quinta-feira - 24/03/2022 - 07:02h
Diálogo

Saúde e município discutem pauta ‘esquecida’ há anos

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), recebeu nesta quarta-feira (23) integrantes do Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM). Na pauta, questões que se arrastam há anos na relação município-funcionalismo. O encontro aconteceu no Palácio da Resistência, concluída à noite.

Teve também a participação de equipe econômica do Município.

Reunião aconteceu com presença do próprio prefeito (Foto: Secom)

Reunião aconteceu com presença do próprio prefeito (Foto: Secom)

O chefe do Executivo municipal se comprometeu ainda com pautas, como a implementação de Plano de Carreira e Cargos dos servidores da saúde, mudanças de nível e outros benefícios para a categoria. “A nossa gestão tem compromisso com a saúde e buscamos sempre fazer essa discussão através de diálogo, com trabalho e respeito pelos nossos servidores”, disse Allyson Bezerra.

Pauta esquecida

“Nós reconhecemos e valorizamos o trabalho desses servidores que trabalharam na linha de frente contra a Covid-19 no pior momento da pandemia. Pagamos os salários em dia e também os atrasados e sabemos que temos que avançar ainda mais em pautas que historicamente foram esquecidas e que na nossa gestão serão efetivadas”, afirmou o prefeito.

Pelo Município, participaram da reunião os seguintes secretários: Kadson Eduardo (Administração); Carolyne Sousa (Governo); Frank Felisardo (Planejamento); Humberto Fernandes (consultor-geral); Raul Santos (procurador-geral); Washington Filho (controlador-geral); Morgana Dantas (Saúde); e Marcos Medeiros (secretário-adjunto de Saúde).

Representando os servidores da saúde estiveram presentes: Cezilânia Ferreira (técnica de enfermagem); Edjane Medeiros (enfermeira); Gracildes Almeida (enfermeira); César Vasconcelos (dentista); Adílio César (dentista); e Yochabell de Medeiros (enfermeira).

Veja AQUI pauta sindical e recente movimento público.

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sexta-feira - 13/09/2019 - 11:07h
De novo

Prefeita adia audiência com servidores pela quarta vez

Do Blog do Barreto

O Blog Diário Político traz a informação de que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) estaria neste momento passando por uma cirurgia de urgência para a retirada de uma hérnia.

Este foi o motivo alegado para que a prefeita não recebesse os profissionais do Estratégia Saúde da Família (ESF).

Conversamos com Adílio César, dentista, membro da comissão dos servidores da Estratégia Saúde da Família, que confirmou a informação do Diário Político. “A pessoa deixou claro que o cancelamento se deu devido à necessidade de uma cirurgia de urgência em virtude de uma hérnia”, disse. Ele acrescenta que não foi dada previsão para novo encontro.

No entanto, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Mossoró nega a informação.

Nota do Blog Carlos Santos – É o quarto adiamento de audiência com esses servidores. Estava marcada para hoje às 15h. Também conversamos com Adílio César Nogueira, que confirmou versão e acrescentou ter sido cientificado sobre adiamento e cirurgia por uma assessora que se identificou como “Graça”.

Aguardar que a PMM informe sobre hospital, horário e cidade em que a prefeita está ou estará para a cirurgia, além de torcer por sua saúde. Amém!

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sexta-feira - 22/09/2017 - 05:32h
Critica

Lamentáveis maus-tratos e humilhações oficiais em Mossoró

Carlos Santos,

Quando o assunto é a luta pelos direitos dos Servidores da Saúde, quem conversa comigo sabe que não me sinto minimamente representado pelo “sindicato” dos servidores públicos de Mossoró e por consequência não adiro a qualquer posicionamento tomado por eles, tanto que não estou em greve, como quase ninguém da Saúde.

Prefeitura proibiu sindicalistas de usarem lonas e barracas para se protegerem do sol (Foto: Web)

Apesar disso, gostaria de fazer o registro de um fato que entendo ser lamentável envolvendo esse “sindicato” e a Prefeitura de Mossoró.
Refiro-me ao posicionamento da atual gestão, que coloca carros oficiais em exposição sobre praça pública, mas resolve impedir que os manifestantes coloquem uma simples tenda na calçada para fazerem o seu protesto protegidos do sol escaldante de Mossoró.

Só tenho a lamentar esse ocorrido!

