terça-feira - 18/02/2025 - 20:32h
Inverno 2025

Reservas hídricas do RN estão bastante satisfatórias nesse momento

Santa Cruz do Apodi é o segundo maior reservatório do RN (Foto: Felipe Alecrim)

Santa Cruz do Apodi é o segundo maior reservatório do RN (Foto: Felipe Alecrim)

O Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN) apresenta Relatório dos Volumes dos Principais Reservatórios do RN. A atualização é feita nesta terça-feira (18).

Revela que as reservas hídricas superficiais totais do estado somam 2.747.581.132 m³, o que representa 60,42% da capacidade total, de 4.547.674.975 m³. Em 18 de fevereiro de 2024, as reservas hídricas estavam em 2,104 bilhões de metros cúbicos, correspondendo a 49,09% de sua capacidade total.

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, o maior manancial do estado, acumula 1.549.813.704 m³, o que equivale a 65,31% de sua capacidade total de 2.373.066.000 m³. Em comparação, no mesmo período de 2024, o reservatório apresentava 1,231 bilhão de m³, ou 51,91% de sua capacidade total.

O segundo maior reservatório do estado, Santa Cruz do Apodi, acumula 417.297.000 m³, correspondendo a 69,58% de sua capacidade total, de 599.712.000 m³. Em fevereiro de 2024, o volume acumulado era de 343.989.945 m³, o que representava 57,36% da capacidade.

A barragem Umari, localizada em Upanema, acumula 224.015.777 m³, ou 76,50% de sua capacidade total, de 292.813.650 m³. No mesmo período de 2023, o volume registrado era de 218.938.347 m³, ou 74,77% de sua capacidade.

Gargalheiras

A barragem Marechal Dutra, popularmente conhecida como Gargalheiras, acumula 32.981.031 m³, o que corresponde a 74,25% de sua capacidade total de 44.421.480 m³. No mesmo período de 2024, o reservatório apresentava apenas 613.282 m³, ou 1,37% de sua capacidade.

O açude público de Cruzeta acumula 20.750.542 m³, correspondendo a 88,13% de sua capacidade total, de 23.545.745 m³. Em fevereiro de 2023, o volume registrado era de 4.412.947 m³, ou 18,73% da sua capacidade total.

O açude Dinamarca, localizado em Serra Negra do Norte, permanece com 100% de sua capacidade total, de 2.724.425 m³.

O açude Dourado, situado em Currais Novos, acumula 4.939.317 m³, o que representa 47,85% de sua capacidade total, de 10.321.600 m³. No mesmo período de 2024, o reservatório estava com 332.553 m³, ou 3,20% da sua capacidade total.

Além desses, outros açudes apresentam volumes acumulados superiores a 70% de suas capacidades totais, são eles: a barragem de Poço Branco (79,34%), a barragem Pinga, em Cerro Corá (78,02%), a barragem Campo Grande, em São Paulo do Potengi (76,68%), a barragem Trairi, em Tangará (75,83%) e a barragem Mendubim, em Assú (70,67%).

Baixo volume

Por outro lado, os reservatórios que apresentam volumes acumulados inferiores a 10% são: Passagem das Traíras, em São José do Seridó (0,08%); Itans, em Caicó (0,70%); Mundo Novo, também em Caicó (1,45%); Jesus Maria José, em Tenente Ananias (3,45%); Esguicho, em Ouro Branco (4,18%); Brejo, em Olho D’Água do Borges (5,04%); Sabugi, em São João do Sabugi (7,30%); Carnaúba, também em São João do Sabugi (7,50%); Tourão, em Patu (7,98%); e Lulu Pinto, em Luís Gomes (9,66%) da capacidade total.

