história à frente do jornal Gazeta do Oeste e da coluna “Penso. Logo…”.

Foi vice-prefeito de Mossoró entre 1973 e 1977 e candidato a prefeito da cidade, em 1982. Morreu em abril de 2022, aos 79 anos.

Acompanhe o novo Instagram do Blog Carlos Santos clicando @blogcarlossantos1

Compartilhe:
Categoria(s): Comunicação / Gerais
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
terça-feira - 19/09/2023 - 15:46h
Cultura

Mestre Concriz receberá Medalha do Mérito Vingt-un Rosado

Concriz é um patrimônio vivo da cultura popular (Foto: divulgação)

Concriz é um patrimônio vivo da cultura popular (Foto: divulgação)

O Mestre Concriz (José Antônio da Silva), coquista e cordelista, será o homenageado de 2023 pela Prefeitura de Mossoró e Loja Maçônica Jerônimo Rosado, com a medalha de honra ao mérito Jerônimo Vingt-un Rosado Maia. Será entregue no próximo dia 21 de setembro.

Ele receberá a comenda durante a 47° Noite da Cultura e a 32° Sessão Magna Branca da Jerônimo Rosado, que acontecerão às 19h30, na própria Loja Maçônica.

No mesmo evento, também será homenageada a reitora da Universidade do Estado do RN (UERN), Cicília Maia, com a medalha de honra ao mérito Sebastião Vasconcelos dos Santos.

A escolha da pessoa homenageada é feita por uma comissão, presidida pela Secretaria Municipal de Cultura, e que reúne entidades como Uern, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), Fundação Vingt-un Rosado, Academia Mossoroense de Letras (AMOL) e Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP).

Na escolha deste ano, a comissão reconhece a importância da história e trabalho do Mestre Concriz para a cultura mossoroense e potiguar. Pernambucano de nascimento, Concriz adotou Mossoró como sua casa e, desde a década de 70, tem um trabalho reconhecido de valorização da cultura popular, seja por meio do coco de embolada ou da literatura de cordel.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Threads AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
sexta-feira - 14/10/2022 - 08:18h
Cultura

Academia Mossoroense de letras empossa novo integrante

Misherlany Gomes Araújo: grande acervo (Foto: cedida)

Misherlany Gomes Araújo: grande acervo (Foto: cedida)

O historiador e pesquisador Misherlany Gouthier (44), tomará posse nesta sexta-feira (14), na Academia Mossoroense de Letras (AMOL), cuja cadeira tem como patrono o poeta Cosme Corsino Lemos, e primeiro ocupante o historiador e pesquisador Paulo de Medeiros Gastão. A solenidade acontecerá nas dependências da Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte, às 19h.

O novo acadêmico será recebido pelo Dr. Paulo Eduardo Fernandes de Negreiros.

Após a solenidade de posse Misherlany Gouthier autografará o livro “Breviário Genealógico do Oeste Potiguar”, trabalho voltado para o resgate histórico-genealógico, que contou com a parceria do Dr. Fernando Diniz Rocha e as colaborações do tabelião Airene José Amaral de Paiva e do Professor Unilton de Souza do Nascimento.

Fruto de uma pesquisa levada a cabo há mais de dez anos, “Breviário Genealógico do Oeste Potiguar” reúne vários estudos sobre diversas famílias da região, documentando inclusive o tronco familiar do cangaceiro Jesuíno Alves de Melo (Jesuíno Brilhando), um trabalho pioneiro que traduz a dedicação pelo estudo da genealogia, especialmente em sua terra natal – Almino Afonso, sobre a qual escreveu sua história.

Misherlany Gouthier é autor de dezenas de livros sobre história e genealogia, sendo considerado um dos mais importantes pesquisadores nessa área no Oeste Potiguar, possuindo um dos maiores acervos documentais sobre famílias da região.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
  • San Valle Rodape GIF
terça-feira - 15/12/2020 - 19:34h
Amol

Academia de Letras escolhe dois novos integrantes

A Academia Mossoroense de Letras (AMOL) promoveu escolha dos novos ocupantes de duas cadeiras de seu colegiado. Foram eleitos a juíza de direito e escritora Welma Menezes e o escritor e genealogista Misherlany Gouthier.

