segunda-feira - 09/06/2025 - 13:24h
Escoamento e processamento

Brava anuncia parceria e venda de 50% de infraestrutura de gás natural

CEO da BRAVA Energia, Décio Oddone mostra necessidade do negocio (Foto: Brava)

CEO da Brava Energia, Décio Oddone mostra necessidade do negócio (Foto: Brava)

A Brava Energia anunciou a assinatura de contrato com a PetroReconcavo para a parceria envolvendo a venda de 50% da infraestrutura de escoamento e processamento de gás natural na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, e definição de compromissos de suprimento de gás entre as empresas. A operação no estado não sofrerá alterações e permanecerá sendo tocada pela Brava.

“O contrato firmado com a PetroReconcavo é fruto de um esforço direcionado à otimização da performance e ao máximo aproveitamento dos ativos de infraestrutura. O propósito fundamental dessa parceria é alcançar uma maior eficiência operacional, reduzindo os custos envolvidos na operação”, afirma o CEO da Brava Energia, Décio Oddone.

Na visão do executivo, o negócio é uma maneira de fortalecer e ampliar a confiabilidade tanto da produção quanto do escoamento do gás natural e de seus derivados. “É um exemplo do que pode ser feito para otimizar a operação no onshore brasileiro”, completa.

O valor total da transação é de US$ 65 milhões, sendo 10% pagos na assinatura, 25% pagos em até 10 dias úteis contados após a aprovação da transação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), 50% no fechamento da transação, contingente à conclusão de condições precedentes, e 15% restantes de forma fracionada, de acordo com etapas do processo de transferência imobiliária.

O acordo firmado inclui 50% das Unidades de Processamento e Gás Natural II e III, do gasoduto de escoamento Livramento/Guamaré e das esferas de Gás Natural Liquefeito, ativos que compõem a infraestrutura de escoamento e processamento de gás natural localizada no Ativo Industrial de Guamaré.

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sexta-feira - 14/06/2024 - 09:41h
Economia

Cadeia do petróleo está superaquecida no Rio Grande do Norte

Setor privado ocupa espaço após desinvestimento da Petrobras (Foto: Arquivo)

Setor privado ocupa espaço após desinvestimento da Petrobras (Foto: Arquivo)

Está superaquecida a cadeia de petróleo no RN.

Já existe disputa pela contratação de mão de obra – algo que não existia há muitos anos – com a chegada de novas empresas à exploração, mais investimentos e serviços agregados.

Retorno da Azevedo & Travassos (veja AQUI), venda de sete concessões de campos da Petroreconcavo para a Mandacaru Energia e outros negócios estão inflando o meio circulante de Mossoró e demais municípios na Bacia Potiguar.

Setor privado ocupa espaço após desinvestimento da Petrobras, abrindo caminho à exploração dos denominados campos maduros.

Depois traremos mais informações.

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terça-feira - 09/04/2024 - 22:44h
Exploração

Petrobras descobre petróleo em águas ultra profundas da Bacia Potiguar

Localização da reserva em águas em alto mar (Reprodução)

Localização da reserva em águas em alto mar (Reprodução)

A Petrobras descobriu uma acumulação de petróleo em águas ultra profundas da Bacia Potiguar, no poço exploratório Anhangá, da Concessão POT-M-762_R15. O poço 1-BRSA-1390-RNS (Anhangá) está situado próximo à divisa entre os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, a cerca de 190 km de Fortaleza e 250 km de Natal, em profundidade d’água de 2.196 metros, na Margem Equatorial brasileira.

Esta é a segunda descoberta na Bacia Potiguar em 2024 e foi precedida pela comprovação da presença de hidrocarboneto no Poço Pitu Oeste, localizado na Concessão BM-POT-17, a cerca de 24 km de Anhangá. Tais descobertas ainda merecem avaliações complementares. A Petrobras é a operadora de ambas as concessões e detém 100% de participação.

As atividades exploratórias na Margem Equatorial representam mais um passo no compromisso da Petrobras em buscar a reposição de reservas e o desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.

