segunda-feira - 27/03/2023 - 22:06h
Inverno 2023

Relatório mostra que chuvas deram recarga boa em mananciais do RN

O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios do RN, divulgado nesta segunda-feira (27), indica que as chuvas que ocorreram em todas as regiões do Rio Grande do Norte no último final de semana encheram barragens e trouxeram recarga à maioria dos açudes do estado. O levantamento é do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN).

As reservas hídricas superficiais totais do estado, que correspondem à capacidade total de armazenamento do RN, somam 48% da sua capacidade total. No dia 22 de março, esse percentual era de 45,52%.

O açude Riacho da Cruz II atingiu 100% da sua capacidade e começou a verter suas águas no último sábado. O manancial possui capacidade para 9.604.200 m³. As águas que saem do reservatório ajudam a aumentar o volume da barragem Santa Cruz do Apodi.

Também no sábado, o açude Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes, atingiu 100% da sua capacidade. O manancial possui capacidade para 8,27 milhões de metros cúbicos.

Com capacidade para 4,2 milhões de metros cúbicos, o açude Currais, localizado em Itaú, foi outro manancial que começou a sangrar durante o final de semana.

A barragem Mendubim, localizada em Assú, recebeu uma grande recarga e acumula 74,19 milhões de metros cúbicos, percentualmente, 95,61%. Na quinta-feira (22), o manancial estava com 86,21% da capacidade.

O açude Pataxó, localizado em Ipanguaçu, teve um aumento percentual de 18,51% nas suas reservas hídricas. Atualmente, acumula 12.750.000 m³, correspondentes a 84,89% da sua capacidade total. No dia 22 de março, o manancial estava com 66,33% da sua capacidade total.

O açude de Pilões teve um aumento percentual de 22,37% no seu volume acumulado. Está com está com 65,76% da sua capacidade, no dia 22 de março estava com 43,39%.

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, acumula 1,266 bilhão de metros cúbicos, correspondentes a 53,38% da sua capacidade total, que é de 2,373 bilhões de m³. No último relatório divulgado, o manancial estava com 1,199 bilhão de metros cúbicos, equivalentes a 50,56% da sua capacidade total.

Já a barragem Santa Cruz do Apodi apresentou um aumento de volume armazenado de 2,8%. Atualmente acumula, aproximadamente, 259.880.000 m³, percentualmente,  43,33% da sua capacidade total. Na última quarta-feira, o reservatório estava com 40,53% da sua capacidade total.

Outros mananciais que tiveram aumento de volume foram: barragem de Pau dos Ferros, que está com 65,42% da sua capacidade total; Sabugi, localizado em São João do Sabugi, que está com 21,67%; Itans, localizado em Caicó, que está com 2,94%; Boqueirão de Parelhas, que está com 8,70% e a barragem de Poço Branco, que está com 25,40%.

Também se destaca Umari, localizada em Upanema, que está com 65,60%; Gargalheiras, em Acari, que está com 4,07%; Carnaúba, localizada em São João do Sabugi, que está com 31,86%;  e o açude de Cruzeta, que está com 29,60% da sua capacidade total.

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domingo - 29/05/2022 - 09:50h

O projeto de irrigação Santa Cruz do Apodi e o descaso público

Por Josivan Barbosa

Nessa última semana fomos até à comunidade rural de São Lourencinho – Apodi onde está instalada a futura casa de bombas e o piscinão do Projeto de Irrigação Santa Cruz do Apodi.

As obras do projeto estão paradas desde 2015 e o local está servindo de depósito de máquinas, ferramentas, veículos e demais equipamentos que foram usados na obra no período 2011-2015. Há apenas um posto de vigilância funcionando no local e o acesso principal ao projeto foi interrompido com a construção de cercas.

Barragem de Santa Cruz em registro do início de dezembro de 2020 (Foto: Josemário Alves)

Barragem de Santa Cruz em registro do início de dezembro de 2020 (Foto: Josemário Alves)

A empresa que era responsável pela obra ainda usa o local e é muito nítido que pretende retornar à atividade, pois alguns equipamentos são compartilhados com a obra da Barragem de Oiticica em Jucurutu.

No projeto encontram-se grandes volumes de dutos da futura adutora que alimentaria o canal principal.

As obras de alvenaria do canal e da casa de bomba já demonstram sérias avarias, principalmente nas ferragens que estão expostas. Há, também, sérios problemas de erosão no sistema de drenagem.

As imagens do local são assustadoras no tocante ao desperdício de recursos públicos. E o pior, por incrível que pareça, é o silêncio dos 11 representantes do Estado em Brasília. Não se tem notícia de que algum parlamentar ou senador buscou apoio do Ministério do Desenvolvimento Regional para a retomada das obras de tão importante projeto para o Médio Oeste do Rio Grande do Norte.