Misherlany e Welma: Amol (Fotomontagem BCS)

A votação aconteceu nessa terça-feira (15) – entre 8 e 17h.

Welma não teve concorrente à disputa da cadeira 15, obtendo 24 votos.

Já Misherlany Gomes teve vitória apertada contra Eriberto Monteiro, com placar de 14 a 11. Estava em disputa a cadeira dia 16.

A votação foi presencial e por meio virtual.

A posse de ambos ainda não tem definição, haja vista o quadro de exceção decorrente da pandemia da Covid-19.

Tende a acontecer no próximo ano.

A Amol foi criada há 32 anos e é presidida atualmente por Helder Heronildes.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
domingo - 29/11/2020 - 09:30h
Amol

Eriberto Monteiro concorre à cadeira em Academia de Letras

Eriberto: novo nome (Foto: cedida)

O colaborador da Fundação Vingt-un Rosado, o escritor Eriberto Monteiro vai concorrer à cadeira 16 da Academia Mossoroense de Letras (AMOL).

As inscrições vão até o dia 5 de dezembro e a votação será no dia 15 de dezembro na sede da Academia Mossoroense de Letras, localizada no térreo da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte.

O interesse para participar das eleições nasceu após Eriberto ganhar de presente a revista da Amol. “Tenho acompanhado a história da criação da Academia Mossoroense de Letras. Ela passou pelas mãos de Vingt-un Rosado e outros demais nomes importantes da nossa cultura. Ser integrante da entidade trará ânimo para que eu possa trabalhar ainda mais pela nossa cultura, igualmente como faço na Fundação Vingt-un Rosado, na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte e no meu dia a dia”, comenta.

Ele é concorrente à cadeira 16, do patrono Cosme Corsino Lemos e que teve como primeiro ocupante Paulo de Medeiros Gastão.

O presidente da Fundação, Dix-sept Sobrinho, anunciou seu voto: “Meu voto é de Eriberto Monteiro. Sem, titubear“.

Eriberto Monteiro terá como concorrente à cadeira 16 o escritor e genealogista Misherlany Gomes (veja AQUI). Dois nomes importantes para a Coleção Mossoroense.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
terça-feira - 03/11/2020 - 16:48h
Cultura

Escritor concorre à Academia Mossoroense de Letras

Misherlany Gomes Araújo: grande acervo (Foto: cedida)

As inscrições para candidatura à Academia Mossoroense de Letras (AMOL) vão até o dia 5 de dezembro. O processo de escolha que teve início com abertura de registro de interessados no dia 25 de setembro, por enquanto tem o escritor Misherlany Gomes Araújo como concorrente inicial.

Estão vagas as Cadeiras 16 que tem como Patrono Cosme Corsino Lemos e primeiro ocupante Dr. Paulo de Medeiros Gastão; e a Cadeira 15 que tem como patrono Joaquim Ribeiro Freire, e último ocupante Dalva Stela Freire (filha do patrono).

A eleição se dará no dia 15 de dezembro, dentro das dependência da Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte.

Perfil

Misherlany Gomes Araújo, 42, é historiador e pesquisador, natural de Almino Afonso (RN). Autor de 15 publicações sobre temas que versam desde história à biografia e genealogia, ele há 20 anos desenvolve trabalhos literários com profunda pesquisa de campo, construindo um rico acervo documental sobre as antigas famílias do Oeste Potiguar.

Seu banco de dados e documental olhar sobretudo a genealogia, percorrendo estados como Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba.

Nota do Blog – Misherlany tem muito a enriquecer os quadros da Amol. Sucesso, meu caro.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube ( AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura / Política
quinta-feira - 20/02/2020 - 15:46h
Cultura

Os 100 anos de “Raibrito” e a memória de um povo

Este ano, 2020, é o ano do centenário de nascimento do historiador e pesquisador Raimundo Soares de Brito (1920-2012), nome que deixou acervo com dezenas de livros publicados e uma vida dedicada ao estudo de tudo o que diz respeito ao solo potiguar.