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sábado - 23/12/2023 - 23:22h
Petróleo e gás

Petrobras retoma pesquisa com perfuração do poço Pitu Oeste (RN)

Trabalhos começam a cerca de 53 km no litoral do RN (Foto: Agência Petrobras)

Trabalhos começam a cerca de 53 km da costa do RN (Foto: Agência Petrobras)

A Petrobras iniciou, neste sábado (23/12), a perfuração do poço de Pitu Oeste (RN), que marca a retomada da pesquisa da companhia por óleo e gás na Margem Equatorial, região que se estende pelo litoral brasileiro do estado do Rio Grande do Norte ao Amapá. A perfuração do poço, na concessão BM-POT-17, localizada a 53 quilômetros da costa do Rio Grande do Norte, levará de 3 a 5 meses.

Por meio do poço de Pitu Oeste, a Petrobras obterá mais informações geológicas da área, o que permitirá a confirmação da extensão da descoberta de petróleo já feita, em 2014, no poço de Pitu.

A Petrobras recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em outubro deste ano, a licença de operação para a perfuração de dois poços de pesquisa de óleo e gás, em águas profundas na Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira. No âmbito da mesma licença ambiental, a companhia pretende perfurar o poço Anhangá, na concessão POT-M-762, localizada a 79 km da costa do estado do Rio Grande do Norte, próxima ao poço Pitu Oeste.

“A Petrobras pretende contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da região, sem esquecer da importância em fazer parte dos esforços para promover a segurança energética nacional. A Margem Equatorial será um ativo importante até para a sustentabilidade global”, declarou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.

Se for confirmada a viabilidade econômica da concessão, será necessário conceber e desenvolver toda a estrutura operacional para a produção e será preciso realizar um novo processo de licenciamento ambiental específico para a etapa de produção.

No Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras está previsto o investimento de US$ 3,1 bilhões para pesquisa de óleo e gás na Margem Equatorial, onde a companhia planeja perfurar 16 poços nesse período.

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terça-feira - 09/08/2022 - 17:26h
Gente

Ex-coordenador da Petrobras em Mossoró volta à atividade na região

Honfi pertenceu aos quadros da Petrobras (Foto: redes sociais)

Honfi pertenceu aos quadros da Petrobras (Foto: redes sociais)

Quem está de volta a Mossoró e região, novamente fuçando petróleo, é o engenheiro Evaldo Honfi.

Atua na iniciativa privada há tempos, após aposentadoria dos quadros da Petrobras.

Ele foi coordenador da base da estatal em Mossoró no início dos anos 80.

Foram os primeiros anos do desbravamento e exploração em larga escala de petróleo, na denominada Bacia Potiguar.

O novo ‘boom’ do petróleo em terra o traz no encalço dessa riqueza explorada nos denominados campos maduros.

Concessões

Concessões de áreas de produção terrestres e de águas rasas localizados na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, atraem investimentos bilionários para os próximos anos.

A produção média do Polo Potiguar de 2021 foi de 20,6 mil barris de óleo por dia (bpd) e 58,1 mil m³/dia de gás natural.

Sucesso (novamente).

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sábado - 29/01/2022 - 20:00h
Economia

Redepetro prevê aumento de 30% na produção onshore potiguar

Compra de 22 concessões na Bacia Potiguar pela 3R Potiguar S/A eleva expectativas no setor

A conclusão da venda de ativos da Petrobras no Rio Grande do Norte, com a compra de 22 concessões na Bacia Potiguar pela 3R Potiguar S/A, eleva as expectativas de reaquecimento do onshore (produção em terra) no Estado. Segundo a Redepetro RN, entidade que congrega empresas fornecedoras de bens e serviços do setor, a operação pode significar acréscimo de até 30% na produção de petróleo no estado, a médio e longo prazos. Atualmente, são produzidos cerca de 23 mil barris/dia.

Clara Camarão faz parte do negócio bilionário no setor petrolífero (Foto: Petrobras)

Clara Camarão faz parte do negócio bilionário no setor petrolífero (Foto: Petrobras)

A expectativa, segundo o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, tem como base a reativação dos poços paralisados e a manutenção dos demais. Ele lembra ainda que também devem ser levadas em consideração experiências exitosas em outros campos já repassados à iniciativa privada pela Petrobras, como Riacho da Forquilha (Região Oeste), onde, em apenas dois anos de operação, a Potiguar E&P elevou em 70% a produção.