O ex-ministro Rogério Marinho (PL) passou várias vezes muito perto do projeto, pois encontra-se perpendicular à BR 405, caminho para o projeto de construção do ramal da transposição para o Rio Apodi-Mossoró e para o projeto do ramal do Salgado.

Números do projeto

Segundo levantamento mais recente, a distribuição dos lotes no perímetro irrigado ficará da seguinte maneira.

Lotes Pequeno Produtor: 207 lotes de aproximadamente 8 hectares.

Lotes destinados para Técnico Agrícola: 51 lotes de 17 hectares.

Lotes destinados para Engenheiro Agrônomo: 18 lotes de aproximadamente 26 hectares.

Lotes Empresa: 29 lotes de aproximadamente 64 hectares. Serão destinados a pessoas jurídicas, no caso, empresas do agronegócio, ou cooperativas que apresentem concorrência. Também será feita uma espécie de licitação para selecionar as organizações participantes.

Lotes Assentamento: Estes lotes foram acrescentados nos modelos mais recentes do projeto, eles são para uso dos assentamentos que circundam o projeto, e um deles é destinado para pesquisas feitas por instituições de ensino da região. Seus tamanhos variam de acordo com a população da comunidade a que se destinam, dispostos desta forma:

  • Escola Agrícola – 47 hectares;
  • Vila Nova e Soledade – 211 hectares;
  • Milagres – 140 hectares;
  • Aurora da Serra – 261 hectares;
  • Moaci Lucena – 194 hectares;
  • Paraíso – 117 hectares;
  • Laje do Meio – 104 hectares.

Paralisação do projeto

Segundo o relatório do acompanhamento mensal de obras do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS), de janeiro de 2022, a obra se encontra com 24,47 % concluída e está paralisada desde 2015. O relatório aponta que a atual paralisação se deve a recursos insuficientes por parte do governo federal.

Área de lazer da Barragem de Santa Cruz do Apodi

Outro exemplo muito negativo do uso de recursos públicos pode ser constatado à jusante da Barragem de Santa Cruz, naquilo que seria o projeto da área de lazer da referida barragem. As instalações estão abandonadas há mais de 10 anos. Estima-se que, a preços de hoje, mais de R$ 1 milhão foram investidos no local.

Hoje, alguns dos restaurantes estão ocupados por famílias que se abrigam e se dizem donas do local. É lamentável que os recursos públicos do Governo Estadual tenham aquele destino.

As informações são de que a associação que representa os barraqueiros que exploram o espaço à jusante da barragem não concorda com as características do empreendimento e que a Prefeitura Municipal de Apodi e o Governo do Estado ainda não conseguiram equacionar o problema.

As instalações estão deterioradas e muita coisa precisa ser refeita. A retomada desse projeto deveria ser uma prioridade da Secretaria Estadual de Turismo e do Governo do Estado.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

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terça-feira - 10/05/2022 - 20:36h
Recursos hídricos

Armando Ribeiro chega a 55,91% da sua capacidade total

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório de água do RN (Foto Bruno Andrade-Arquivo)

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório de água do RN (Foto Bruno Andrade-Arquivo)

As reservas hídricas superficiais totais do RN acumulam 2.087.682.220 m³, percentualmente, 47,70% da sua capacidade total, que é de 4.376.444.842 m³. No relatório divulgado na segunda-feira, 02 de maio, as reservas hídricas acumulavam 2.059.512.884 m³, percentualmente, 47,05% da sua capacidade total.

Armando Ribeiro

O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta terça-feira (10), indica que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do RN, acumula 1.341.655.788 m³, correspondentes a 56,54% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. No dia 02 de maio o reservatório estava com 1.326.756.862 m³, equivalentes a 55,91% da sua capacidade total.

Santa Cruz

O segundo maior reservatório do RN, Santa Cruz do Apodi, acumula 252.711.380 m³, percentualmente, 42,14% da sua capacidade total, que é de 599.712.000 m³. Na segunda-feira da semana passada, o manancial estava com 248.816.890 m³, equivalentes a 41,49% da sua capacidade.

Umari

A barragem Umari, localizada em Upanema, acumula 192.916.519 m³, correspondentes a 65,88% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³. No último relatório divulgado, o reservatório estava com 189.320.006 m³, equivalentes a 64,66% da sua capacidade total.

Pau dos Ferros

A barragem de Pau dos Ferros acumula 32.274.911 m³, correspondentes a 58,85% da sua capacidade total, que é de 54.846.000 m³. No início de maio, o reservatório estava com 31.361.570 m³, equivalentes a 57,18% da sua capacidade total.