Esboço de produção comemorativa tem texto do jornalista Dorian Jorge Freire (falecido) sobre Raibrito

Para a elaboração de eventos que celebrem sua vida e cultuem sua memória, seu sobrinho e também pesquisador Marcos Oliveira (84-988727647) trabalha a montagem de uma programação que não deixe passar em branco esse marco. Abriu contatos com prefeituras e deverá buscar apoio da Fundação José Augusto (FJA) do Estado.

Também quer canal de entendimento com instituições culturais como Academia Mossoroense de Letras (AMOL), Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP) e Instituto Histórico e Geográfico do RN (IHGRN).

Já existe uma manifestação do prefeito caraubense Juninho Alves, para colocar a municipalidade como apoiadora. Até antecipou que constituirá comissão especial para esse fim.

Coletânea

Marcos Oliveira pretende encetar uma exposição sobre Raibrito, que será itinerante entre Mossoró e Natal, mas tendo início em Caraúbas na Escola Estadual Antônio Carlos (onde Raimundo estudou). A data e outros detalhes serão anunciados em breve.

Há também a organização de uma coletânea reunindo textos e documentos sobre Raibrito, cujo lançamento será agendado em breve.

Nascido em Caraúbas, a 23 de abril de 1920, “Raibrito” fixou-se em Mossoró por muitas décadas, trabalhando, estudando e pesquisando a terra e a gente norte-rio-grandense. Ao longo de sua vida produtiva, ele constituiu um impressionante acervo.

Faleceu em Natal no ano de 2012.

Nota do Blog – Excelente iniciativa, Marcos. Sei de sua paixão por Raibrito e sua obra, além do profundo zelo por essa tarefa árdua de manter viva sua história e trabalho. Conte conosco.

Quanto a Raibrito, só lembranças boas. Uma delas, visita que fiz há mais de 30 anos à hemeroteca que formara, organizada com esmero em sua própria casa. Que maravilha.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
sexta-feira - 07/02/2020 - 21:34h
Cultura

Clóvis Vieira e Vanda Jacinto são eleitos para a Amol

Clóvis e Vanda: eleitos (Fotos: arquivo)

A Academia Mossoroense de Letras (AMOL) escolheu seus dois novos acadêmicos.

A eleição aconteceu nessa quinta-feira (6).

Na disputa pela cadeira nº 02, que teve como último ocupante o jornalista Dorian Jorge Freire e a Cadeira, o eleito foi o advogado Clóvis Vieira, com 16 votos.

O segundo colocado, poeta e escritor Caio César Muniz, alcançou nove votos.

Em relação à disputa pela cadeira de nº 33, ocupada anteriormente pelo pesquisador e poeta João Bosco Queiroz Fernandes, o poeta Antônio Francisco perdeu de 20 x 5.

Quem levou a melhor no pleito foi a poetisa Vanda Jacinto.

A votação ocorre das 8h às 17h na Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte, onde fica a sede da academia.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
quinta-feira - 06/02/2020 - 07:24h
Amol

Academia de Letras escolhe dois novos ocupantes hoje

A Academia Mossoroense de Letras (AMOL), realiza nesta quinta-feira (06) a eleição para ocupação de duas de suas cadeiras vagas. A de nº 02, que teve como último ocupante o jornalista Dorian Jorge Freire e a Cadeira de nº 33, do pesquisador e poeta João Bosco Queiroz Fernandes.

Caio, Clóvis, Antônio e Vanda são os nomes concorrentes na eleição de hoje (Fotomontagem Facebook)

A votação ocorre das 8h às 17h na Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte, onde fica a sede da Academia, mas o voto também pode ser enviado por e-mail para a Comissão Eleitoral até o horário limite da votação presencial (17h).