“Pela experiência dos campos vendidos, é possível ampliar a produção, sim. Particularmente, acredito que, só reativando os poços paralisados e feita manutenção nos demais, a produção tende a aumentar em 30%. Claro que isso não ocorrerá da noite para o dia. Só vamos conseguir ter uma real noção da negociação seis meses depois de os novos operadores assumirem. Mas estamos otimistas. Há anos, a Petrobras vinha desinvestindo no RN, e a negociação é muito positiva para a cadeia produtiva”, analisa.

Negócio bilionário

A área vendida pela Petrobras a 3R Potiguar, subsidiária integral da 3R Petroleum Óleo e Gás S/A, denominada de Polo Potiguar, comporta os campos de Canto do Amaro, Estreito, Alto do Rodrigues, além da Refinaria Clara Camarão, Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Guamaré, Termoaçu e todas as linhas de dutos dentro desses ativos. O valor da negociação, concluída nesta sexta-feira, 28, é de US$ 1,38 bilhão de dólares.

A produção de petróleo em campos maduros por operadores independentes, no Rio Grande do Norte, registra tendência de crescimento, especialmente a partir de 2019.

Em dois anos, a produção de petróleo no segmento aumentou 300%, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). Os chamados produtores independentes, que hoje operam campos maduros comprados da Petrobras, já respondem por mais de 40% da produção do Estado.

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terça-feira - 25/08/2020 - 22:26h
Economia

Redepetro diz que saída da Petrobras é virada no mercado

Dias: há futuro (Foto: reprodução BCS)

Anunciada nessa segunda-feira (24) pela Petrobras, a venda do Polo Potiguar reaquecerá a atividade de petróleo e gás no Rio Grande do Norte. A avaliação é da Associação Redepetro RN, que congrega empresas do setor.

Segundo a entidade, a negociação provocará reviravolta no mercado: substituirá o desinvestimento da Petrobras por aportes da iniciativa privada.

A Petrobras iniciou processo para venda da totalidade de suas participações em um conjunto de 26 concessões de campos de produção terrestres e de águas rasas no Rio Grande do Norte, que formam o Polo Potiguar. O ativo compreende os subpolos Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana, com 23 concessões terrestres e três marítimas.

Também inclui acesso a infraestrutura de processamento, refino, logística armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural.

A companhia destacou que está incluída na transação a refinaria Clara Camarão, localizada no município de Guamaré, que possui capacidade instalada de refino de 39,6 mil barris de petróleo por dia.

Novo cenário

O presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, avalia que a venda consolidará nova realidade da bacia potiguar, iniciada com a negociação de 46 concessões, a qual movimentou cerca de R$ 2,1 bilhões, em sete meses.

“A saída da Petrobras não significa o fim da atividade petrolífera no RN. Pelo contrário. Trará oportunidades para toda a cadeia produtiva”, observa. Dias cita o exemplo do campo Riacho da Forquilha, em Mossoró, recentemente adquirido pela empresa Potiguar E&P.

“Em apenas seis meses após assumir o campo, a produção aumentou 30%”, lembra. Esses e outros números, segundo ele, transformaram o Rio Grande do Norte em referência nacional em revitalização de campos terrestres (onshore).

Virada no mercado

“A decisão da Petrobras não é um revés, mas uma virada no mercado. No lugar de uma petrolífera sem interesse de investir, chegarão empresas de grande porte, decididas a novos investimentos”, avalia.

Essas grandes corporações – observa – contratarão mão de obra, sublocarão empresas menores, comprarão no comércio local, enfim, movimentarão a cadeia. “O que a Petrobras precisa esclarecer – adverte Gutemberg Dias – é se a venda do polo será única ou fracionada”.

“Seria interessante que várias empresas comprassem o ativo potiguar, porque novos entrantes gerariam mais negócios. Nossa ressalva é que haja pluralidade para dinamização do negócio, e não a venda de todo o polo para uma única empresa”, pondera.

