segunda-feira - 15/12/2025 - 13:50h
Canal 10

Blog Carlos Santos analisa pré-campanha no Cenário Político da TCM

Logomarca do programa

Logomarca do programa

No programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), Canal 10, às 19h25 desta segunda-feira (15), o jornalista-apresentador Vonúvio Praxedes recebe o editor do Blog Carlos Santos.

Na pauta do bate-papo, análise do quadro atual da pré-campanha e dos movimentos mais recentes no tabuleiro político potiguar.

Encontro marcado pelos canais 10, 14.1, TCMplay.tv.br, Youtube.

Em seguida, a atração da emissora se conecta com o Cenário Político para apresentação do programa especial TCM Eleições 2026, com pesquisa TCM/TSDois (veja AQUI).

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Política
terça-feira - 27/09/2022 - 17:00h
Quarta-feira, 28

Blog do Barreto e Blog Carlos Santos no PodFalar da Super TV

Programa PodFalar com Bruno Barreto e Carlos Santos - Saulo Vale, Jaílton Magalhães, 28-09-2022O podcast PodFalar desta quarta-feira (28) recebe os jornalistas de política Bruno Barreto, do Blog do Barreto e do Foro de Moscow, e Carlos Santos, do Canal BCS – Blog Carlos Santos.

Na pauta, eleições 2022, avaliação de nominatas à Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados e disputas ao Governo do RN, Senado e Presidência da República.

Também desempenho das principais lideranças da região de Mossoró nestas eleições.

Começa às 21h, na Super TV – canal 14.1 da tv aberta em Mossoró e 173 da Brisanet, além de todas as redes sociais da emissora.

O programa é apresentado pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jailton Magalhães, com produção do jornalista Nilton César.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Comunicação / Eleições 2022 / Política
  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 26/09/2022 - 18:10h
20 horas

Saiba tudo sobre as eleições na Resenha Moscow desta segunda

Do Blog William Robson

O jornalista Carlos Santos do Canal BCS (Blog Carlos Santos) é o convidado para participar do programa Resenha Moscow desta segunda-feira (26), onde fará uma avaliação do cenário eleitoral a pouco menos de uma semana para a votação. O Resenha começa às 20h no canal da Agência Moscow no Youtube.Carlos Santos no Resenha Moscow 26-09-2022

Será conduzido pelos jornalistas William Robson e Bruno Barreto.

Exibido sempre às segundas-feiras, o Resenha traz a análise semanal de um jornalista convidado. Já passaram nomes como Saulo Vale, Thiago Medeiros, Diógenes Dantas, Wellington Morais, entre outros, que imprimem sua visão sobre o processo eleitoral, analisam pesquisas, candidatos e apontam tendências.

Carlos Santos é um dos mais experientes jornalistas potiguares em atividade, com foco no jornalismo político.

Acompanhe o bate-papo clicando neste endereço AQUI.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Comunicação / Eleições 2022 / Política
domingo - 28/08/2022 - 08:34h

Rafael Motta emerge como a ‘surpresa de setembro’

Por João Paulo Jales dos Santos

A governadora Fátima Bezerra (PT) mexeu com destreza no tabuleiro político. Ao tirar Carlos Eduardo (PDT) do radar da contenda governamental, a governadora asfixiou a oposição, que penou para encontrar um nome com o mínimo de competitividade para enfrentar o projeto de reeleição da petista. Ao fim, o ungido, Fábio Dantas (SDD), foi o único que topou encarar a governadora, e só topou o desafio porque nada tem a perder.surpresa,

No melhor estilo como não tem ninguém vai você mesmo, o bolsonarismo topou bancar, mesmo que limitadamente, seu nome. Tendo Dantas e Styvenson Valentim (PODE), como seus principais adversários, a empreitada de reeleição da governadora ficou menos nebulosa.

Dantas carrega consigo a infâmia do governo Robinson Faria (PL), numa candidatura que teve uma pré-campanha com pouca musculatura de viabilidade eleitoral. Valentim, que emergia com grau de competição para afiançar um 2º turno, mostrou uma leitura equivocada do atual cenário político. Se em 2018 seu estilo arrasa quarteirão alheio a tradicionalidade política o alçou ao estrelato, neste 2022 seus arroubos estão desconectados do contexto.

