terça-feira - 04/09/2018 - 22:40h
Bens indisponíveis

Uma empresa e 22 pessoas são punidas na ‘Dama de Espadas’

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve junto ao Tribunal de Justiça estadual (TJRN) a reforma de decisão de primeiro grau proferida pelo juiz de Direito da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal que, nos autos da ação de improbidade administrativa, indeferiu o pedido de indisponibilidade de bens dos réus da “Operação Dama de Espadas”.

Agora, em decisão de segundo grau, o TJ atendeu em parte o pedido do MPRN, feito em agravo de instrumento. Ao todo,   23 demandados, sendo 22 pessoas físicas e uma pessoa jurídica, estão com os bens indisponíveis  até o limite de R$ 9.856.298,87.

Rita das Mercês: declarações fortes (Foto: Magnus Nascimento)

Os demandados atingidos pela decisão judicial são: Rita dos Mercês, Marlúcia Maciel Ramos de Oliveira, Rodrigo Marinho Nogueira Fernandes, Luiza de Marilac Rodrigues de Queiroz, Ana Paula de Macedo Moura, José de Pádua Martins, Gustavo Alberto Villarroel Navarro Júnior, Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra, Mariana Morgana Portela Reinaldo, Aratusa Barbalho de Oliveira, Maria Lucien Reinaldo de Oliveira, Maria Nilza Ferreira de Medeiros, Tangriany de Negreiros Diógenes Reinaldo, Jussana Porcino Reinaldo, Jerusa Barbalho Bezerra, Orlei Martins de Oliveira, Maria do Socorro Pordeus Albuquerque, Ivonilson Caetano Monteiro, Eudes Martins de Araújo, Andretty Laffity Pordeus Martins, Aranilton Barbalho de Oliveira, Gizélia Maria Dantas de Sousa e R e R Advocacia Assessoria e Consultoria Jurídica Sociedade de Advogados ME.

Operação

O MPRN deflagrou em agosto de 2015 a Operação Dama de Espadas. Foi resultado da atuação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Polícia Militar.

O intuito foi descortinar esquema estruturado no âmbito da Assembleia Legislativa (ALRN), através do qual uma refinada associação criminosa composta por alguns servidores públicos do órgão, com auxílio de um gerente do Banco Santander, se utilizavam de “cheques salário” como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros.

Confira AQUI a decisão na íntegra.

Leia também: Veja quem são todos os denunciados pela ‘Dama de Espadas’.

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quinta-feira - 18/02/2016 - 22:59h
Operação Candeeiro

Desvio milionário terá outra audiência para ouvir denunciados

Vai acontecer nessa sexta-feira (18), a partir das 8h30, mais uma audiência do processo que apura desvio que a princípio seria de mais de R$ 19,5 milhões do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) entre 2013 e 2014.

Gutson continua preso (Foto: reprodução da web)

A primeira audiência aconteceu nessa quarta-feira (16), no “plenarinho” do Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Natal, sob a presidência do juiz da 6ª vara Criminal de Natal, Guilherme Newton do Monte Pinto.

Foram ouvidas testemunhas de defesa e acusação. Nessa sexta-feira, no mesmo local e com o mesmo magistrado, serão ouvidos os denunciados.

O principal deles é Gutson Johson Giovany Reinaldo Bezerra. Ele está preso desde que a denominada “Operação Candeeiro” foi deflagrada pelo Ministério Público do RN (MPRN), ano passado.

Dois casos

É considerado o chefe e mentor da quadrilha. Interessante, é que 14 dias antes a sua mãe, Rita das Mercês Reinaldo, tinha sido presa sobre outra denúncia, apontada como principal envolvida em desvio de mais de 4,5 milhões da Assembleia Legislativa.

O caso ficou conhecido como “Operação Dama de Espadas” (veja AQUI).

Até aqui, Ministério Público não apontou existência de indícios de conexão entre os dois casos.

De acordo com o MP, os denunciados são estes abaixo:

Antônio Tavares Neto, Aratusa Barbalho de Oliveira, Clebson José Bezerril, Eliziana Alves da Silva, Elmo Pereira da Silva Júnior, Euclides Paulino de Macedo Neto, Fabiola Mercedes da Silveira, Faulkner Max Barbosa Mafra, Geraldo Alves de Souza, Guilherme de Negreiros Diógenes Reinaldo, Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra, Handerson Raniery Pereira, João Eduardo de Oliveira Soares, Ramon Andrade Bacelar Felipe Sousa e Renato Bezerra de Medeiros. Os acusados responderão pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Veja AQUI links de uma série de matérias que tratam do assunto.

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