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domingo - 05/07/2020 - 10:32h
Riacho da Forquilha-RN

Polo elevou em 30% produção de petróleo na pandemia

Por Ancelmo Góis (O Globo) e Blog Carlos Santos

A PetroRecôncavo comprou da Petrobras os campos incluídos no Polo Riacho da Forquilha, no Rio Grande do Norte, em dezembro passado. Produziam, à época, 5.800 barris por dia.Quinta passada, bateu recorde de produção, com 30% a mais do gerado no fim de 2019.

Em seis meses, mesmo com o coronavírus, deu para mostrar que o olho do dono engorda o boi.

Nota do Blog Carlos Santos – Os denominados campos maduros desse setor estão em produção há mais de 40 anos, com ampla dispersão geográfica.

Estão localizados a cerca de 40 km ao sul da cidade de Mossoró-RN. Foram reunidos em um único pacote denominado Polo Riacho da Forquilha, quando houve venda por parte da Petrobras em 2019.

Em relação à nota de Ancelmo Góis, a empresa em atuação é a Potiguar E&P – uma subsidiária da Petroreconcavo S.A. Ficou em segundo lugar no leilão em 2018. A empresa compradora apresentou a segunda melhor oferta do processo competitivo e foi selecionada após a desclassificação da 3R Petroleum.

O valor total da transação à época foi de US$ 384,2 milhões – ou R$ 1,5 bilhão.

SAIBA MAIS

Leia também: Empresa vencedora de leilão não vai mais explorar campos maduros;

Leia também: Empresa que explorará campos maduros terá endereço em Mossoró;

Leia também: ANP autoriza cessão de campos maduros à Potiguar E&P.

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terça-feira - 10/12/2019 - 05:54h
Petróleo

Petrobras conclui venda de 34 campos na Bacia Potiguar

Por Douglas Corrêa (Agência Brasil)

A Petrobras concluiu hoje (9) a venda de sua participação em 34 campos de produção terrestres na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, para a Potiguar E&P S.A, subsidiária da Petrorecôncavo S.A.

Em nota, a companhia informou que a operação foi concluída com o pagamento de US$ 266 milhões para a Petrobras, após o cumprimento de todas as condições precedentes e ajustes previstos no contrato.

A grande aposta é numa virada da produção terrestre com abertura para setor privado (Foto: divulgação)

A companhia já havia recebido US$ 28,8 milhões a título de depósito em 25 de abril, quando houve a assinatura do negócio, e haverá o pagamento de US$ 61,5 milhões condicionado à obtenção da extensão do prazo de concessão de 10 das 34 concessões.

“Estamos felizes ao fim desse processo tão importante para a carteira de desinvestimentos da Petrobras. Esses 34 campos no Rio Grande do Norte vão fomentar a indústria de exploração e produção em terra, enquanto a Petrobras foca em águas profundas e ultraprofundas, onde tem diferencial competitivo”, disse a gerente executiva de Gestão de Portfólio da Petrobras, Ana Paula Saraiva.

Desinvestimento

Para o diretor executivo da Petrorecôncavo, Marcelo Magalhães, a aquisição é um marco para o setor:

“Para a Petrorecôncavo, a aquisição do Polo Riacho da Forquilha é um momento histórico. É o primeiro polo dentro do projeto de – desinvestimento da Petrobras em terra, no Rio Grande do Norte, um marco divisório para uma nova indústria onshore. Estamos certos de que será um sucesso e abrirá o caminho para que outras operadoras venham e a gente possa retomar os investimentos no Nordeste.”

Os 34 campos produziram em média 5,8 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2019. Todas as concessões são 100% Petrobras, com exceção dos campos de Cardeal e Colibri, onde a Petrobras detém 50% de participação, tendo a Partex Brasil Ltda. com 50%, e dos campos de Sabiá da Mata e Sabiá Bico-de-Osso, onde a Petrobras tem 70% de participação, e a Sonangol Hidrocarbonetos Internacional do Brasil Ltda., 30%.

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quarta-feira - 29/05/2019 - 07:38h
Economia

Petrobras promete investir R$ 792 milhões no RN em 2019

Em reunião na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), a governadora Fátima Bezerra (PT) conseguiu a garantia de que a Petrobras vai investir US$ 198 milhões (R$ 792 milhões em cotação de hoje) no Rio Grande do Norte de um total de U$ 668 milhões (R$ 2,6 bilhões) que é o  estimado para 2019 na Bacia Potiguar.

