quinta-feira - 19/09/2024 - 23:54h
Campanha 2024

O novo curral eleitoral e seu conceito próprio de territorialidade

espaço demarcado, territorialidade definida: ninguém mais entra (Foto ilustrativa da Freebible)

Espaço demarcado, territorialidade definida: ninguém mais entra (Foto ilustrativa da Freebible)

Mossoró chegou ao tempo de um novo modelo de “curral eleitoral.” Tem características um pouco diferentes daquele de épocas imemoriais da política, em que coronéis sertanejos tangiam seus eleitores com assistencialismo e clientelismo. Além, claro, de alguma forma rude de persuasão – se preciso fosse.

‘Estar sob cabresto’ vai muito além do sentido figurado do passado.

Os métodos ao ‘convencimento’, digamos, são mais austeros.

Também há um conceito próprio de territorialidade. Não exatamente associado às ciências – geografia, antropologia, sociologia ou política. Seu uso, delimitação e controle estão mais próximos da biologia.

Nesse espaço, o voto é monopólio de um candidato a vereador, por exemplo. Ninguém mais entra.

E estamos conversados.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 24/04/2020 - 13:24h
Bolsonaro

Bem-vindo ao Brasil real

Para se sustentar no poder, é provável que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aposte de vez no populismo/clientelismo/assistencialismo, solapando primados do ministro Paulo Guedes (Economia).

Jair Bolsonaro passa a sofrer uma enorme pressão com os mais recentes acontecimentos (Foto: IstoÉ)

Paralelamente, precisará de sustentação no Congresso Nacional, ou seja, da patota do centrão.

Bem-vindo ao Brasil real.

Leia também: Sérgio Moro anuncia exoneração e afirma que Bolsonaro quer controlar PF.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 10/01/2020 - 08:24h
Reflexão

“Política é escolher prioridades”

O conceito é do jurista e escritor, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Joaquim Falcão:

– “Política não é reconhecer necessidades. É escolher prioridades”.

Rosalba e Francisco: cada um no seu quadrado (Foto: arquivo)

Transferindo à realidade da política mossoroense esse entendimento, é fácil perceber o porquê de Mossoró está no fundo do poço, experimentando profundo atraso na gestão pública e desnutrição na qualidade de vida da enorme parcela do seu povo.

Para não irmos muito longe, basta identificarmos que o prefeito anterior – Francisco José Júnior – priorizou na municipalidade arrumar sua vida e de familiares. Atingiu pleno êxito.

A política em si e a gestão do município foram meios, não um fim.

Com Rosalba Ciarlini (PP), o quadrado é outro. Sua prioridade é político-eleitoral. Tudo é planejado e executado com esse foco, para dar continuidade ao poder local. E, por conseguinte, à bonança fechada que é comum à toda oligarquia.

É escasso se encontrar na governança municipal gente com espírito público e afeita a renúncias pessoais.

De chofre, citamos dois que vêm à memória e testemunhamos: Dix-huit Rosado e João Newton da Escóssia. Prefeitos diferenciados.

Não podemos esquecer Raimundo Soares de Souza, outro dessa plêiade.

Em 2020, outra vez o povo-gado (do patamar mais pobre à classe média) de Mossoró terá diante de si uma eleição caseira, com oportunidade para escolher o seu futuro. Mais uma chance para mudar sua direção ou se ajoelhar às tentações de sempre.

Empreguismo desenfreado, clientelismo chapa branca, promessas mirabolantes e populismo (tática baseada em discurso emocional e ações assistencialistas) vão estar de novo em evidência. Tudo como antes.

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