domingo - 08/10/2023 - 08:24h
Lançamento

“A Menina que Queria Ir à Guerra,” um livro em pacto com a vida

capaA jornalista mossoroense, Lúcia Rocha, estará lançando na próxima quinta-feira (12), Dia da Criança, o livro “A Menina que Queria Ir à Guerra,” a partir das 15 horas. Acontecerá no Açaí do Alto, na Praça da Convivência, Centro de Mossoró, numa tarde de lazer que promete entretenimento e cultura para a garotada e adultos.

A Menina que Queria Ir à Guerra tem ilustrações da artista plástica Yáscara Samara, e prefácio da blogueira paulistana e amiga da autora, Nurya Ribeiro Dahan, filha do médico best-seller, Lair Ribeiro. A capa e o projeto gráfico são assinados por Augusto Paiva.

O título é o primeiro na linha infantojuvenil da autora, com uma leitura leve para crianças acima de dez anos de idade e será comercializado a R$ 40,00 – quarenta reais. O livro sai com um projeto de cunho sócio cultural, que é reverter cada exemplar vendido em outro exemplar a ser doado para crianças carentes da rede pública de ensino. Lúcia Rocha dá palestras em escolas incentivando a leitura como mudança de destino para esse público, pois acredita que a leitura tem poder de transformação.

A Escola Municipal Celina Guimarães, no bairro Barrocas, será a primeira a ser beneficiada, endereço onde Lúcia Rocha tem se dedicado a palestrar para alunos, pais e mestres desde o início da Pandemia do Covid 19.

A Menina que Queria Ir À Guerra é o quinto livro autoral de Lúcia Rocha, que já escreveu mais de 20 biografias sob encomenda. A publicação em que trata da escolha  profissional desde cedo, assunto importante para pais e filhos.

A jornalista e escritora traz este assunto porque enfrentou várias barreiras para conseguir desenvolver seu talento na comunicação. Antes, porém, teve que cursar Ciências Sociais na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), para em seguida ingressar na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, concluindo o curso no final de 1990.

O enredo do livro é escrito na terceira pessoa e retrata também a trajetória da autora que, antes dos dez anos de idade, já havia decidido ser jornalista. Porém, não encontrou apoio, pelo contrário. O país vivia sob o Regime Militar e Lúcia Rocha enfrentou barreiras. Diziam-lhe que fosse ser professora porque a Ditadura estava prendendo, torturando, expulsando e até matando profissionais da imprensa.

Sempre se referindo a sua personagem como ‘a menina’, ela encontrou outros empecilhos, pois não vinha de família abastada e não havia curso de Jornalismo ofertado na cidade. Filha de uma educadora desquitada e única provedora de uma família com oito filhos, quais as chances de sair de casa para estudar numa capital?

Durante a adolescência, sentindo que a escola não prepara os alunos para o futuro, onde o mundo real os aguarda, a autora decidiu adotar estratégias que intitula de lições para ser a jornalista que imaginava ser um dia. No Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL) encontrou apoio numa atenta professora, Lourdinha Mendes, que observava seu texto fora da curva.

Mais sessões de autógrafoEscrita, escrever, texto, lápis, caneta, educação, ambiente virtual,

No sábado, dia 14, haverá sessão de autógrafos no Rust Café, no Centro de Mossoró, a partir das 9 horas;

Dia 21, um sábado, duas sessões de autógrafos na Livraria da Editora Ciranda Cultural, no primeiro piso do Midwail Mall, vizinho ao Banco do Brasil;

dia 23, uma segunda-feira, na Livraria Nobel, no Praia Shopping, em Ponta Negra;

No dia 28, sábado, no Rotary Club de Tibau.

A professora Lourdinha é um dos tantos personagens que conviveram ao longo do tempo relacionado pela autora.

Quando concluiu o curso, Lúcia Rocha conseguiu trabalho na maior cidade do país – São Paulo-SP – e alçou voo concorrendo com profissionais graduados nas melhores faculdades de São Paulo. Atuando nos bastidores com homens e mulheres de sucesso, capacitou-se e descobriu os segredos para chegar lá, assessorou e conviveu com os melhores profissionais em diversas áreas, inclusive, em nível internacional.

