segunda-feira - 09/04/2012 - 09:04h
Mesma prática

Supersalários aparecem na União e ‘somem’ do Estado

Segundo reportagem especial do jornal O Estado de São Paulo, um artifício largamente empregado em governos passados para proporcionar uma remuneração de mercado a integrantes do primeiro escalão da Esplanada dos Ministérios, os conselhos de administração e fiscal de estatais e empresas públicas continuam a ser usados para turbinar os salários de ministros de Estado.

Levantamento feito pelo Estado nos 38 ministérios do governo da presidente Dilma Rousseff aponta que um terço dos ministros integra hoje uma elite do funcionalismo com supersalários que ultrapassam o teto salarial de R$ 26.723,15.

São 13 ministros que engordam seus rendimentos com jetons por participação em conselhos de empresas.

O campeão é o ministro da Defesa, Celso Amorim, que acumula seu salário com o pró-labore de R$ 19,4 mil pagos pela participação no Conselho de Administração da Itaipu Binacional. São R$ 46,1 mil mensais brutos de remuneração.

Nota do Blog – Situação parecida ocorre no Governo do Estado do Rio Grande do Norte, senhores e senhoras.

A Agência de Fomento do RN (instituição financeira sob a forma de economia mista de capital fechado, com participação acionária majoritária do Governo) é um desses canais para a ‘engorda’.

Tem mais: no primeiro semestre do ano passado o governo estava sitiado por greves e para desviar o foco usou setores da imprensa para alardear que existiam supersalários na estrutura  dos poderes do Estado do RN. Prometeu combate austero e dar nomes aos ‘bois’.

Nadica de nada foi feito nem será feito. Quem tem, tem medo.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
quarta-feira - 29/06/2011 - 23:13h
Tratamento diferenciado

Auxiliares de “primeira classe”

A Agência de Fomento do RN (AGN), órgão da estrutura do Estado, passou a ser ambiente para ampliar remuneração de alguns auxiliares da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Por lá, o adicional os torna diferenciados salarialmente, em relação aos demais.

Ou seja, temos uma equipe de “primeira classe”.

A AGN é uma Instituição Financeira de economia mista, capital fechado. O Estado é acionista majoritário, com participação de sócios minoritários privados, como a Federação da Indústria (FIERN).

Criada pela Lei Estadual nº 7.462 de 2 de março de 1999 e autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil em 5 de abril de 2000, seu foco é fomento às atividades econômicas localizadas no Estado, através de programas de financiamento e de investimentos, além da gestão de fundos e da prestação de serviços financeiros.

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Categoria(s): Administração Pública
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