quarta-feira - 02/10/2024 - 11:14h
81 anos

Desembargador aposentado Rafael Godeiro morre em Natal

Godeiro já tinha se envolvido em escândalo no TJRN que o levou à aposentadoria compulsória (Foto: Web)

Rafael Godeiro não teve causa da morte revelada  (Foto: Arquivo)

Do Tribuna do Norte

O desembargador aposentado Rafael Godeiro, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), morreu nesta quarta-feira (2), em Natal. A causa da morte ainda não foi revelada.

Antes da sessão do pleno do TJRN nesta quarta-feira, foi feito um minuto de silêncio pelo falecimento do magistrado. Um voto de pesar foi proposto pelo desembargador Glauber Rego e acompanhado pelos demais membros da Corte durante a sessão.

Antes de ser nomeado desembargador em 1997, Rafael Godeiro passou pelas Comarcas de São Paulo do Potengi, Macau, Martins, Santo Antônio, João Câmara e a 2ª Vara Criminal de Natal.

Assumiu a presidência do TJRN para o biênio 2009/2010. Também foi vice-presidente da Corte de 1998 à 2000; vice-presidente e Corregedor de Justiça do TRE/RN de 2002 a 2003; presidente do TRE/RN 2004-2005 e Ouvidor Geral de Justiça de 2007 a 2008.

Também foi diretor da Escola de Magistratura do RN (Esmarn). Chegou a assumir temporariamente o governo do Estado na gestão de Iberê Ferreira de Souza.

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aposentou-o compulsoriamente após condenação por envolvimento em esquema que desviou R$ 14 milhões do setor de precatórios do TJRN e ficou conhecido após a deflagração da Operação Judas (veja AQUI), em janeiro de 2012.

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sábado - 28/10/2023 - 12:24h
TJRN

Dois desembargadores têm aposentadoria bem próxima

Desembargador Gilson Barbosa preside o TRE do Rio Grande do Norte (Foto: TRE/RN)

Desembargador Gilson Barbosa concluirá seu ciclo no TJRN em dezembro (Foto: TRE/RN/Arquivo)

Dois desembargadores estão na fila à aposentadoria compulsória do Tribuna de Justiça do RN (TJRN).

Gilson Barbosa de Albuquerque, natural de Pitimbu-PB, que fará 75 anos dia 24 de dezembro próximo, e Expedito Ferreira de Souza, de Alexandria, a mesma idade a ser completada em 25 de fevereiro de 2025.

No último dia 24, a juíza Berenice Capuxú de Araújo Roque, 69, foi empossada nessa Corte em lugar da desembargadora Zeneide Bezerra, que saiu no início de setembro.

Leia também: Para não esquecermos sobre o poder e o valor das pessoas.

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quarta-feira - 13/02/2019 - 18:36h
Aposentadoria compulsória

STF mantém “punição” a juiz por venda de sentenças

Lira: venda de sentenças (Foto: Web)

Os ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negaram, por unanimidade, recurso do juiz José Dantas de Lira, aposentado compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O juiz, que atuava em Ceará-Mirim/RN, foi acusado de receber vantagens indevidas para conceder liminares ampliando a margem de consignação de salários a servidores públicos junto a instituições financeiras.

Esse esquema foi desbaratado na Operação Sem Limites, deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) em julho de 2014. A decisão foi tomada nesta terça-feira (12) no julgamento de agravo regimental no Mandado de Segurança (MS) 35444.

Investigação

No julgamento de processo administrativo disciplinar (PAD), o CNJ entendeu que a conduta do juiz aposentado violou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e o Código de Ética da Magistratura Nacional.

O MPRN comprovou na investigação um esquema criminoso de venda de decisões judiciais que possibilitavam a liberação de empréstimos consignados junto a instituições financeiras, mesmo com margens comprometidas. Esses servidores eram procurados por operadores do esquema, que ofereciam a liberação da margem consignável (então limitada até 30%) e cobravam por essa facilitação um percentual do valor do empréstimo.

As liberações eram conquistadas a partir da concessão de liminares em ações na Justiça.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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sábado - 23/12/2017 - 06:58h
RN

Desembargador aposentado é roubado e sequestrado

Do Blog Robson Pires

Na noite desta sexta-feira (22), por volta das 20h, quatro homens encapuzados invadiram a fazenda do desembargador aposentado Osvaldo Cruz que fica entre os municípios de Ceará-Mirim e Taipu.

Osvaldo: drama pessoal e familiar (Foto: Novo Jornal)

Os marginais renderam o morador e o obrigaram a chamá-lo. Quando o desembargador abriu a porta eles anunciaram o assalto e o fizerem de refém.

Roubaram tudo que puderam e colocaram dentro do Kia Sportage pertencente a família do desembargador e fugiram com ele dentro do veiculo. Na fuga perderam o controle e caíram dentro de uma ribanceira.

Eles conseguiram sair levando o desembargador, roubaram mais dois veículos e liberaram Osvaldo Cruz por volta de 01h da madrugada em São Gonçalo do Amarante.

Nota do Blog Carlos Santos – Osvaldo Cruz foi aposentado compulsoriamente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), por envolvimento no escândalo dos precatórios, ao lado do também desembargador Rafael Godeiro.

Os dois, recentemente, mesmo aposentados obrigatoriamente, ainda receberam auxílio-moradia retroativo do TJRN: Osvaldo Soares da Cruz recebeu R$ 178.208,01 e Rafael Godeiro Sobrinho empalmou R$ 158.047,35 – Veja AQUI.

Leia também: CNJ aposenta desembargadores acusados de rapinagem;

Leia também: Desembargadores são condenados à devolução de dinheiro;

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  • Repet
terça-feira - 29/08/2017 - 19:28h
'Decisão favorável'

Juiz garante gorda aposentaria após vender sentenças

Em julgamento de processo administrativo decorrente de representação feita pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (29), por unanimidade, pela aposentadoria compulsória do juiz de Direito José Dantas de Lira, que atuava na 1ª Vara Cível da comarca de Ceará-Mirim.

José Dantas de Lira: CNJ o favoreceu (Foto: Web)

Simplificando: Lira garantiu para si uma gorda aposentadoria, apesar de ter sido flagrado em crime que deixaria qualquer outro servidor público desempregado, preso e liso.

A decisão é outro desdobramento da Operação Sem Limites, deflagrada em julho de 2014, a partir de investigação da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) em conjunto com a 3ª Promotoria de Justiça de Ceará-Mirim, que já havia redundado no afastamento do magistrado no curso de ação penal, bem como no bloqueio de bens nos autos de ação de responsabilização por ato de improbidade administrativa.

Esquema criminoso

O MPRN comprovou na investigação um esquema criminoso de venda de decisões judiciais que possibilitavam a liberação de empréstimos consignados junto a instituições financeiras, mesmo com margens comprometidas.

Esses servidores eram procurados por operadores do esquema, que ofereciam a liberação da margem consignável (então limitada até 30%) e cobravam por essa facilitação um percentual do valor do empréstimo.

As liberações eram conquistadas a partir da concessão de liminares em ações na Justiça.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – E ainda tem quem fale que no Brasil, “todos são iguais perante a lei”.

Esse país é um caso perdido.

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