Atualmente, 7 reservatórios permanecem completamente cheios, são eles: Flechas, localizado em José da Penha; o açude público de Marcelino Vieira; Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes; Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; o açude público de Encanto; Beldroega, localizado em Paraú; e Pataxó, localizado em Ipanguaçu.

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quarta-feira - 04/03/2020 - 18:39h
Inverno 2020

Chuvas aumentam reservas de água no Rio Grande do Norte

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos responsáveis pela segurança hídrica estadual. O Relatório de Situação Volumétrica dos Principais Reservatórios do RN divulgado nesta quarta-feira (04) demonstra que as reservas hídricas superficiais totais do Estado já ultrapassam as dos anos de 2016 e 2017 no final da quadra invernosa.

Açude de Pau dos Ferros tomou água nos últimos dias com chuvas consideráveis na região (Foto: cedida)

Totaliza 1.006.732.717 m³, percentualmente, 23% do volume que as bacias hidrográficas potiguares conseguem acumular nos mananciais monitorados. No mesmo período de 2019, as reservas potiguares eram de 942.090.510 m³, correspondentes a 21,52% da acumulação máxima das bacias nos açudes monitorados.

Os três maiores reservatórios potiguares receberam recargas positivas com as últimas chuvas. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do Estado, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, acumula atualmente 552.626.936 m³, percentualmente, 23,29% da sua capacidade total. Na última segunda-feira (02), o reservatório estava com 540.612.395 m³, correspondentes a 22,78% do seu volume total.

Já a barragem Santa Cruz do Apodi, com capacidade para 599.712.000 m³, atualmente acumula 114.368.450 m³, percentualmente, 19,07% da sua capacidade total. Na última segunda-feira, o reservatório estava com 112.172.562 m³, correspondentes a 18,70% do volume total do manancial.

Sangria

O açude Umari, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula atualmente 84.229.653 m³, percentualmente, 28,77% da sua capacidade total. O volume do reservatório no início da semana era 79.982.782 m³, correspondentes a 27,32% da sua capacidade total de acumulação.

O Açude Dourado, localizado em Currais Novos, chegou à sua capacidade máxima, vertendo na madrugada da última segunda-feira (02). O reservatório possui capacidade para 10.321.600 m³ e não sangrava desde maio de 2011.

O reservatório Marechal Dutra (Gargalheiras), localizado em Acari, com capacidade para 44.421.480 m³, também recebeu boa recarga. Na última segunda-feira, acumulava 2.986.413 m³, correspondentes a 6,72% da sua capacidade total. Atualmente o manancial acumula 3.868.003 m³, o que corresponde a 8,71% do seu volume máximo.

O açude Malhada Vermelha, localizado em Severiano Melo, com capacidade para 7.537.478 m³, saiu da condição de nível de alerta. No início da semana o reservatório acumulava 747.806 m³, correspondentes a 9,92% da sua capacidade. Já nesta quarta-feira (04), o manancial acumula 848.688 m³, correspondentes a 11,26% do seu volume máximo.

Nível de alerta

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 11 permanecem em nível de alerta com volumes inferiores a 10% das suas capacidades totais, em termos percentuais, o número representa 23,40% dos mananciais monitorados. Já os reservatórios secos são 6, o que representa outros 12,76%.

Os reservatórios em nível de alerta atualmente são: Flechas, localizado em José da Penha; Jesus, Maria, José, localizado em Tenente Ananias; o reservatório de Lucrécia; Bonito II, em São Miguel; o açude de Pau dos Ferros; Itans, em Caicó; Esguicho, em Ouro Branco; Passagem das Traíras, em São José do Seridó; Marechal Dutra (Gargalheiras), em Acari; o açude de Cruzeta; e Santa Cruz do Trairi, em Santa Cruz.

Os mananciais secos são: Santana, localizado em Rafael Fernandes; o açude de Pilões; Zangalheiras, em Jardim do Seridó; Inharé, em Santa Cruz; Trairi, em Tangará; e Japi II, localizado em São José do Campestre.

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segunda-feira - 05/03/2018 - 22:22h
Inverno

Chuvas recente pouco acrescentam a reservatórios do RN

O Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), nesta segunda-feira (5), aponta que a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves (ARG) saiu do volume morto com as recentes recargas de água recebidas após as chuvas.

Apesar da boa notícia, a cota mínima de água do manancial antes de entrar no chamado volume morto é de 35m e atualmente ela se encontra com 35,03m, ou seja, a diferença é de apenas 3 centímetros, como o consumo médio é de 2cm por dia no reservatório, se não houver reposição de águas, ele poderá voltar ao nível crítico ainda esta semana.