Concorrem às vagas o poeta e jornalista Caio César Muniz e o advogado Clóvis Vieira, para a Cadeira deixada por Dorian Jorge Freire e para a vacância de João Bosco Queiroz Fernandes a poetisa Vanda Jacinto e o poeta Antônio Francisco.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 05/12/2019 - 20:04h
Amol

Caio César concorrerá à cadeira que foi de Dorian Jorge Freire

Muniz: primeiro inscrito à concorrência (Foto: Web)

O escritor, poeta e jornalista Caio César Muniz concorrerá à Cadeira nº 02 da Academia Mossoroense de Letras (AMOL), que tem como patrono o também jornalista Jorge Freire de Andrade. Foi ocupada pelo seu filho Dorian Jorge Freire, maior referência do jornalismo mossoroense.

A abertura de inscrições foi anunciada na quinta-feira (28) pela Academia, numa solenidade com a presença de familiares de Dorian, que foi homenageado pelo advogado e acadêmico Paulo Afonso Linhares.

A concorrência promete ser acirrada entre os pretendentes à vaga do autor de “Os dias de domingo” e “Veredas do meu caminho”, obras que imortalizaram a maioria das crônicas de Dorian Jorge Freire em suas passagens por vários veículos de imprensa do país.

Academias

Trinta votos estão em disputa, tendo em vista que a AMOL tem ainda pelo menos dez vagas sem ocupantes ou ainda não assumidas por novos acadêmicos. A previsão de eleições é no início de fevereiro do próximo ano.

Caio César foi o primeiro concorrente a formalizar inscrição à cadeira.

Natural de Iracema (CE), ele é autor de vários livros, sócio-fundador da Poetas e Prosadores de Mossoró (POEMA), além de integrante da Academia Apodiense de Letras (AAPOL) e da Academia Iracemense de Letras e Artes (AILA) – da qual é o atual presidente.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
sexta-feira - 25/05/2018 - 06:50h
Wellington Barreto

Academia de Letras receberá novo ocupante em junho

Barreto: na Amol (Foto: Web)

A Academia Mossoroense de Letras (AMOL) vai realizar “sessão magna de posse” do seu mais novo integrante, o advogado, professor e escritor Wellington Barreto.

O evento acontecerá no dia 8 de junho, às 19h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, localizada na Praça da Redenção Jornalista Dorian Jorge Freire, 17, Centro.

O escritor, pesquisador e vice-presidente da Amol, Filemon Pimenta, fará a saudação receptiva ao novo acadêmico.

Haverá ainda apresentação artística, um coquetel para recepcionar participantes, além de lançamento do livro “Fatos do tempo”, de Filemon Pimenta.

Wellington Barreto ocupará a cadeira de número 38, que tem como patrono o escritor Walter Wanderley. Seu último ocupante foi o escritor Massilon Pinheiro da Costa.

Acompanhe o  Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 23/04/2017 - 09:41h

O menino do Poré

Por David Leite

E o Menino do Poré chega à Academia Mossoroense de Letras!

Nesta saudação, é imperioso lembrar um pouco de tal trajetória. Exitosa trajetória, essa de Milton Marques de Medeiros. Porém, sem grandes alardes. Na medida em que ele, como protagonista, sempre a conduziu “sem ruídos, ou precipitações, tal qual um rolamento SKF”, parafraseando o velho alcaide Dix-huit Rosado, que gostava de usar tão singular figura de imagem em sua eloquente oratória.

O garoto de dona Luiza Freire, muito cedo órfão de pai, com sonhos e tenra determinação, deixou a sua pacata Upanema pela cidade grande, Mossoró, sendo abraçado por Seu Né e Donana. Juntando-se, pois, à grande prole do casal, compartilhando, com seus “novos irmãos”, daquela rotina onde se intercalavam tarefas escolares com o esfregar do chão do Café… Sim, o famoso Café de Seu Né, de quente e memorável fogão.

Numa segunda fase de estudos, Paraíba foi o seu destino. Paraíba feminina, acolhedora, sim senhor. Na terra de José Américo de Almeida, Delfina Freire materializou esse acolhimento materno. E o jovem Milton transpôs os umbrais da Faculdade de Medicina, com a mesma fleuma com que tangia animais sob a nuvem de poeira das veredas do Poré.

