sexta-feira - 10/08/2018 - 08:10h
História

Assembleia Legislativa somou 16 reeleitos na eleição de 2014

Gesane saiu da disputa (Foto: AL)

Quantos deputados estaduais na atual legislatura deverão ser reeleitos? A indagação faz parte do imaginário popular e das contas de qualquer pessoa que esteja envolvida direta ou indiretamente com a campanha 2018.

Em 2014, pleito passado, 16 deputados foram reeleitos. A Assembleia Legislativa contabilizou oito que não foram reeleitos.

Também pode ser incluída na contabilidade, a chegada de oito nomes que não estavam na legislatura de então.

Veja abaixo:

Reeleitos – Ricardo Motta (PROS), Hermano Morais (PMDB), Gustavo Carvalho (PROS), Ezequiel Ferreira (PMDB), Getúlio Rêgo (DEM), Nelter Queiroz (PMDB), Tomba Farias (PSB), Gustavo Fernandes (PMDB), Agnelo Alves (PDT), George Soares (PR), Márcia Maia (PSB), Raimundo Fernandes (PROS), José Adécio (DEM), José Dias (PSD), Fernando Mineiro (PT) e Kelps Lima (Solidariedade).

Novatos – Albert Dickson (PROS), Álvaro Dias (PMDB), Galeno (PSD), Dison Lisboa (PSD), Cristiane Dantas (PC do B), Carlos Augusto Maia (PT do B), Jacó Jácome (PMN) e Souza (PHS).

Walter Alves (PMDB) e Antônio Jácome (PMN) foram eleitos deputados federais. Já Leonardo Nogueira (DEM), Larissa Rosado (PSB) e Vivaldo Costa (PROS), não conseguiram a reeleição.

Fábio Dantas (PC do B) foi eleito vice-governador na chapa de Robinson Faria (PSD). Já Gesane Marinho (PSD) e Gilson Moura (PROS) não tentaram a reeleição.

Leia também: Chapão de Robinson tem 14 deputados que tentam a reeleição;

Leia também: Em 2014, chapa derrotada teve eleição de 18 deputados.

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segunda-feira - 31/07/2017 - 12:29h
Eleições 2018

Álvaro Dias estuda caminho de olho em Carlos Eduardo

Futuro político de Carlos Eduardo (e) vai determinar o rumo a ser tomado por Álvaro Dias (d) em 2018 (Foto: Web)

Vice-prefeito do Natal, o ex-deputado estadual Álvaro Dias (PMDB) não tem claramente definida sua estratégia e rumo político em 2018. Trabalha em mente pelo menos duas alternativas, conforme cada situação.

Cenário 1 – Se o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) for candidato ao governo estadual – o que não parece ainda muito claro – ele assumirá a prefeitura, lançando seu filho Adjuto Neto (filiado ao PMDB e delegado da Polícia Civil) à Assembleia Legislativa.

Cenário 2 – Se Carlos Eduardo Eduardo se mantiver na prefeitura, refluindo da ideia inicial de disputa, Álvaro mesmo deverá ser o candidato a deputado estadual.

Ele começou sua trajetória política como vice-prefeito de Caicó, na chapa encabeçada por Manoel Torres, em 1988.

De lá para cá, são cinco mandatos (um incompleto) de deputado estadual, outro de federal. Agora, é vice-prefeito natalense – eleito ano passado.

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quinta-feira - 22/12/2016 - 23:02h
Assembleia Legislativa

Larissa Rosado vai ser empossada dia 5 de janeiro

Será no próximo dia 5 de janeiro-2017 a posse da suplente de deputado estadual Larissa Rosado (PSB), que não se reelegeu em 2014.

Ela será efetivada para os últimos dois anos da atual legislatura da Assembleia Legislativa, devido eleição do titular Álvaro Dias (PMDB) a vice-prefeito de Natal – na chapa do prefeito reeleito Carlos Eduardo Alves (PDT).

A posse de Larissa ocorrerá de forma cartorial, sem que aconteça qualquer sessão especial.

No dia 1º de janeiro de 2017, será a posse de sua mãe e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB). Assumirá pela primeira vez como vereadora de Mossoró.

