sexta-feira - 16/06/2017 - 08:15h
Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2017

Prefeitura libera seu camarote na justiça, mas problemas seguem

Através de um mandado de segurança, com pedido de liminar, a Prefeitura Municipal de Mossoró conseguiu a liberação do “camarote institucional” (onde a municipalidade recebe seus convidados) na “Estação das Artes Elizeu Ventania”, para apresentação da banda “Aviões”, que iniciou à noite passada ciclo de shows nessa área.

A petição foi apresentada às 22h01 e o despacho foi dado às 23h15 dessa quinta-feira (15) pelo juiz plantonista da 9ª Vara Cível da Comarca de Natal, Mádson Ottoni de Almeida Rodrigues. Ele arrimou sua decisão em dois laudos técnicos de engenheiros civis da própria municipalidade, contestando a inspeção do 2º Subgrupamento do Corpo de Bombeiros, sediado em Mossoró.

O camarote estava interditado em face de laudo do Corpo de Bombeiros encontrar uma série de irregularidades que comprometeriam a segurança dos eventuais ocupantes do espaço. Houve uma inspeção no dia 14 (quarta-feira) e outra à noite passada, às 18h, ratificando os problemas.

O Corpo de Bombeiros assegurou que apenas o palco da apresentação das bandas seria liberado, permanecendo interditado o camarote institucional, a “Cidadela” (área de barracas no entorno da Capela de São Vicente, centro), estrutura do espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” (no adro da Capela de São Vicente) e a “Arena das Quadrilhas” na Avenida Rio Branco, bairro Doze Anos.

A Prefeitura e a empresa responsável por todas essas estruturas, a Ferdebez Produções e Eventos Ltda. esperam poder conseguir atender hoje às exigências técnicas dos bombeiros para liberação desses demais equipamentos.

Nota do Blog – A Estação das Artes recebeu grande público e graças a Deus não houve qualquer incidente ou acidente nas estruturas liberadas.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público
terça-feira - 18/10/2016 - 08:40h
"For All" (Para todos)

Polícia Federal faz operação que mira banda “Aviões”

Do Estado de São Paulo (Coluna do Estadão)

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram nesta terça-feira a Operação “For All” que investiga fraudes no imposto de renda envolvendo o grupo cearense Aviões do Forró, que administra, entre outras bandas, a Aviões do Forró e casas de show. As investigações apontam que o grupo estaria fornecendo dados falsos ou omitindo informações relevantes em suas declarações de Imposto de Renda, para eximir-se da cobrança de tributos, além da possível ocorrência de lavagem de capitais, falsidade ideológica e associação criminosa.

Solange e Xandy: visados (Foto: divulgação)

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram nesta terça-feira a Operação “For All” que investiga fraudes no imposto de renda envolvendo o grupo cearense Aviões do Forró, que administra, entre outras bandas, a Aviões do Forró e casas de show.

As investigações apontam que o grupo estaria fornecendo dados falsos ou omitindo informações relevantes em suas declarações de Imposto de Renda, para eximir-se da cobrança de tributos, além da possível ocorrência de lavagem de capitais, falsidade ideológica e associação criminosa.

A Coluna apurou que a banda Aviões do Forró também é alvo da operação e há mandados contra os cantores Solange Almeida e José Alexandre, conhecido como Xandy Avião. Não há presos nessa operação.

Os envolvidos tiveram seus sigilos fiscais quebrados pela investigação, o que ajudou a localizar diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas no esquema.

Dados falsos

Os investigadores são acusados de inserir dados falsos em declarações de Imposto de Renda; não declararem aquisição de veículos e imóveis. Há, ainda, divergências sobre valores pagos a título de distribuição de lucros e dividendos, movimentações bancárias incompatíveis com os rendimentos declarados, pagamentos elevados em espécie, além das diversas variações patrimoniais a descoberto.

A PF informa que o nome “FOR ALL” faz referência à expressão da língua inglesa “for all” (para todos), uma vez que existem notícias de que no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público (for all). Assim, o termo passaria a ser pronunciado “forró” pelos nordestinos.

O nome da operação veio dessa origem popular da palavra Forró, principal ramo de atividade do grupo investigado.

Estão sendo cumpridos 32 mandados de condução coercitiva e 44 de busca e apreensão, além de terem sido decretados os bloqueios de imóveis e veículos de pessoas ligadas a grupo empresarial atuante no ramo do entretenimento e responsável por grandes bandas de forró e casas de shows do Estado. (Andreza Matais).

Veja matéria originalmente publicada no Estadão AQUI.

P.S – Veja informação mais atualizada clicando AQUI. Sonegação pode chegar a R$ 500 milhões de reais.

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Categoria(s): Cultura
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