No livro, a autora incentiva o leitor a através da leitura de livros, decidir o quanto cedo sua profissão e a não desistir até conseguir, porque fazer o que ama é um dom, é algo para se conquistar a liberdade geográfica e financeira, além de gerar conhecimentos a serem compartilhados, como está fazendo com A Menina que Queria Ir à Guerra. Para a autora, a certeza e a fé em onde iria chegar nunca a deixou desistir.

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Categoria(s): Cultura / Gerais
sexta-feira - 17/12/2021 - 17:02h
História

Princesa – 40 anos – a revista em mãos

Revista é um documento impresso sobre a história e força de um sonho Foto: Canal BCS)

Revista é um documento impresso sobre a história e força de um sonho Foto: Canal BCS)

Em mãos, exemplar da revista comemorativa dos 40 anos da Princesa FM 90.9 do Assu.

Material de ótima qualidade, sob edição do professor-doutor e jornalista Carlos Guerra Júnior e projeto gráfico de Augusto Paiva.

A publicação tem 80 páginas, com confecção na Perfeita Gráfica e Editora, de Fortaleza-CE. Inicialmente, a tiragem será de duas mil unidades, com perspectiva de nova tiragem.

Obrigado ao diretor da Princesa, Lucílio Filho, pelo convite para assinar um dos textos e voltar a lembrar do grande Milton Marques de Medeiros.

Ave, Princesa!

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 25/12/2020 - 16:44h
Livro

“Não vou ser silêncio” será lançado segunda-feira, 28

Livro é o segundo do autor (Foto: divulgação)

Com o selo da Editora Sarau das Letras, Danielson Santos da Silveira vai lançar na próxima segunda-feira (28) o seu segundo livro. Graduado em engenharia têxtil, mas com incursões à produção cultura, o autor apresentará “Não vou ser silêncio“, às 16h, na loja da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), no Partage Shopping Mossoró.

Prefaciado pelo escritor e editor David Leite, o livro conta a história de José Batista dos Santos, o “Zé da Volta” (seu avô), de Maria do Socorro Rodrigues Santos, “Socorro da Volta” (sua tia), e da comunidade da Volta.

Não vou ser silêncio é um livro de memórias. Um resgate.

– “Foi-se o tempo em que as memórias de família ficavam restritas apenas a álbuns de fotografia. A ideia de desenvolver este livro é de preservar a história através de uma pesquisa histórica. Isso é uma tendência mundial que vem sendo cada vez mais utilizada aqui no Brasil. A preservação das histórias de famílias para as futuras gerações tem criado um novo nicho no mercado literário. Diante da nova realidade, o livro vem a atender a essa necessidade”, justifica.

A jornalista Lúcia Rocha colabora com a publicação, que tem ilustração de capa e contracapa de Nôra Aires, diagramação de Augusto Paiva, além de revisão de Carlos Adams.

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Categoria(s): Cultura
sexta-feira - 12/04/2019 - 13:38h
Romance

O novo livro de doutor João Paulo Gurgel

O cardiologista mossoroense João Paulo Gurgel de Medeiros está com novo livro quase batendo à nossa porta.

Dessa feita, é um romance em 260 páginas.

O título ele não adiantou ainda, mas a capa tem ilustração de Carlos Careca.

A diagramação (impecável, claro) será assinada por Augusto Paiva.

Aguardamos, doutor!

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Categoria(s): Cultura
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 28/08/2017 - 14:53h
Lançamento

Clauder Arcanjo fala sobre “Separação” em novo livro

Capa de "Separação"

“Separação”. Esse o título do mais novo livro do escritor Clauder Arcanjo, cearense adotado pelo Rio Grande do Norte e que fez morada em Mossoró.

Será lançado oficialmente no próximo dia 14 de setembro.

A noite de autógrafos está definida para as 18 horas, na sede da Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANL), em Natal-RN.

O livro traz um texto nas orelhas do acadêmico Nelson Patriota. O prefácio é do professor, crítico literário e membro da Academia Paraibana de Letras (APL), Hildeberto Barbosa Filho.

Na contracapa, uma saudação do escritor Don Fructuoso Mangas, de Salamanca (Espanha).

O projeto gráfico é de Augusto Paiva, com desenhos e pinturas de João Helder e Careca.

A publicação é outro trabalho da Editora Sarau das Letras.

O autor desfia uma série de contos que justificam “Separação”. Segundo Nelson Patriota, Arcanjo “nos oferece seu rico repertório de causos relativos aos desacertos do amor”.

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Categoria(s): Cultura
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