Sandra também não se reelegera em 2014 à Câmara Federal.

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quarta-feira - 30/11/2016 - 19:56h
Dama de Espadas

Investigação será retomada e deputados estaduais são alvos

O desembargador Cornélio Alves, do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), determinou a retomada das investigações relacionadas à “Operação Dama de Espadas”. Ao mesmo tempo, ele autorizou o desmembramento das apurações no TJRN em relação aos deputados estaduais Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), Álvaro Dias (PMDB), Nélter Queiroz (PMDB), Getúlio Rêgo (DEM), Ricardo Mota (PSB), Raimundo Fernandes (PSDB), Márcia Maia (PSDB), Gustavo Carvalho (PSDB) e José Adécio (DEM),  detentores de foro por prerrogativa de função junto à Corte potiguar.

Assembleia do RN é ambiente delicado na apuração do Ministério Público (Foto: Assecom)

A decisão diz respeito ao Procedimento Investigatório Criminal n° 2016.018168-4, o qual continuará tramitando junto ao Tribunal de Justiça e será remetido ao Procurador-Geral de Justiça, Rinaldo Reis, que deverá concluir as investigações no prazo de 60 dias ou, finalizado este prazo, requerer fundamentadamente a sua prorrogação.

“Não importa que o objeto central da investigação não seja os parlamentares estaduais. Fato é que, surgindo fortes indicativos, como os colacionados nos autos, de participação de sujeito detentor de foro por prerrogativa de função, os autos devem ser encaminhados à Corte competente, a quem incumbirá decidir acerca da pertinência do desmembramento”, explicou o desembargador Cornélio em sua decisão.

Supremo

O desmembramento ocorre após decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), nos autos da Ação Ordinária nº 2038/RN (Reclamação nº 2015.015014-3). Segundo a decisão do ministro, a partir do surgimento de indícios da autoria ou participação de agentes detentores de foro por prerrogativa de função nas Corte de Justiça, a esta compete a autorizar a continuidade das investigações com relação a tais agentes, bem como decidir sobre a necessidade ou conveniência de sua cisão, para que a investigação operada na segundainstância englobe apenas os detentores das prerrogativas.

Segundo a decisão, a autorização para a continuidade das investigações não representa juízo antecipado sobre autoria e materialidade dos delitos, conforme as próprias palavras do MP, as quais ressaltam que da análise superficial do conjunto probatório, constituído por ora apenas de “elementos iniciais para o desencadeamento da investigação”.

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A autorização também definiu que os procedimentos autuados sob os números de registro cronológico 2016.015339-3, 2016.015343-4, 2016.015340-3, 2016.016103-9, 2016.016111-8 e 2016.016108-4, deverão, após remetidos à PGJ, retornar ao Juízo da 8ª Vara Criminal da Comarca de Natal, para continuidade das investigações com relação aos não detentores de foro por prerrogativa de função.

“Embora siga em segredo de justiça, devido alguns documentos trazidos aos autos, não há imposição legal para ocultação dos nomes dos até então investigados, ou dos provimentos jurisdicionais, já que, na regra do processo penal, é a publicidade dos atos processuais e a lei só poderá restringi-la quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem”, define o relator Cornélio Alves.

Saiba mais

A operação “Dama de Espadas” foi deflagrada pelo Ministério Público Estadual e pela Delegacia Especializada em Investigações de Crimes contra a Ordem Tributária (Deicot), visando apurar possíveis práticas criminosas contra a Administração Pública, no âmbito da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN).

Rita, prisão dia 20 de agosto de 2015 (Foto: Tribuna do Norte)

Segundo o MP, a operação descortinou um “esquema estruturado no âmbito da Assembleia Legislativa deste Estado, através do qual uma refinada associação criminosa composta por alguns servidores público do órgão, com auxílio de um gerente do Banco Santander, se utilizavam de cheques salário como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros”.

O Ministério Público alega que as remunerações destinados a servidores fantasmas eram revertidas aos próprios agentes políticos, às suas campanhas, ou a terceiros.

O principal nome em evidência, nessa apuração, foi da então procuradora da AL, Rita das Mercês Reinaldo, que chegou a ser presa.

Com informações do TJRN.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Política
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