quinta-feira - 14/05/2015 - 15:32h
Medida Provisória (MP) 664

Veja como deputados do RN votaram pensão e auxìlio doença

Seguindo orientação do Governo Dilma Rousseff (PT), a maioria da Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (13), por 277 votos a 178 e uma abstenção, o texto-base da Medida Provisória (MP) 664.

Como já postamos hoje (veja AQUI), a matéria muda regras de acesso à pensão por morte e normas do auxílio doença. A MP faz parte do pacote de ajuste fiscal do Governo Federal, que serviria para equilibrar as contas públicas.

Você sabe como votou cada parlamentar do RN?

Quem foi a favor ou contra essa supressão de direitos anteriormente estabelecidos?

Veja abaixo:

Fábio Faria (PSD) – Sim;
Antônio Jácome (PMN) – Não;
Rafael Motta (PROS) – Sim;
Rogério Marinho (PSDB) – Não;
Beto Rosado (PP) – Não votou;
Walter Alves (PMDB) –  Sim;
Zenaide Maia (PR) – Sim;
Felipe Maia (DEM) – Não.

Veja mais detalhes AQUI.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 14/05/2015 - 07:12h
Câmara dos Deputados

Ajuste Fiscal muda auxílio doença e pensão

Do portal Terra

A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (13), por 277 votos a 178 e uma abstenção, o texto-base da Medida Provisória (MP) 664, que muda regras de acesso à pensão por morte e normas do auxílio doença. A MP faz parte do pacote de ajuste fiscal da presidente Dilma Rousseff adotado para equilibrar as contas públicas.

O plenário ainda precisa votar destaques e emendas que podem alterar o texto.

Pelo texto aprovado pelos deputados, será exigida a contribuição de no mínimo um ano e meio à Previdência Social, além de dois anos de comprovação de união estável ou casamento, para ter acesso ao benefício. Essas regras que não existiam na legislação anterior. A MP também altera o tempo de duração da pensão, de acordo com a idade do cônjuge.

Durante a divulgação do resultado, houve confusão nas galerias do plenário. Dois manifestantes da Força Sindical abaixaram as calças e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), precisou suspender a sessão para retirar os manifestantes. “PT, ladrão, roubou minha pensão”, gritaram. Antes, deputados que levantavam uma faixa contra o partido se envolveram em um empurra-empurra no plenário.

Na legislação anterior, a pensão era vitalícia em qualquer caso. Já a MP estipula que a concessão do benefício varia de acordo com a idade do companheiro do segurado.

A pensão só passará a ser vitalícia caso a viúva(o) do segurado (a) tenha mais de 44 anos. Com menos de 21 anos, a pensão só duraria três anos.

Indústria da viuvez

Para a oposição, o governo mexe nos direitos trabalhistas. Para o governo, a medida provisória serve para corrigir distorções e acabar com a “indústria da viuvez” no Brasil.

“O cidadão tem 63 anos, casa com uma jovem de 25 anos. Amanhã esse cidadão vem a morrer, essa jovem vai receber pensão pelo resto da vida. Isso não é correto”, discursou Silvio Costa (PSC-PE), vice-líder do governo.

No Congresso, o relator Carlos Zarattini (PT-SP) flexibilizou as regras editadas por Dilma na medida provisória. Ele reduziu o tempo mínimo de contribuição de 24 para 18 meses, além de alterar as faixas etárias para definir o tempo de pensão. O relatório do petista também incluiu a previsão de quatro meses de pensão temporária a quem não cumprir o tempo de casamento ou a carência mínima.

Auxílio doença

A medida provisória também muda regras do auxílio doença. Na legislação anterior, o INSS pagava o benefício a partir do 16º dia de afastamento. Agora, a empresa terá que arcar com o pagamento do salário do empregado afastado até o 30º dia. O benefício corresponde a 91% do salário até a média dos últimos 12 salários.

Como fica a duração das pensões, de acordo com a MP:

Cônjuge com menos de 21 anos: três anos de duração
21 a 26 anos: seis anos de duração
27 a 29 anos: dez anos de duração
30 a 40 anos: 15 anos de duração
41 a 43 anos: 20 anos de duração
Mais de 44 anos: vitalícia

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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sexta-feira - 23/01/2015 - 18:44h
Empregos e direitos

Trabalhadores se mobilizam contra o Governo Dilma Rousseff

Com objetivo de cobrar do Governo Dilma Rousseff (PT) a revogação das medidas anunciadas pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, em 29 de dezembro, as centrais sindicais brasileiras resolveram ir à luta. Construíram um calendário unitário de lutas.

Elas vão realizar um Dia Nacional de Mobilizações em Defesa de Empregos e Direitos, marcado para o dia 28 de janeiro; e a grande Marcha da Classe Trabalhadora, prevista para o dia 26 de fevereiro.

Em Nota conjunta, asseveram que “as centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB – vêm a público manifestar sua posição contrária às duas Medidas Provisórias do Governo Federal (MP 664 e MP 665) editadas na virada do ano, sem qualquer consulta ou discussão prévia com a representação sindical dos trabalhadores e trabalhadoras que, em nome de “corrigir distorções e fraudes”, atacam e reduzem direitos referentes ao seguro-desemprego, abono salarial (PIS-Pasep), seguro-defeso, auxílio-reclusão, pensões, auxílio-doença e, ainda, estabelece a terceirização da perícia médica para o âmbito das empresas privadas.

Destacam que as medidas acabam criando “novas barreiras para o acesso aos benefícios da Previdência e do Fundo do Amparo ao Trabalhador, como pensão por morte e seguro-desemprego”.

No total, as novas regras atingem cinco benefícios: o auxílio-doença, a pensão por morte, o seguro-defeso, o abono salarial e o seguro-desemprego.

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