O vereador Jório Nogueira (PSD) continua à frente da Presidência da Câmara Municipal de Mossoró.
Teve 14 votos favoráveis, contra dois contras e uma abstenção, na votação de parecer da comissão processante que avaliava requerimento para seu afastamento.
A proposição para afastá-lo foi do vereador Tassyo Mardonny (PSDB).
Em plenário, após longo debate concluído há pouco mais de meia hora, ocorreu essa decisão.
“Entendo que o denunciado não agiu de maneira irregular, pois com relação às verbas de gabinete, preocupou-se apenas em seguir as recomendações totalmente legais do Controle Interno, da Procuradoria e do TCE/RN, com a finalidade de proteger o Patrimônio Público, bem como, no que se refere a apresentar os balancetes em Plenário, já é feito no portal de transparência”, disse o relator da Comissão Processante, vereador Heró Alves (PTC).
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Heró Alves e Manoel Bezerra (PRTB) da comissão tinham votado favoravelmente a Jório.
Em plenário, Tomaz Neto (PDT), terceiro membro da comissão e que tinha sido contrário aos demais, refez o voto, seguindo relatoria.
Nota do Blog – Mas o assunto das “verbas de gabinete” ou “verbas indenizatórias” não está encerrado.
Os vereadores e a Câmara em si devem questionar o TCE, haja vista que esse dispositivo existe até mesmo no próprio órgão, na Assembleia Legislativa, Câmara Federal e Senado, além de milhares de câmaras municipais espalhadas pelo país.
Há muita falácia e sofisma nessa celeuma. É preciso transparência no uso, clareza absoluta.