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sexta-feira - 07/02/2025 - 14:50h
Inverno

Açude ganha mais de 1 milhão de metros cúbicos de água em 24 horas

Gargalheiras recebeu uma recarga impressionante em poucos dias (Foto: Caern)

Gargalheiras recebeu uma recarga impressionante e está com 75% de sua capacidade de armazenamento (Foto: Caern)

Fundamental para o abastecimento de Currais Novos e Acari, o Açude Gargalheiras (em Acari) recebeu mais de 1 milhão de metros cúbicos de água em apenas 24 horas, elevando o volume acumulado para 33,34 milhões, o equivalente a 75% da capacidade de armazenamento. Ele pode armazenar até 44 milhões de metros cúbicos de água e fica a cerca de 4,5 quilômetros do Centro urbano de Acari.

Na primeira semana de fevereiro do ano passado, Gargalheiras acumulava menos de 5% e a Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN) buscava alternativas para evitar o colapso no fornecimento de água para as duas cidades que, juntas, têm mais de 50 mil habitantes.

Dois outros reservatórios do Seridó também receberam recarga significativa, consequência das chuvas dos últimos dias na região, segundo relatório divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN). São eles, o Zangalheiras e o Açude de Cruzeta.

O volume do Zangarelhas, localizado em Jardim do Seridó, subiu para 2,91 milhões de metros cúbicos, 36,85% da capacidade total, que é de 7,9 milhões. Na segunda-feira, 03 de fevereiro, o volume registrado era de 2,68 milhões. O açude público de Cruzeta recebeu 3,24 milhões de metros cúbicos de recarga. Atualmente, o reservatório acumula 20,52 milhões, ou 87,13% da capacidade total, que é de 23,55 milhões. No início da semana, o porcentual era de 73,39%.

Um dos pontos de captação de água para alimentar a Adutora Monsenhor Expedito, no Agreste Potiguar, a Lagoa do Bonfim apresentou aumento volumétrico, acumulando 48,94 milhões (58,09%). Na semana passada, o volume era de 47,67 milhões (56,57%).

Reservatórios menores também apresentaram incrementos positivos. Caso dos açudes Sossego, em São Fernando; e Riachão, em Rodolfo Fernandes. No primeiro, o volume acumulado equivale a 59,57% da capacidade, e no segundo, 49,55%.

Maior reservatório do RN, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves,  acumula atualmente 1,562 bilhão de metros cúbicos (65,84%). No relatório anterior, ela estava com 65,95%. A Barragem  Santa Cruz do Apodi, acumula 420,68 milhões (70,15%), e a de Umari, em Upanema, 225,28 milhões ou 76,94% da capacidade.

No total, os 65 reservatórios públicos monitorados pelo Igarn acumulam, nesta sexta-feira, 07 de fevereiro/25, um total de 2,77 bilhões de metros cúbicos, 60,97% da capacidade, maior volume desde 2012. Um desses reservatórios, a barragem Dinamarca, em Serra Negra do Norte, foi o primeiro a atingir 100% da capacidade, que é de 2,72 milhões de metros cúbicos.

Chuvas

Em janeiro, as chuvas ficaram acima do esperado no Rio Grande do Norte. Na Mesorregião Central, onde o Seridó se localiza, o esperado para o mês era de 58,2 milímetros e foi observada uma média de 150,1 milímetros pela Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn (Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN). Para os meses de fevereiro, março e abril de 2025, a condição esperada é de chuvas próximas da condição climatológica devido às condições presentes nos oceanos.

Reservatórios

Volume de água armazenada na primeira semana de fevereiro (%)

2025: 60,97

2024: 50,09

2023: 43,55

2022: 39,39

2021: 43,01

2020: 22,36

2019: 21,09

2018: 10,59

Leia também: Gargalheiras sangra após 13 anos (03 de abril de 2024)

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segunda-feira - 15/04/2024 - 08:38h
Gargalheiras

Imagens lindas que marcam o inverno 2024

Imagens lindas do açude Gargalheiras (Acari-RN), sob ângulos que a moderna tecnologia com câmeras/drone pode nos proporcionar.

Maravilha!

📽️ @messinhoofc01

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domingo - 07/04/2024 - 14:34h

Lá de cima

Por Bruno Ernesto

Foto do açude Gargalheiras: Rnatural

Foto do açude Gargalheiras: Rnatural

O período de chuvas na região Nordeste, sem dúvida, é o período mais aguardado pelo sertanejo.

