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Styvenson vota por mais deputados, mas apaga post em que era contra

Postagem de Styvenson, contra, ele tratou de se livrar (Reprodução)

Postagem de Styvenson, contra, ele tratou de se livrar (Reprodução)

Da Agência Saiba Mais

Em contradição com o que havia afirmado publicamente, o senador Styvenson Valentim (PSDB) votou a favor do Projeto de Lei Complementar nº 177/2023, que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. A proposta foi aprovada no Senado na última quarta-feira (25) e deve gerar impacto direto superior a R$ 64 milhões por ano no Orçamento Geral da União (OGU).

O parlamentar potiguar não apresentou justificativa para a mudança de postura e, após a votação, apagou de suas redes sociais uma publicação em que dizia: “Não precisamos de mais deputados, precisamos que os que já estão eleitos entreguem mais. O Brasil precisa de mais resultados, não de mais cargos.”

A reportagem da Agência Saiba Mais solicitou ao senador, através da sua assessoria de comunicação, uma explicação sobre a mudança de voto, mas até o fechamento da matéria não obtivemos retorno.

Além de Valentim, o senador Rogério Marinho (PL) votou pelo aumento no número de deputados. Apenas Zenaide Maia (PSD), do RN, foi contra.

O RN ganhará mais duas vagas à federal,  passando de oito para dez. Também haverá aumento de 24 para 30 na Assembleia Legislativa.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 22/11/2018 - 08:52h
Governo do RN

O tripé que norteia equipe de Fátima e os 3 desafios urgentes

Por Cefas Carvalho (Do Saiba Mais e Potiguar Notícias)

Oficialmente, Fátima Bezerra (PT) e sua equipe –  tanto parlamentar como a de transição de governo – falam no tripé que vai nortear o Governo Fátima e seus componentes: qualificação técnica, sensibilidade social e afinidade com as bandeiras progressistas. É uma trindade de características bem interessante e que pode, sim, resultar em um governo diferenciado, pelo menos bem diferente dos anteriores.

Mas, intramuros, fala-se em uma trinca de desafios que o Governo Fátima terá de enfrentar e dar respostas imediatamente (leia-se no primeiro trimestre) sob pena de afundar na vala comum do mais do mesmo. São eles: Segurança Pública, colocar a folha do funcionalismo em dia e resolver o caos na Saúde Pública em áreas específicas (Hospital Walfredo Gurgel e Mossoró, por exemplo).

Governadora eleita enxerga principais dificuldades (Foto: Alexis Régis)

A questão da Segurança Pública é mais que um desafio para governantes estaduais, desde a malfadada gestão Rosalba Ciarlini (que pecou miseravelmente neste quesito). É uma situação emergencial mesmo.

Fátima já sabe que, por mais que sejam essenciais políticas a médio e longo prazos em aspectos como plano de salário e carreira para policiais, valorização da Policia Militar, cooperação de forças e investimento em políticas e delegacias, também é necessário um leque de ações mais que emergenciais, midiáticas mesmo, como leio quase como unanimidade nos grupos de Zap de jornalistas que faço parte, para transmitir à população uma sensação, no mínimo, que a violência diminuiu no Estado. Isso ainda entre janeiro e fevereiro e o Carnaval será o marco de registro deste feito, ou da falta dele.

No item pagamento do funcionalismo, Fátima terá um desafio duplo. O primeiro, óbvio, é colocar a folha em dia, após os atrasos que Robinson Faria sinalizou que vai fazer, mantendo uma triste tradição do seu governo.

O segundo, é diminuir a folha.

Não se trata aqui da política sentimentaloide de “colocar pais de família no olho da rua”. Mas, sim, de enxugar com urgência a máquina pública, nos moldes que fez o colega de Fátima (e com quem ela vem conversando) Ricardo Coutinho, que quando iniciou o mandato na Paraíba tomou medidas impopulares e antipáticas e em seguida ajeitou a máquina pública a ponto de estar com recordes de aprovação e ter feito seu sucessor com tranquilidade.

Por fim, o terceiro desafio de Fátima é a Saúde Pública, problema crônico que tem como palco maior e holofotes os corredores do Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. Parte da equipe de Fátima acredita que, combatendo a nefasta prática da “ambulancioterapia” e dialogando com a classe médica, pode minimizar em muito a situação.

Desafios grandes, talvez imensos, em um Rio Grande do Norte que vem sofrendo há anos. Resta esperar a atuação do Governo Fátima logo no início do mandato, quando o governante recém-empossado ainda goza daquela colher de chá que oposição, imprensa e eleitor lhes dão. Pelo menos, assim se espera no RN velho de guerra.

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Categoria(s): Artigo / Opinião da Coluna do Herzog
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