Nas férias universitárias, ele sempre regressava a Mossoró, para, durante tal período, ajudar seu irmão Mário no bar da ACDP. A elite mossoroense, habitué do elegante Clube da Manoel Hemetério, como dizia Ivonete de Paula, a Pequena Notável, talvez nem percebesse que, entre os garçons de Mário, de quando em vez, havia um acadêmico de medicina equilibrando bandejas. Existia nesse labor, registre-se, uma “discreta” retribuição à ajuda que Mário desembolsava para contribuir com o sustento de Milton em João Pessoa.

Nos dois últimos anos da faculdade, aprovado em concurso, Milton ingressou no serviço público paraibano, precisamente na Secretaria da Fazenda, e, mesmo como escriturário, o bolso do acadêmico ganhou um considerável reforço pecuniário. Vínculo esse que Milton seria obrigado a romper, por optar pela residência médica em São Paulo.

Na jornada de especialização em psiquiatria, encontrou outro apoio maternal na Terra da Garoa: dona Catarina Solano. O resguardo daquela pensão tornou-se uma espécie de locus amoenus para o nordestino que conduzia outro “sonho feliz de cidade”, mas que estava determinado a cumprir tal jornada tendo como foco principal a mente humana. Isto, naquele mundo que já era “o avesso do avesso do avesso do avesso”.

O retorno às terras potiguares estava com os seus dias contados: Mossoró, encontro e destino certos. Era final da década de sessenta, do século passado, Zilene o esperava. A vida profissional do jovem médico se inicia de forma intensa.

Ele logo percebe que os doentes mentais sofriam em demasia. Faltava-lhes atendimento digno. Milton foi tomado de espanto ao saber que costumavam levar os casos graves para a Cadeia Pública. A falta de estrutura resultava num cenário dantesco: familiares viam seus pacientes serem tratados como réus, cujos alaridos clamavam inocências de crimes jamais cometidos.

Nesse diapasão, surge a Casa de Saúde São Camilo de Lellis. Milton junta-se a um grupo de médicos já atuantes na terra de Santa Luzia. Grupo vanguardista na ideia de dotar a cidade e a região de um nosocômio para seus “doentes mentais”: Cesar Alencar, Vicente Morais, Leodécio Fernandes Néo (ah, Leodécio!… Mossoró ainda não lhe tributou o devido reconhecimento).

Também é nesse período correspondente que o timoneiro João Batista Cascudo Rodrigues assume o leme da jornada que resultaria no surgimento da nossa UERN. E o jovem psiquiatra é um dos convocados para contribuir com a luta específica de edificação de um dos pilares do novo Templo do Saber, qual seja: a Faculdade de Enfermagem.

Paralelamente à rotina de médico e de professor, nos anos subsequentes, outras atividades são agregadas quase que naturalmente à sua performance multifacetada: vive e compartilha conhecimento e fé entre irmãos maçons e cursilhistas. Nesse interregno, brota nele, também, o viés de comunicador.

Milton Marques marcou época como um dos apresentadores do Programa Ponto por Ponto, na Rádio Rural. Em seguida, empreendeu, em parceria com o ex-governador Tarcísio Maia, a edificação de emissoras radiofônicas em Mossoró e Assu.

Tudo isso perpassado pelo tão propalado cortejo por sua entrada na vida política. A “mosca azul” zumbia e voava, como no poema de Machado de Assis. Milton resistiu a tais “encantos”. E tudo com o já característico tom fleumático.

Houve, sim, passagem pela gestão pública. Nos anos oitenta, na presidência do Instituto de Previdência do Estado, depois, Secretário de Saúde de Mossoró e, mais recentemente, na reitoria da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Mesmo correndo o risco de eclipsar outras tantas iniciativas, não seria justo, de minha parte, deixar de citar pelo menos outros dois empreendimentos, como realce em seu perfil biográfico: a atuação no ramo salineiro e a edificação da própria TCM (TV Cabo Mossoró), árvore frondosa que nos abriga e nos acolhe nesta noite.

E confluímos ao que poderíamos considerar como leitmotiv da sua chegada à AMOL: o seu ofício de cronista. Longos anos sustentando a semanal Déjà vu, na brava, e bravia, Gazeta do Oeste.