A cheia dos açudes, com as tão esperadas sangrias, é um espetáculo que jamais perderá sua beleza.

Quando criança, acompanhava meu pai nas suas aulas de campo da então Esam, hoje Ufersa, onde meu pai era professor no curso de agronomia.

Por inúmeras vezes, passávamos o dia inteiro no meio da mata; ele explicando aos alunos e eu apenas a olhar ao redor, admirado com o aguçamento de todos os meus sentidos, especialmente o olfato e a visão; sentindo o cheiro de mato recém-quebrado, e, por vezes, o cheiro de chuva, além de ficar impressionado com a imensidão das planícies ou das serras e montanhas por onde passávamos.

O que mais me impressionava naquele tempo era a visão que tinha de cima das serras. O sertão era infindável dali de cima.
Diante de tudo aquilo, um pensamento recorrente me vinha à mente: como chegamos ali? Não nós, ali reunidos; mas como o homem ali chegou?

Para mim era tudo muito confuso, distante e estranho.

Com meu pai e os inúmeros alunos dele, pude percorrer locais que pouca gente tem acesso ainda hoje.

Vi açudes, montanhas, serras, rios, córregos, cavernas, minas, salinas, dunas, mangue, muitas cidades do interior e o sertanejo. Muitos sertanejos.

Foi assim que despertei, sem saber, para um dos assuntos dos quais hoje, poucas pessoas dão importância: a historiografia.
Evidentemente que muitos se dedicaram a escrever sobre o período colonial do Brasil, especialmente da região Nordeste brasileira. Sua ocupação, exploração e expansão territorial.

Entretanto, a árdua tarefa de análise e interpretação documental é sempre desafiadora a novas escritas. Mas nada como andar pelo sertão.

Com a historiografia de um lugar, é possível traçar como se deu a ocupação territorial de qualquer lugar. Pelo menos, seu passado recente.

No caso da região Nordeste, é incalculável a quantidade de registros históricos da sua ocupação; desde a chegada dos europeus ao continente sul-americano, sendo possível traçar o seu desenvolvimento nos aspectos econômicos, sociais e políticos até a atualidade.

Um aspecto relevante nos recortes históricos, é que, como qualquer outra região do mundo, a historiografia do lugar fez-se a partir de seus habitantes, hábitos, costumes e tradições.

Entretanto, mais que a geografia e o acaso, na historiografia, a convicção dos homens também moldaram o que hoje se vê.

Embora os fatos, em si, não sejam os únicos objetos de observação e estudo, uma vez que a historiografia observa e vai muito além dos homens como únicos protagonistas, é impossível querer explorar uma temática sem que se nomine seus atores. Ainda que não se possa fazê-la, exclusivamente sobre os mesmos.

No caso do sertanejo, basta buscar um pouco de nossa própria história familiar para constatarmos que a grande maioria de nos somos oriundos do interior.

Muitos de nós tem uma história ou tem registrado na memória as visitas de familiares, especialmente os avós, que moram em pequenas cidades do interior.

Talvez sejam as melhores recordações que muitos de nós temos da infância.

E nesses tempos de chuvas no nosso sertão, mais uma vez essas recordações se avivam em nossas mentes e nos faz reviver aquele bom e feliz tempo, renovando a vida com as cheias e sangrias dos açudes, revigorando a coragem e convicção do sertanejo.

Bruno Ernesto é professor, advogado e escritor

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quinta-feira - 04/04/2024 - 11:48h
Que belezura!

Gargalheiras sangra após 13 anos de baixo armazenamento

Finalmente, após 13 anos, a barragem Marechal Dutra, conhecida como açude Gargalheiras, voltou a sangrar em Acari-RN, região Seridó do RN.

Por volta de 23h30 desta quarta-feira (3), começou lentamente o transbordo, sob o testemunho de dezenas de curiosos da cidade e cercanias, além de disparo de fogos de artifício.