O valor é quatro vezes maior que o investido no ano passado.

Fátima e o presidente da Petrobras posam ao lado de outros participantes da reunião (Foto: assessoria)

A garantia foi dada à governadora pelo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que confirmou que a estatal manterá presença em cerca de 60% dos campos terrestres e com previsão de investimentos na Refinaria Clara Camarão, em Guamaré.

O objetivo da reunião foi discutir quais os planos de investimento da empresa no Rio Grande do Norte nos próximos anos.

Participantes

“A audiência foi muito positiva, na medida em que viemos conversar com o presidente sobre a presença da Petrobras no Rio Grande do Norte, partindo do princípio de que ela desempenha um papel muito importante na promoção do desenvolvimento social e econômico do estado”, ressaltou Fátima.

Também participaram da audiência o deputado federal João Maia (PR), a diretora da Companhia Potiguar de Gás (POTIGÁS), Marina Melo, bem como o secretário de Planejamento e Finanças Aldemir Freire.

Ao final da reunião, a governadora convidou o presidente da Petrobras a visitar o RN e a participar de uma reunião com o Fórum de Governadores do Nordeste.

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domingo - 22/04/2018 - 04:58h

Retomada do emprego em setor cimenteiro só em 2019

Por Josivan Barbosa

A indústria cimenteira tem expectativa de reverter a rota de queda do consumo no mercado brasileiro na virada do segundo para o terceiro trimestre. O setor enfrenta uma profunda retração nas vendas – e nos preços do produto – desde o fim de 2014.

A expectativa é fechar o ano com aumento de 1% a 2% no volume de vendas sobre as 53,6 milhões de toneladas de 2017. O desempenho do ano passado registrou retração de 6,7% frente ao volume vendido em 2016.

Com uma queda acumulada de 24,5% no período 2015-2017, a capacidade ociosa do parque industrial cimenteiro do país está na faixa de 47%.

Em termos regionais, a recuperação da indústria cimenteira pode devolver a Mossoró e região parte do empregos que era gerada pela indústria do petróleo. Há três fábricas instaladas próximas à Mossoró, sendo que duas ainda não operam com a capacidade máxima.

Saque do PIS/Pasep será liberado para todos

A decisão de autorizar o saque em todas as contas do PIS/Pasep tem apoio de grande parte do governo, que considera que os impactos serão positivos para a economia sem descapitalizar totalmente o fundo.

O relator da MP, senador Lasier Martins (PSD-RS) já recebeu sinal verde do Planalto para incluir esse aditivo. Há apenas uma trava, incluída no projeto, de que os saques para quem tem menos de 60 anos deverão ocorrer até 29 de junho de 2018, prazo que pode ser prorrogado até 28 de setembro se for de interesse do Executivo. Após essa data, os saques voltariam a ficar restritos a quem tem mais de 60 anos (ou 70 anos, caso a MP não seja aprovada).

Para valer a nova regra dos saques liberados para todos os cotistas, a MP terá que ser aprovada ainda pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado até 1º de junho. As perspectivas para isso são favoráveis: a proposta é pouco polêmica, tem a simpatia da população e apoio da base do governo e da oposição (o presidente da comissão era do PT).

Esses dois fundos são compostos por contribuições dos trabalhadores até 1988, quando, com a nova Constituição, foram suspensos os aportes e direcionados para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Saque do FGTS

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou projeto que permite o saque da conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mesmo em caso de pedido de demissão do próprio trabalhador. A proposta segue para análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Atualmente a legislação permite a movimentação da conta vinculada em 18 situações distintas, com destaque para a demissão sem justa causa e aposentadoria.

FGTS como garantia de consignado

Pelo acordo firmado entre governo, Febraban e ABBC, os testes para realização de crédito consignado com garantia do FGTS seriam iniciados em maio para que, no início do segundo semestre, esteja disponível aos trabalhadores.

Bacia potiguar em oferta permanente da ANP

A diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP) aprovou a inclusão, no Primeiro Ciclo da Oferta Permanente de Áreas, dos 46 blocos não arrematados na 15ª Rodada de Licitações, realizada em 29 de março. O Primeiro Ciclo, que previa 838 áreas em 12 bacias, passará a contar com 884, em 15 bacias sedimentares, somando 345.882,88 quilômetros quadrados.