A polêmica com Allyson Bezerra (SDD), prefeito do 2º maior colégio eleitoral, e as catilinárias contra outros prefeitos, queimaram por si só a largada do senador. Se em meados de julho os indícios apontavam uma reeleição dificultosa, as pesquisas da última segunda-feira (22/08), TCM/TS2 e IPEC, apontam chances de reeleição de Fátima, já em 1º turno.

É o tom que embala o início da campanha.

O que Fátima Bezerra e seu secretário-chefe de Gabinete Civil, Raimundo Alves, não mediram foi que a maestria da articulação dos bastidores da pré-campanha, não significava domínio do xadrez político. Ao escolher o pedetista Carlos para ser seu companheiro de chapa, Bezerra deu-lhe um passe político que ele não tinha, iniciando uma campanha em que seu senador ungido nos condicionadores de ar das salas de reuniões, se torna um fardo em sua caminhada.

Carlos Eduardo passou 4 anos fechado em si mesmo, sem dialogar com prefeitos e sem organizar seu PDT. Mesmo quando era tido pela mídia bolsonarista, em meados do ano passado, o principal nome da oposição à Fátima, não chegou a avançar sua articulação com o conservadorismo potiguar. A petista tirou seu senador do bolso, achando que sua liderança no PT já seria autossuficiente para a militância digerir o novo aliado. Errou no cálculo.

Como pedir para a base petista apoiar Carlos Eduardo, se ele nem ao menos pede voto para Lula? A resposta pensada nos bastidores, quando encarada com a realidade, passou longe do que fora imaginado.

A governadora não compreendeu que não tinha musculatura o suficiente para alavancar o nome de Eduardo. A pergunta que vem a seguir já traz na formulação sua própria resposta: como é que pode, Rafael Motta (PSB), que consigo só tem seu correligionário, o deputado Souza Neto (PSB), como principal aliado, amealhar mais apoios que Carlos Eduardo, que tem a estrutura do Governo à sua disposição?

Ao pensar que trazendo Eduardo para sua chapa estava dando um xeque-mate, Fátima Bezerra apenas deu o xeque, deixando o rei descoberto, com uma casa livre para movimentação, Rafael Motta emergiu a partir da falha da petista.

No lado bolsonarista mais falhas que facilitaram a ascensão do deputado pessebista. Rogério Marinho (PL) não mediu esforços para conquista de centena de prefeituras que tem a seu favor. Se apresentando como uma espécie de governador com sede em Brasília, o aliado de primeira hora do presidente calculou que para garantir a vitória de seu pesado nome, bastava derramar dinheiro nos executivos, a manjada estratégia que há quase 2 décadas vem se mostrando insuficiente para garantir vitória a quem quer que seja.

A equipe de Marinho, pensou piamente, que o vultuoso dinheiro do orçamento secreto seria suficiente para encobrir as inúmeras fraquezas do candidato. Rogério tem uma característica intragável, atrai rapidamente antipatia popular, não consegue, pasmem, minimamente sorrir. A isso soma-se a relatoria da impopular reforma trabalhista, sua atuação imprescindível para a aprovação, da também impopular, reforma da previdência, a incapacidade de ler que os equipamentos e as obras que propala como sendo suas não vêm tendo conexão com a relação de bem-estar que o eleitor estabelece em seu município, e que o apoio de Bolsonaro, num estado preponderantemente lulista, é uma âncora para a derrota.

Marinho vinha escondendo o presidente, mas agora já o associa a seu nome. Se na Grande Natal, enclave menos arredio ao nome do presidente, a associação com Bolsonaro já é um fardo, o que dirá no RN profundo, que corresponde à metade do eleitorado e é mais lulista do que o estado como um todo. A faixa eleitoral de Rogério está intrinsicamente ligada à de Bolsonaro, com este apresentando índices na casa dos 25% dos votos. Segundo constatou os institutos TCM/TS2 e IPEC, o ex-ministro tem um teto limitado, e baixo, de crescimento.

Na margem pedetista, os dois principais prefeitos que fecharam com Carlos Eduardo, Gustavo Soares (PL), de Assú, e Eraldo Paiva (PT), de São Gonçalo do Amarante, não levaram toda a estrutura de suas respectivas prefeituras para arrimar o candidato. Em Assú, a vice-prefeita Fabielle Bezerra (PL) e uma banda da bancada de vereadores governistas fecharam apoio a Rafael Motta, em São Gonçalo, Eraldo esconde Eduardo e sua bancada na câmara de vereadores está fechada com Rafael.