O açude pode armazenar até 44 milhões de metros cúbicos de água e fica a cerca de 4,5 quilômetros do Centro urbano de Acari.

Esse manancial é reconhecido como patrimônio cultural, histórico, geográfico, paisagístico, ambiental e turístico do estado.

Vista aérea do Gargalheiras na manhã desta quinta-feira (Foto: Cléber Dantas/Inter TV Cabugi)

Vista aérea do Gargalheiras na manhã desta quinta-feira (Foto: Cléber Dantas/Inter TV Cabugi)

O Gargalheiras localiza-se na bacia hidrográfica do Rio Piranhas-Açu, tendo sido inaugurado em 1959, estando sob a administração do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).

*Primeiro vídeo com uso de drone de Daniel Medeiros;

*Segundo vídeo sem identificação do autor.

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sexta-feira - 29/03/2024 - 16:24h
Seridó

Gargalheiras acumula 36,98% da sua capacidade

Volume de água é crescente e muda cenário do açude (Foto: Igarn)

Volume de água é crescente e muda cenário do açude (Foto: Igarn)

O Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN) tem informação alvissareira sobre o açude Gargalheiras, em Acari, região Seridó. Seu volume aumenta de forma vertiginosa.

Relatório do Volume dos Principais Reservatórios do RN atualizado nessa quinta-feira (28) indica que o açude Marechal Dutra, popularmente conhecido como Gargalheiras, acumula 16.428.067 m³ de água.

Percentualmente, representam 36,98% da sua capacidade total, que é de 44.421.480 m³.

Este já é o maior acumulado de águas no manancial dos últimos 12 anos.

Sua última sangria foi em 2012, há 12 anos.

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segunda-feira - 25/03/2024 - 11:16h
Inverno 2024

Açude Gargalheiras chega ao seu maior volume desde 2015

O Açude Gargalheiras em Acari, região Seridó do RN, chega ao seu maior volume de água desde que secou em 2015.

De acordo com a medição feita na manhã desse domingo (24), o Gargalheiras chegou a 35% de sua capacidade hídrica, aumentando seu nível em 18 centímetros nas últimas horas. E não para de ter recarga nesse manancial.

Dessa forma, o reservatório acumula 15,5 milhões de metros cúbicos, faltando 4,76 metros para atingir a sangria.

O principal rio que deságua nele, o Acauã, segue com um bom volume de água, dando esperança na sangria.

A Barragem Marechal Dutra, o “Açude Gargalheiras”, tem capacidade para armazenar 40 milhões de metros cúbicos de água e foi inaugurada em 1959. Fica a cerca de 4,5 quilômetros do centro urbano de Acari.

A região se destaca por um expressivo relevo definido pelas serras do Pai Pedro, Minador e da Lagoa, com altitudes entre 600 e 650 metros, por onde passa o rio Acauã, que o alimenta.

Imagens: @jeansouzapulsacao

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quinta-feira - 27/07/2023 - 23:10h
Acari

A beleza do Gargalheiras, apesar da baixa reserva de água

Cenário hoje é de profunda redução no espelho de água (Foto: BCS)

Cenário hoje é de profunda redução no espelho de água (Foto: BCS)

O Açude Gargalheiras, ou Açude Marechal Dutra, seu nome oficial, é uma beleza – mesmo com apenas 4 por cento de  sua capacidade de armazenamento.

Passei nessa quinta-feira (27) por Acari e não desperdicei a oportunidade de visitá-lo pela primeira vez.

Uma pena que esteja tão distante da abundância, mas ainda em seu papel de abastecimento de Acari e Currais Novos.

gargalheiras tinha apenas 0,59% de sua capacidade de armazenamento em junho de 2019; hoje outra realidade

Açude em junho de 2020 chegou a ter bom volume de água (Foto: Heráclito Patrício/Arquivo)

Com capacidade para 44 milhões de metros cúbicos de água e inaugurado oficialmente em 27 de abril de 1959, o Gargalheiras tem parede numa das gargantas do rio Acauã. Ganhou o status de patrimônio cultural, histórico, geográfico, paisagístico, ambiental e turístico do Rio Grande do Norte, em 21 de janeiro deste ano, com decreto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

A proposição foi do deputado estadual Coronel André Azevedo (PL), sancionada pela governadora Fátima Bezerra (PT).