Com relação aos outros dois maiores reservatórios estaduais, a situação permanece estável, já que mesmo com a utilização de suas águas, seus índices permaneceram muito parecidos. Segundo maior reservatório do Estado, a barragem Santa Cruz do Apodi praticamente não teve mudança no seu volume e está com 13,84%, o que corresponde a 82,978 milhões de metros cúbicos dos 599 milhões que acumula quando cheia.

A barragem de Umari, em Upanema, também seguiu o mesmo cenário, permanecendo com 13% de sua capacidade, 39,230 milhões de m³ dos 292 milhões que acumula no seu volume total.

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sexta-feira - 16/02/2018 - 07:52h
Apodi

Boas chuvas criam expectativa de 4ª sangria da Santa Cruz

A primeira vez que a Barragem Santa Cruz (no Apodi) sangrou foi no dia 19 de fevereiro de 2004, por volta de 5h15. Depois disso, nos anos de 2008 (2 de abril) e 2009 (20 de abril).

Desde então, quase dez anos depois, o espetáculo da sangria é aguardado por toda a região e estado, que enfrenta uma estiagem contínua há seis anos.

Em 2018, as boas chuvas do início de ano criam a expectativa de nova edição do espetáculo das águas.

A Santa Cruz é o segundo maior reservatório de água do estado do Rio Grande do Norte, com capacidade de armazenamento de 599.712.000 m³. Tem hoje cerca de 15% dessa capacidade.

Foi inaugurada em 11 de março de 2002 nos governos do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e governador Garibaldi Filho (MDB).

Vista aérea da Santa Cruz em abril de 2008, com sangria e elevação de águas (Foto: Web)

O paredão tem quase dois quilômetros e meio e altura de 57 metros.

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sexta-feira - 03/03/2017 - 20:52h
Chuvas

Reservas hídricas estaduais melhoram, mas ainda preocupam

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas (IGARN), monitora os 47 reservatórios com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos, e que são responsáveis pelo abastecimento das cidades de todo o Estado. O relatório, divulgado nesta sexta-feira (03), indica que houve melhora nas reservas hídricas do Estado.

Veja as principais constatações após as chuvas entre final de fevereiro e início de março:

– Os reservatórios considerados em volume morto aumentou de 12 para 15, o que corresponde a 31,9% dos mananciais do Estado;

– Entre os que estavam completamente secos, houve uma diminuição de 21 para 13, em termos percentuais, 27,6% dos açudes;

– Atualmente, o total de reservatórios secos ou em volume morto é de 59%, no início de fevereiro esse número chegava a 69%.

Maiores reservatórios

– Maior reservatório do Estado, com uma capacidade de 2,4 bilhões de metros cúbicos, a Armando Ribeiro Gonçalves estava com 328,486 milhões de metros cúbicos no relatório do dia 6 de fevereiro, atualmente está com 332,321 milhões de metros cúbicos, 13,85% do seu volume total;

– A Barragem Santa Cruz do Apodi, com capacidade total de 600 milhões de metros cúbicos, passou dos 111,623 milhões de metros cúbicos, para 137,288 milhões de metros cúbicos 22,89% do seu volume total;

– A Barragem de Umarí, em Upanema, com capacidade total de 292,8 milhões de metros cúbicos, aumentou seu volume, de 26,009 milhões de metros cúbicos, para 32,218 milhões, chegando a 11% da sua capacidade, saindo do estado de volume morto.

Preocupação

No Seridó, a situação de alguns reservatórios continua preocupante. O açude Itans, em Caicó, teve recarga inexpressiva, permanecendo em 1,70% da sua capacidade total. O Marechal Dutra, conhecido como Gargalheiras, continua reduzindo o seu volume e atualmente está com 0,30% da capacidade.

Situação das lagoas

A lagoa de Extremoz obteve boa recarga em seu volume, passando de 4,158 milhões de metros cúbicos, para 5,513 milhões, atingindo 50% do seu volume máximo, reflexo das chuvas e do sistema de rodízio implantado na região norte de Natal. A lagoa do Bonfim que atende à adutora Monsenhor Expedito, está com 49,44% do seu volume. Responsável por parte do abastecimento da zona sul da capital, a lagoa do Jiqui está com 72% do seu volume.

O Igarn alerta, entretanto, que é necessário a população continuar economizando água, pois mesmo com as recargas, as reservas hídricas ainda continuam baixas. O racionamento ainda permanece e a economia de água é de grande importância para a manutenção do funcionamento dos sistemas de abastecimento as cidades do Estado.

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