A escolha do senador Jean-Paul Prates (PT) como 1º suplente, para garantir a adesão da militância petista, foi outro erro que o Gabinete Civil da governadoria não calculou. Jean não é figura orgânica no petismo, o que impossibilita seu nome como atração de votos na base partidária, e seu rebaixamento, na ótica da militância, de nome natural à reeleição, para ser preterido por um candidato de Ciro Gomes, atraiu uma fúria incontrolável. Parafraseando Carlos Eduardo, 1º suplente é 1º suplente. Com Jean numa posição constrangedora, a base do PT vem dando sua resposta. O silêncio sobre a disputado ao Senado é a marca latente no agrupamento petista.

A própria noção de Carlos Eduardo como a tração que puxaria Fátima em Natal, foi outro erro que passou longe da matemática do acordo que selou a aliança. O eleitorado natalense nos últimos 6 anos se endireitou, Carlos cresceu conforme essa direitização homologava seu nome, a partir do momento que acontece uma ruptura, Carlos estando com Fátima, e Rogério Marinho como expoente do bolsonarismo, há uma diluição eleitoral do ex-prefeito de Natal que perde o capital político acumulado nesses anos.

Vindo de onde ninguém esperava, subvertendo a lógica pensada, pela esquerda, por Fátima Bezerra, e à direita, por Rogério Marinho, Rafael Motta é a preocupação que assombra os establishments de ambos. Subestimaram 3 pilares que fizeram com que Motta tivesse uma interpretação acurada de que seu nome possuía alta capacidade político-eleitoral. Subestimaram seus atributos político-pessoal, carismático.

O deputado tem uma linguagem que exerce um ímã com as massas, tem um alto apelo popular, onde o eleitor se identifica e o vê como um candidato gente como a gente.

Subestimaram a inteligência da equipe do pessebista, Rafael sabia que havia um alto potencial em sua candidatura, com 2 nomes que contrastam fortemente com a imagem jovem e comunicativa do deputado, seu estafe identificou que seu nome tinha poder de mobilizar e obter protagonismo na corrida. Subestimaram o ímpeto de coragem de Motta. Nem na governadoria nem nas hostes bolsonarista se pensou que o deputado toparia o que enxergavam como uma ‘aventura’.

Acreditaram que as falas do deputado de se lançar como candidato ao Senado não passavam de pura pressão para que seu PSB tivesse garantia de contar com a estrutura do Palácio Lagoa Nova para assegurar, mais facilmente, sua reeleição à Câmara Federal.

Rafael Motta, paulatinamente, vai movimentando uma disputa que se se desse diretamente entre Carlos e Rogério se daria num âmbito natimorto, as massas teriam que se ver restringidas a escolha do menos pior. Assusta nos adversários a narrativa que vem construindo. As equipes de Carlos e Rogério sabem que se Motta conseguir o que parece muito provável, o domínio da narrativa na sucessão, não tem como frear seu crescimento.

Na política americana existe um termo denominado ‘surpresa de outubro’, como as eleições no país ocorrem na 1ª terça-feira de novembro, a surpresa de outubro é aquele fato inesperado que mexe com o jogo, faltando um mês para o pleito, e vira em prol do candidato que não despontava como favorito.

Rogério e Carlos sabem que o potencial para Rafael virar o jogo é grande. Com a campanha iniciando seu horário eleitoral, entrando na fase em que o jogo começa a esquentar, ainda que em temperatura amena, Rafael Motta vai cravando aquilo que sua assessoria previa. Um analista de política americana olhando para a sucessão senatorial, parafraseando mediante o calendário eleitoral brasileiro, cravaria em alto e bom som: Rafael Motta é a surpresa de setembro.

João Paulo Jales dos Santos é graduado em Ciências Sociais pela Uern

Compartilhe:
Categoria(s): Artigo / Opinião
  • Execom - PMM - Banner - Março de 2026
terça-feira - 26/07/2022 - 17:48h
Leitura

O bom jornalismo político na coluna “É fato”

Sopa de letras, partidos, siglas, legendasNotícia boa.

O jornalista Marcos Alexandre volta à rotina de material jornalístico factual e analítico com sua coluna É fato.

Aporta na companhia do jornalista Diógenes Dantas no Portal Dido.

Bom demais, sô!

Leia Os malabarismos dos partidos para se equilibrarem na Babel eleitoral, postagem desta terça-feira (26).

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Compartilhe:
Categoria(s): Comunicação / Eleições 2022 / Política
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2026. Todos os Direitos Reservados.