Depois trago mais notícias e belezas da região.

Última sangria do Gargalheiras em 2011 (Foto de Canindé Soares/Arquivo)

Última sangria do Gargalheiras em 2011 (Foto de Canindé Soares/Arquivo)

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quinta-feira - 27/04/2023 - 20:04h
Inverno

Reservas Hídricas do RN chegam a 63% da sua capacidade total

Os últimos dados do Relatório dos Volumes dos Principais Reservatórios do Estado, divulgado, nesta quinta-feira (27), pelo Governo do RN, através do Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN), indicam as reservas hídricas superficiais totais do estado já somam 2,709 bilhões de metros cúbicos, percentualmente, 63,01% da sua capacidade total, que é de 4,36 bilhões de m³.

Umari é um dos mais importantes reservatórios e chegou a 100% (Foto: Igarn)

Umari é um dos mais importantes reservatórios e chegou a 100% (Foto: Igarn)

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, acumula 1,605 bilhões de m³, correspondentes a 67,67% da sua capacidade total, que é de 2,373 bilhões de m³.

A barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior manancial do RN, acumula 378,20 milhões de m³, equivalentes a 63,06% da sua capacidade total, que é de 599,71 milhões de m³.

O açude público de Marcelino Vieira acumula 10,65 milhões de m³, percentualmente, 95,09% da sua capacidade total, que é de 11,20 milhões de metros cúbicos.

Atualmente, 11 reservatórios monitorados pelo Igarn, com capacidade superior a 05 milhões de metros cúbicos, permanecem com 100% da sua capacidade: Umari, localizado em Upanema; Mendubim, em Assú; Pataxó, em Ipanguaçu; o açude público de Riacho da Cruz; Flechas, em José da Penha; Santo Antônio de Caraúbas, em Caraúbas; Passagem, em Rodolfo Fernandes; Beldroega, em Paraú; Apanha Peixe, em Caraúbas; e os açudes públicos de Pilões e Encanto.

Outros 04 mananciais, além do já citado, açude público de Marcelino Vieira, permanecem com volumes superiores a 90% da sua capacidade: Rodeador, em Umarizal, com 99,63%; Morcego, em Campo Grande, com 99,40%; Malhada Vermelha, em Severiano Melo, com 98,67%; e Santa Cruz do Trairi, com 96,51%.

Alguns mananciais ainda estão com baixas reservas hídricas. O açude Boqueirão de Parelhas acumula 9,07 milhões de metros cúbicos, percentualmente, 10,70% da sua capacidade total, que é de 84,79% milhões de m³.

O açude Dourado, localizado em Currais Novos, está com 1,51 milhão de m³, percentualmente, 14,63% da sua capacidade total, que é de 10,32 milhões de m³.

A barragem Gargalheiras, localizada em Acari, acumula 2,30 milhões de m³, equivalentes a 5,18% da sua capacidade total, que é de 44,42 milhões de m³.

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segunda-feira - 15/06/2020 - 08:30h
Acari-RN

Um bom dia com o marzão do Gargalheiras

A gente começa o dia com uma imagem belíssima.

É o Açude Gargalheiras em Acari, região Seridó do Rio Grande do Norte.

Gargalheiras tinha apenas 0,59% de sua capacidade de armazenamento em junho de 2019; hoje outra realidade

A foto é de Heráclito Patrício.

Segundo dados mais recentes do Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), o Açude Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, represa 15.355.157 m³, correspondentes a 34,57% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período de 2019, o manancial estava com 262.087 m³, percentualmente, 0,59% do seu volume máximo.

Ele foi concluído em 1959 e fica a 4,5 km do centro de Acari.

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