Designar Guardas Civis e policiais militares para intimidarem as manifestações dos servidores ao mesmo tempo em que as UBS (Unidades Básicas de Saúde) são constantemente alvos de violência e, nada é feito, para proteger a vida dos trabalhadores, é uma VERGONHA!

Espero que os Servidores da Saúde e população que repugnavam atitudes semelhantes da gestão passada, não se omitam diante desse e de outros fatos que estão deixando a situação do trabalhador da Saúde cada vez pior.

Não sejam seletivos. Ou melhor, não sejam medíocres. Os fatos estão aí!

Adílio César – odontólogo e advogado

Leia também: Manifestação é recebida com cadeado, polícia, guarda civil e sol AQUI.

Nota do Blog – Sublinho suas palavras, Adílio.

Fico pasmo com com esse tipo de postura do governo municipal. Maltrata, humilha, ridiculariza seres humanos que são também munícipes, antes de serem sindicalistas e servidores públicos. Tomou-os como inimigos e se esmera no sadismo.

Imagino se o inquilino do Palácio da Resistência fosse o ex-prefeito Francisco José Júnior. O mundo viria abaixo, as redes sociais estariam entupidas de agressões e críticas a ele.

Agora, não. Tem gente que acha o máximo. Preocupante. Verdadeiramente me preocupo com o que ainda vem por aí na cidade que moro, trabalho e sobrevivo.

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sexta-feira - 25/08/2017 - 07:58h
Sindicato x Prefeitura

Dois lados absurdamente equivocados no serviço público

Sobre a postagem Sindicato avisa que “vai ter greve” de servidores municipais (veja AQUI), o odontólogo, advogado e servidor municipal de Mossoró, Adílio César, emite o seguinte comentári:

Bom dia, Carlos Santos.

Duas coisas absurdas. Uma por parte do “sindicato” (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró-SINDISERPUM), outra por parte da Prefeitura Municipal de Mossoró.

A do “sindicato”: a “espera” por Rosalba Ciarlini (prefeita) esconde o reconhecimento de que essa mobilização não tem força. E isso decorre do passado recente dessa instituição.

Hoje, não representam os servidores da saúde e sem esses servidores, não há como o movimento ser forte. Com isso, o “sindicato” cria essa coisa de esperar a prefeita voltar de viagem (veja AQUI) só pra manter os poucos pobres coitados dos servidores que ainda acreditam nele.

O absurdo da prefeitura diz respeito ao descumprimento da Constituição Federal e a própria lei municipal criada pela própria prefeita em 2003, que determina que a data-base dos servidores municipais é em maio.

O descumprimento da CF está relacionado à reposição da inflação. O cálculo que estão fazendo é equivocado, pois o último reajuste teve como última referência o mês de dezembro de 2015, então não poderia simplesmente a atual gestão esquecer os 04 primeiros meses do ano no cálculo.

Se querem atualizar, o faça de janeiro de 2016 a agosto de 2017, retroagindo o pagamento dos meses de maio em diante.

Adílio César

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sexta-feira - 08/05/2015 - 20:52h
Mossoró

Servidor municipal lembra falta de compromisso

Carlos Santos,

Na campanha salarial do ano passado, houve o compromisso de mudança da data-base para março de 2015 e fevereiro de 2016.

Estamos no mês de maio e a revisão remuneratória dos servidores do município de Mossoró ainda não foi feita. São 02 meses de atraso.

Além disso, durante o movimento grevista da Saúde no ano passado, houve a promessa de pagamento do Pmaq referente a todo o ano de 2014 para abril (isso mesmo, 2014!). O mês acabou e nada.

Foram 07 meses desde a promessa ao final do mês de abril.

Existem, ainda, os compromissos assumidos para serem cumpridos no mês de maio.

Um deles, é a revogação de uma lei inconstitucional e correção do pagamento da insalubridade, norma essa que já deveria ter sido extirpada do ordenamento jurídico local, mas que não foi feito por falta de interesse político daqueles que fazem o poder executivo e legislativo desse município, que deveriam ser os mais interessados em ver suas leis em conformidade com os princípios e normas da Constituição Federal.

O outro ponto prometido para maio necessitaria de mais espaço para explicar, mas se houvesse a intenção de cumprimento, a lei a ser criada já deveria estar sendo encaminhada para aprovação na Câmara de Vereadores.

Para o cumprimento dos pontos prometidos para o mês de maio são 8 meses entre a promessa e o final do mês.

Adílio César – Webleitor e servidor municipal

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