Os 46 blocos estão localizados nas bacias de nova fronteira de Parnaíba (8) e Paraná (13) e nas bacias marítimas de Ceará (11), Potiguar (6), Sergipe-Alagoas (5) e Santos (3). Dessas bacias, somente Ceará e a porção marítima da Bacia Potiguar não estavam incluídas na proposta inicial para o Primeiro Ciclo da Oferta Permanente.

Mossoró e o RN precisam ir à Caucaia

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mossoró (e a do RN) precisa reunir uma comitiva e conhecer o projeto de aproveitamento do biogás do aterro sanitário de Caucaia e os detalhes burocráticos da parceria da prefeitura com a empresa que faz a exploração e comercialização.

A empresa é a Ecometano que inaugurou durante a semana a sua segunda usina no país, em Fortaleza (CE). Fruto de investimentos de R$ 100 milhões, em parceria com a Marquise Ambiental, que administra o aterro Oeste de Caucaia, a nova unidade é a primeira em larga escala da companhia, que traça planos para construir mais três projetos no país.

O modelo de negócios difere da maioria dos projetos de biogás do país: ao invés de usar o combustível para geração elétrica, a companhia purifica o biogás, que é então convertido em biometano – produto com as mesmas características físico-químicas do gás natural – e, em seguida, injeta o combustível nas redes das distribuidoras de gás canalizado.

A Ecometano tem planos de atingir, em até quatro anos, uma produção de 250 mil m3/dia de biometano – volume equivalente a todo o consumo de gás natural do Rio Grande do Norte.

Despesas dos municípios com saúde vão ao limite

Os dados do governo mostram que o período de recessão elevou a aplicação de recursos na saúde, principalmente pelos municípios. A aplicação de recursos da União na área somou R$ 115 bilhões em 2017, 0,7 ponto percentual acima dos 15% de receita corrente líquida, o mínimo estabelecido para o governo federal na saúde. Os Estados destinaram R$ 65,6 bilhões para a saúde, o equivalente, em média, a 13,4% da receita própria e 1,4 ponto percentual acima do mínimo constitucional de 12%.

Os municípios aplicaram no ano passado valor maior que os Estados, tanto em termos absolutos como relativos. As prefeituras destinaram R$ 81,75 bilhões à saúde no ano passado, o equivalente a 24,22% da receita própria, 9,22 pontos percentuais acima do mínimo de 15%.

Cartões de crédito

A agenda do BC em relação aos cartões de crédito é composta por três vetores: a migração para um modelo com prazo de liquidação mais curto para o estabelecimento comercial, hoje ao redor dos 30 dias; taxas de juros mais baixas para o consumidor; e a redução na taxa de intercâmbio – paga pelo credenciador ao emissor do cartão.

Pagamentos com cartão

O Banco Central (BC) vai autorizar um modelo de pagamentos instantâneos no Brasil. É ponto central que as transferências possam ser feitas a qualquer momento e no formato que o usuário desejar, primordialmente por meio dos smartphones. Com isso, uma pessoa poderia enviar dinheiro de sua conta corrente para o cartão de crédito de outra a qualquer hora, inclusive no fim de semana.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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quarta-feira - 27/09/2017 - 11:37h
Hoje

Leilão de petróleo e gás é fracasso para Rio Grande do Norte

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realiza na manhã de hoje (quarta-feira, 27) no Hotel Windsor no Rio de Janeiro, a sua 14ª rodada de licitações de petróleo e gás, abrindo caminho à exploração por empresas privadas nacionais e estrangeiras. Nesta rodada, são ofertados 287 blocos de exploração, divididos em 29 setores de 9 bacias sedimentares.

Os chamados blocos terrestres em oferta na “Bacia Potiguar” não despertaram maior interesse. Ao todo, a Bacia Potiguar tem 62 blocos terrestres em oferta. Ela está localizada exatamente no Rio Grande do Norte.

RN tinha 62 blocos na licitação promovida pela ANP (Foto: arquivo)

Os bônus de assinatura mínimos dos blocos da Bacia Potiguar variavam entre R$ 30,8 mil e R$ 207 mil.