Arrimado numa aparente linguagem coloquial, Milton foi construindo sua marca indelével nas páginas do periódico. Como se estivesse conversando sobre psiquiatria, urdia textos onde cavaqueava (e enxertava) assuntos mil. Nada escapava a tão vigilante olhar: política, religião, fatos, pessoas e tipos de Mossoró. Tudo com perspicácia e lírico aprumo.

Para nosso regozijo, agora eternizamos essas crônicas, ou parte delas, em livro. Elevando-as e perenizando-as. Dando-nos oportunidade de leituras e releituras, com vagar e redobrada atenção. Ofertando-as aos pesquisadores. Àqueles que já estão (ou estarão) contagiados pelo exemplo comovente, singular e gigantesco de Raimundo Soares de Brito, a quem Milton sucede na Academia Mossoroense de Letras.

Recentemente, vale destacar, Milton ingressou no Instituto Cultural do Oeste Potiguar – ICOP, e na Academia de Ciências Sociais e Jurídicas de Mossoró – ACJUS.

Agora, o “revolucionário silencioso”, como bem o definiu uma das suas filhas, chega à Casa de Vingt-un, Raibrito, Dorian Jorge Freire e de outros tantos abnegados da cultura.

Junta-se, pois, a esta confraria que sonha o sonho utópico das letras. Agrega-se a essa onírica viagem em prol da cultura. Compartilhando desse anseio coletivo e muito bem-intencionado de querer edificar algo que possa perpetuar nossa cultura literária para as gerações futuras. Algo que peleja para se contrapor às avalanches de iniquidades que assolam a nossa juventude, infelizmente um tanto vulnerável.

Pois bem, sem falsa modéstia, não me creio inteligente; porém, a argúcia mediana, que zelo por ser merecedor, é-me suficiente para entender da impossibilidade de apresentar Milton Marques a quaisquer agremiações de Mossoró. Saudar foi o verbo que usei no início das minhas palavras. E o reafirmo agora.

Posso embasar tal assertiva com uma singelíssima constatação que os senhores e senhoras haverão de concordar: como o saudoso Monsenhor Américo representou em passado recente, Milton, Padre Sátiro, Edir Moura, as Irmãs Zelândia e Elen… simbolizam unanimidades nesta Mossoró de tantas divergências. Unanimidades inteligentes, contrariando o pensamento de Nelson Rodrigues. E, diga-se de passagem, fizeram-no por merecer. Somente isso, pelo emblemático que ressoa em nossa comunidade, seria estandarte e flâmula para qualquer fraterna saudação.

Encerro, em nome de todos os confrades, dizendo ao Menino do Poré (expressão cunhada pela jornalista Lúcia Rocha):

– Entre, Milton, a Casa é sua.

Muito obrigado.

David Leite é membro da Academia Mossoroense de Letras (AMOL)

* Discurso proferido na Sessão Magna da AMOL (Academia Mossoroense de Letras) no dia 2 de dezembro do ano passado, aclamando posse de Milton Marques na cadeira de número 4, que tem como patrono o jornalista José Octávio Pereira de Lima e que fora ocupada até então apenas pelo historiador Raimundo Soares de Brito.

Compartilhe:
Categoria(s): Crônica
quinta-feira - 08/12/2016 - 21:30h
Elder Heronildes

Dirigente de Academia de Letras passa por cateterismo

O presidente da Academia Mossoroense de Letras (AMOL) e integrante da Academia Norte-riograndense de Letras (ANL), Elder Heronildes recebeu alta hoje do Hospital Wilson Rosado (HWR) em Mossoró.

Elder: bem (Foto: arquivo)

Na segunda-feira (6), ele foi atendido som dor na caixa torácica e sinais de arritmia.

Teve que passar por cateterismo.

Com histórico de problemas cardíacos, Heronildes precisou de atenção redobrada.

Mas já está em casa.

Foi acompanhado pelo médico Arturo Rosado.

Nota do Blog – Saúde, imortal!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Cultura
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.