Um grupo numeroso de adquirentes de apartamentos no Residencial Ponta do Mar, em Ponta Negra, Natal, mobiliza-se para ações judiciais conjuntas. Vão tentar o que não obtiveram até agora, apenas pela via do diálogo civilizado.
Essas pessoas aguardam desde 2014 a conclusão do condomínio pela construtora Tecnart Engenharia. A incorporadora J&B Ataf e a Imobiliária Caio Fernandes lançaram o empreendimento em 2011, com projeto de duas torres com mais de 30 andares, sendo uma com apartamentos de 2 quartos e outra de 3 quartos.
A previsão de entrega seria para junho de 2014, antes da Copa do Mundo, podendo ser prorrogada por 180 dias, ou seja, para dezembro 2014.
A Caixa Econômica Federal entrou no empreendimento como agente financeiro da obra em 2014, ensejando celeridade numa das torres, mas em 2016 os trabalhos definharam.
Sumiço geral
A Torre A parou com 70% das obras concluídas e a Torre B subiu apenas 3 andares.
“O senhor Antônio Theófilo, dono da incorporadora, deixou de responder aos compradores, a Caixa dá informações inconsistentes. O engenheiro da construção foi realocado e o canteiro de obras virou uma área de abandono”, narra um dos adquirentes de apartamentos no Ponta do Mar.
São mais de 200 apartamentos envolvidos no negócio, com dezenas de prejudicados.
Agora, mais organizados, eles preparam uma série de iniciativas para solução do impasse. “A própria imagem do setor da construção civil do RN está maculada”, comenta uma compradora.
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