Apenas um dos quatro setores apresentados na bacia recebeu oferta. Ou seja,  um grande fracasso.

Houve oferta para o setor SPOT-T4 da Bacia Potiguar.

Ativos exploratórios

Oferta foi apresentada pela Geopark Brasil Exploração e Produção de Petróleo e Gás Ltda., com bônus de R$ 412 mil, que arrematou os 54 blocos do setor SPOT-T4. A empresa, que também atua em diversos países da América Latina, detém nove ativos exploratórios no Brasil.

No Brasil, a companhia adquiriu há alguns anos o controle de cinco blocos na Bacia Potiguar e dois no Recôncavo Baiano.

Nenhuma oferta foi apresentada para o SPOT-T5 da Bacia Potiguar. Os setores SPOT-T1B e SPOT-T2 da Bacia Potiguar também não receberam nenhuma oferta.

Nenhuma oferta foi apresentada para o primeiro setor da Bacia Potiguar, que é classificada como madura. Também não foi apresentada nenhuma oferta para o segundo setor da Bacia Potiguar, que já foi densamente explorada.

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domingo - 03/07/2016 - 05:48h

Operadoras independentes e campos maduros da Bacia Potiguar

Por Gutemberg Dias

A Bacia Potiguar como produtora de petróleo ainda tem uma grande importância no cenário nacional. Até poucos anos essa bacia se destacava como a maior produtora de petróleo em terra no âmbito nacional, superando a produção da Bacia do Recôncavo e Bacia Sergipe-Alagoas.

A Petrobras desde a década de 1970 vem sistematicamente desenvolvendo pesquisas e, sobretudo, explorando petróleo em terras potiguares. Sempre com maior foco na produção terrestre. Vale salientar que campos petrolíferos em águas continentais também fazem parte do portfólio da estatal na Bacia Potiguar, passando a ter uma maior relevância a partir da descoberta do campo de Pitú.

Com a descoberta do pré-sal criou-se um viés no processo de exploração e produção do petróleo, principalmente, no tocante aos rumos traçados pelo maior operador no Brasil, no caso a Petrobras.

Um fato importante é a média de produção de um poço no pré-sal que chega 30 mil/dia contra uma produção de um poço terrestre de 20 barris/dia. Naturalmente, pelo grau de desafio e aporte financeiro, bem como, pela expressiva produção, a Petrobras passou a reordenar os seus investimentos em relação ao campos terrestres.

Nesse compasso a Petrobras divulgou recentemente que almeja se desfazer de alguns ativos, estando incluídos muitos campos em terra, chegando a uma soma de mais de US$ 4,11 bilhões apenas em ativos de E&P. Salienta que esse esforço tem o objetivo da empresa se capitalizar e, sobretudo, focar suas operações nos ativos onde há elevada produtividade, como acontece nos campos do pré-sal.

No Rio Grande do Norte várias empresas independentes já estão sediadas e com operação ativa, dentre elas podemos citar a Petrogal, Petrosynergy, Partex, Sonangol, UTC Petróleo e Gás entre outras.

Além dessas, outras empresas passaram a ter interesse na Bacia Potiguar como a Imetame, Phoenix e Geopark que adquiriram blocos isoladamente no último leilão da ANP ocorrido em 2015.

Com base em dados da ANP, tendo como referencia o ano de 2015, observa-se que a produção “onshore” foi de 16.164.494 barris/ano. Fazendo uma relação do montante da produção no estado executado pelas operadoras independentes, observa-se que apenas 3,52% foi produzido por esse segmento, perfazendo um total de 568.985 barris/ano.

Atualmente a Bacia Potiguar tem treze operadoras independentes com um total de 25 campos de produção (ANP). Vale destacar que três campos desses são “ofshore” e oito “onshore” em parceria com a Petrobras.

Dentre essas operadoras destacam-se quatro que sobressaem em relação ao total produzidos por elas em 2015. Podemos citar a Sonangol (45,06%), Partex (26,48%), UTC (12,30%) e a Petrogral (11,06%), já as demais empresas não ultrapassam o percentual individual de 3%, ou seja, apresentando uma baixíssima produção.

Um dado importante que corrobora para uma baixa produção é que muitos desses campos adquiridos em leilões estão situados em bacias maduras que foram muito bem mapeadas pelos estudos desenvolvidos pela Petrobras, fato que termina por limitar a possibilidade de novas descobertas com grande potencial comercial.

O movimento das empresas e da Frente de Petróleo e Gás no Congresso, diante do cenário expõe uma articulação para que a Petrobras coloque no mercado parte dos ativos terrestres, no intuito de criar subsídios para o desenvolvimento da produção dos operadores independentes, notadamente, com o discurso da redução dos custos de produção e, consequentemente, aumento do potencial produtivo dos campos maduros.

A ABPIP – Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás defende que as empresas “precisam ter um nível de risco mais compatível com as atividades de Produção do que de Exploração”, isso com base, principalmente, no porte das mesmas, já que tendem a ser de pequeno a médio. Dessa forma, o mercado, segundo a associação, se abriria para um cabedal de empresas com capital para investir na cadeia de petróleo e gás.

Ainda, a ABPIP destaca que em países (Canadá, EUA e Colômbia) com tradição de produção terrestre, onde as empresas de maior porte (majors) como a Petrobras, tem altos custos para desenvolver poços de baixa produção, milhares de operadores de pequeno porte vem tendo bons resultados em termos de evolução da produção com, consequente, geração de riquezas.

De um modo geral acredito que existe espaço para a ampliação da relevância da participação dos pequenos operadores na cadeia de petróleo e gás no estado do Rio Grande do Norte.

Porém, é preciso ter uma ideia que isso deverá trazer resultados positivos como a geração de mais empregos, aquecimento da cadeia de fornecedores, principalmente, as micro e pequenas empresas, bem como, o incremento de divisas a partir do recolhimento de impostos e geração de royalties.

É verdade, também,  para que isso ocorra é necessário que haja uma reengenharia que envolva vários aspectos como a revisão da legislação ambiental, critérios legais que garantam os investimentos mínimos por parte dos operadores independentes, estabelecimento de cenários com base no aumento real de produção mantendo as condições do ambiente de trabalho de hoje e, sobretudo, que haja uma disponibilização de uma rede de energia elétrica estável e confiável que possa atender a expansão da malha de produção.

Sendo assim, considero um grande desafio e uma grande oportunidade para a revisão da cadeia de petróleo e gás no estado, sendo necessário para tanto, o envolvimento  dos setores produtivos, o poder público e a sociedade civil organizada para se estabelecer um novo marco de produção para as bacias maduras e, especificamente, a Bacia Potiguar que tem na produção de petróleo e gás uma grande fonte de riqueza para o estado do Rio Grande do Norte e os municípios produtores.

Gutemberg Dias é presidente da Associação Redepetro RN

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Categoria(s): Artigo
quinta-feira - 18/06/2015 - 14:36h
Primeira mão

Dinossauros são descobertos na Bacia Potiguar

Uma novidade científica em breve deverá ganhar repercussão nacional e até internacional. Foram encontradas provas fósseis de dinossauros na chamada “borda” da Bacia Potiguar (//pt.m.wikipedia.org/wiki/Bacia_Potiguar)

O local desse sítio primário fica a cerca de 30km de Baraúna (RN), no município cearense de Quixeré.

O levantamento foi iniciado em 2004 por estudiosos da Universidade do Estado do RN (UERN), Universidade Federal do RN (UFRN) e Universidade Federal do RJ (UFRJ). Expectativa é que no começo de 2016 (janeiro) comece a prospecção dos fósseis.

O material paleontológico que aponta a existência de dinossauros (extintos há mais de 65 milhões de anos), é uma raridade no Brasil e Nordeste. Na região nordestina foram encontrados fósseis desses animais gigantes no Maranhão, Serra do Araripe (Ceará) e agora nessa área.

O assunto científico é sempre instigante. Da realidade à fantasia. Exemplo é o filme “Jurrasic Word” (O mundo dos dinossauros), que se tornou a estreia de maior bilheteria da história do cinema, arrecadando 511 milhões de dólares na primeira semana de exibição no mundo, este mês.

Depois traremos maiores detalhes.

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Categoria(s): Cultura / Gerais
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